Category: orgulho lusitano

  • A Portugalidade e o Seu Legado Para a Humanidade Un legs de la Portugalité à l’Humanité …………………

     

    Kai Streier écrit et chante en anglais. Ce musicien allemand aux origines portugaises évoque sous des rythmes où l’on peut sentir le flamenco des vieux préjugés et des vieux tabous portugais. Il est accompagné par André de Matos qui joue de la guitare portugaise.
    Les thèmes des chansons Kai Streier ont souvent leur source dans les conseils que sa grand-mère donnait à sa mère avant que celle-ci ne
    rejoigne, comme tant d’autres, l’énorme exode dans les années 60 vers l’Allemagne, la France…

    La Portugalité avec ses 800 ans d’histoire est l’un des legs les plus anciens pour l’histoire de l’humanité. “Evil Spain” de Kai Streier par ses mélanges et ses syncrétismes le prouve très bien.

    Les légendes de la vidéo peut être traduit en francais avec la fonction CC après avoir fait play.
    Ce sujet peut être lu dans le prolongement de Le Fado et le Théâtre des Ombres Chinois

    Paulo Jerónimo

     

     

    Um alemão, Kai Streier (com ascendência portuguesa), escreve e canta em inglês, ao ritmo de um flamenco, acompanhado à guitarra portuguesa (por André Matos), num tema que aborda velhos preconceitos envoltos de tabus antigos típicos dos tempos da ditadura portuguesa, tema esse que acaba por ser inspirado nos conselhos, que ouvira contar, que a avô do artista teria recomendado à sua mãe, uma Jovem portuguesa de Alqueidão da Serra, para quando atravessa-se a fronteira. Preocupações de uma mãe que vê a filha alinhar no êxodo português que houve para França e Alemanha e outros países na década de 60.

     

    A portugalidade e os seus mais de 800 anos de história são um dos mais antigos legados para a humanidade, e a mescla de tantas culturas patentes nesta versão de Kai Streier – “Evil Spain” , comprova precisamente isso.

    Por isso e sobre o vídeo: muito bem esgalhado, ao bom estilo de deserascanço “portuga”, picardando os nossos vizinhos de fronteira. Um portento, portanto!

     

    As legendas do vídeo podem ser traduzidas para português usando a função do player CC após fazer play.

    Este tema pode ser lido na continuação de O Fado e o Teatro de Sombras Chinês

    Paulo Jerónimo

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#5

     

    “O nome de Cesária Évora confunde-se com o de Cabo Verde.”

    Mais palavras para quê{#emotions_dlg.unknown}

     


     

     

    E é ela que eterniza universalmente essa palavra de sentimento tão lusitano.

    Continuando na senda da introdução citada: “Que a terra lhe seja leve.

    De acrescentar que não consigo dissociar esta singela homenagem e sentimento,

    do melhor sítio que conheço de expressão cultural cabo-verdiana: ao Café Margoso.

    Paulo Jerónimo

  • O Fado e o Teatro de Sombras Chinês ………………. Le Fado et le Théâtre des Ombres Chinois ………….

     

    Le Fado, chant portugais symbole du commerce triangulaire et esclavagiste, et qui naquit du vaudou vient d’être déclaré Patrimoine Immatériel de l’Humanité par l’UNESCO.

    Cette distinction concerne aussi, cette année, le “Théâtre d’Ombres Chinoises”, “L’Equitation de Tradition Française”, etc.

    Je n’ai pas très bien compris le nationalisme d’une certaine presse portugaise. Depuis très longtemps, le Fado a déjà un statut Universel.

     

     Image: Fado, chant de l’âme, Véronique Mortaigne, p.88, ed. Chêne, Paris, 1998

    Nuno

     

     

    O Fado, canto Português nascido do comércio triangular e da escravidão, acaba de ser declarado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

    Esta distinção diz também respeito, este ano, ao “Teatro de Sombras Chinesas”, à “Equitação de Tradição Francesa”, etc.

    Não entendi muito bem o nacionalismo bacoco que gira, em alguma imprensa portuguesa, em torno desta notícia.

    Desde há muito que o Fado é um género musical universal. Porquê querer rebaixa-lo a um nacionalismo?

     

    Imagem: Fado, chant de l´âme, Véronique Mortaigne, p. 88, ed. Chêne, Paris, 1998

    Nuno

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#4

     

    “Como explicar que ninguém detesta os Portugueses,

    exceptuando os próprios Portugueses ” {#emotions_dlg.unknown} 

    (Hans Magnus Enzensberger)

     


     

    LES DIX MEILLEURS FILMS 2011 SELON DE CAHIERS DU CINEMA

     

    1. Habemus Papam de Nanni Moretti

    2. L’Étrange Affaire Angélica de Manoel de Oliveira

        The Tree of Life de Terrence Malick

    4. Hors Satan de Bruno Dumont

        Essential Killing de Jerzy Skolimowski

    6. Melancholia de Lars Von Trier

        Un été brûlant de Philippe Garrel

    8. Super 8 de J.J. Abrams

        L’Apollonide de Bertrand Bonello

        La Dernière Piste de Kelly Reichardt

     

    «O Estranho Caso de Angélica» é o 2º melhor filme do ano na «Cahiers du Cinema» (Link)

    Este post pode ser lido na continuação de Manoel de Oliveira: Um clássico da história da Arte?

     

    Paulo Jerónimo

  • Marinha Grande, Terra de Convulsões

     

     

    Os marinhenses Caruma mostram fazer jus as suas origens.

    A Caruma vai além de reforçar um estilo musical em crescente com ares atravessados de Fado Altivo, estilo acompanhado pelos Deolinda, Anaquim, Diabo na Cruz, entre muitos outros, cuja portugalidade está intrínseca e é por demais evidente.

    Neste tema por exemplo, “Com a pedra na mão”, sem eufemismos e sendo debitado na língua de Camões, é revelador. É a Marinha no seu melhor, que o diga Mário Soares…

    Paulo Jerónimo

  • O Grafismo Pt. (uma prenda para o PortoMaravilha) Le Graphisme Portugaise ….(un cadeau pour Nuno)

     

    Avec nos meilleurs vœux pour un prompt rétablissement.

     

     

    Esperava prendar-te com este vídeo por motivos mais triviais, mas pronto, cá fica neste caso com os votos de rápidas melhoras.

    Cá te aguardamos Nuno, até porque, os traços de grafismo caracteristico português que dizes por aqui descortinar e entusiasmar, precisam da tua animação.

    Até já.
    Paulo Jerónimo

  • A Meteo: Um OVNI? ……………………………………….. ………………………………………. La Méteo: Un OVNI?

     

    Et voilà: Les élements naturels sont de plus en plus imprévisibles.

    Rui Veloso, chanteur, musicien et compositeur de Porto avait sans aucun doute 30 ans d’avance lorsqu’il compose, Beirã, chanson qui dénonce déjà le royaume du Turbolibéralisme qui rime avec béton et exploitation.

     

    Ce post doit être lu comme la suite de: “Les Signes du temps

    Photos: Libé, p.19, 7 de nov de 2011.

    Nuno

     

     

    Em poucas horas chuvas violentas e ventos que se assemelhavam a furacões mataram várias pessoas no sul da França nos dias 5 e 6 de Novembro.

    Milhares de pessoas ficaram privadas de electricidade e de água potável.

    Esta mesma violência dos elementos naturais também matou na Itália.

    Algo nunca visto nos arquivos.

    E continuam a nos quererem evangelizar: O Turbo liberalismo não é responsável pela ganância, pelo betão e etc. e tal…

    Talvez, Rui Veloso, com a sua bela canção, Beirã, tivesse 30 anos de avanço…

     

    Este post deve ser lido como a continuação de: “Sinais do tempo

    Fotos: Libé, p.19, 7 de Nov. de 2011.

    Nuno

  • Levantai hoje de novo, o esplendor de Portugal

     

     

    Corre pelas caixas de correio e é dos que merece ver e perceber.

    Em tempo de crises várias… e apesar de esquecido, vale sempre recordar, a maior riqueza de Portugal.

     

    Consta do enunciado do filme:

    “O filme de promoção turística “Portugal, the beauty of simplicity”, foi premiado no sábado, dia 2 de Julho 2011, na Polónia, no Film, Art & Tourism Festival.
    Produzido pela Krypton, foi distinguido em Varsóvia na categoria “The best film promoting country, region or city” com o segundo prémio, entre 220 filmes candidatos.
    O autor da música é Nuno Maló. Esta música está nomeada para os Jerry Goldsmith Awards 2011 na categoria de “Best Promotion Score”.

    Parabéns aos autores.”

  • Google sabe traduzir Mia Couto? ……………………… Google sait-il traduire Mia Couto? ……………………..

     

    Le Livre de Mia Couto, L’accordeur de Silences, connaît un succès éditorial hors pair.

    Publié par les éditions Métailié, ce texte a vu Philippe Lançon lui consacrer deux pages dans le Libé du 20 oct: L’accordeur du Silence “n’est plus ni moins que l’art du récit par la poésie”.

    La traduction du portugais (Mozambique) de Jerusálem (titre portugais) est de Elisabeth Monteiro Rodrigues.

     

    Image: Télérama, 17 aout 2011 (image qui illustre l’article de Marine Landrot à propos du texte cité), p.44

    Ce post peut et doit être lu comme la suite de Google: Sait-il traduire Pessoa?

    Nuno

     

     

    A obra de Mia Couto, Jerusalém, conhece um sucesso editorial, em França, fora do comum.

    Publicada pelas edições Métailié, com o título L’accordeur de Silences, o texto de Mia Couto tornou-se ume referência.

    Para Philippe Lançon que, no Libé de quinta passada (20 de Out), dedica duas páginas à análise da obra de Mia Couto, o livro assume “a arte do relato pela poesia”.

     

    A tradução do Português (Moçambique) é de Elisabeth Monteiro Rodrigues.

     

    Imagem: Télérama, 17 de Ag de 2011, (imagem que ilustra a análise de Marine Landrot sobre o livro de Mia Couto), p.44

    Este post pode e deve ser lido como a continuação de Google: Sabe traduzir Pessoa?

    Nuno

  • Do direito a indignação

     

    De tudo um pouco, muita baboseira e comentários se vão ouvindo, lendo e “manifestando”, sobre a austera situação que se vive no país.

    E entre tanta indignação, segue-se um dos comentários mais “indignados” que encontro até hoje, enviado por um leitor deste post que fora destacado hoje pela homepage do Sapo, e ao qual lanço daqui o meu singelo aplauso. De pé!

     

    É que, não raras vezes, entre tanta boçalidade, é também nas caixas de comentários que se encontra o que de melhor reside na blogosfera.

     

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    “Comentário de CAFARA a 17 de Outubro de 2011 às 16:15

     

    Depois de ler o post e ver alguns comentários, concordo com algumas coisas, sim é verdade. Quem sofre com tudo isto não se manifesta, (embora tenha visto na TV alguns beduínos ” que nem banho tomam “coitados” a reclamar só porque a TV existe.)
    Depois de tanto se falar eu ainda não ouvi nenhum intelectual, dizer onde e como se deveria “cortar” até aqui ninguém é diferente do governo, ou seja sabe que tem de cortar mas não sabem onde. Eu digo-vos, trabalho desde que fui voluntário para a FAP em 1985, nunca tive férias, casei, comprei casa, tenho 2 filhos e nunca ninguém me deu nada. Trabalhei… Poupei… e hoje continuo a trabalhar aos fins de semana, na lavoura, coisa que 10.000 Portugueses não sabe que existe. Eu e minha mulher trabalhamos mais de 10 horas por dia, já fomos despedidos, a empresa onde a minha mulher trabalhava faliu e lá se foram meses de trabalho e subsídios , nós sabemos o que é sofrer quando muitos energúmenos gozavam férias no Algarve com dinheiro do banco. Nós pedimos dinheiro ao banco para comprar casa e esta está quase paga 15 anos depois (o credito era para 30 anos), depois de ser despedido constitui uma empresa que também atravessa dificuldades mas ainda não desisti e sabem porque? Porque nunca ninguém me deu nada e até o meu pai só me dava se eu merecesse. Agora existem os indignados, e eu pergunto indignados porquê? Porque estudaram nas universidades publicas pagas com os meus impostos? Porque tem um RSI suportado com os meus impostos? Porque tem um apoio ao arrendamento suportado com os meus impostos? Porque tem um sistema de saúde suportados pelos meus impostos? Porque querem que o estado lhes dê um emprego, suportado pelos meus impostos? Trabalhem peçam terra e cultivem-na nas horas vagas em vez de impedirem os outros de trabalhar, produzam… lembrem-se daquele senhor que foi á procura de trabalho e disse ao possível empregador que estava ali para lhe dar lucro e não á procura de emprego. Esse é o espírito trabalhar, render…só assim se consegue alguma coisa. Este povo filho de uma Nação Valente e Imortal, está a deixar revoltados os seus Egrégios Avós, esses que nos fizeram chegar á vitória da liberdade, da paz e do pão. Basta! Levantem hoje de novo o nosso Esplendor , levantem-se das Brumas do desemprego, garantam a vitória. Esqueçam aqueles que vos oferecem doces, é para vos enganarem “tolos”. Eu sou um indignado por saber que existem indignados sem saber porque?
    Imaginem se algum desses indignados, fosse lançado no alto mar com intenção de os eliminar, alguma vez eles iriam cruzar os braços e esperar morrer afogados, como era inevitável ? Não eles lutariam até que a morte os vencesse, nunca desistam de deixem-se de americanices e lembrem que são lusitanos e o nosso Hino é realmente importante para aumentar o nosso ego.
    Tenho dito. “

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    Este post pode ser lido na continuidade de “Los Indignados Olvidan el Essencial: Sea, Sex & Fado