Category: orgulho lusitano

  • movimento CHICo comé que é 2013

    Não precisa de tachos. o homem sabe comé que se faz dinheiro. ADERE AO MOVIMENTO enviando um mail para diaconodoespaco@sapo.pt com o assunto: FORCA CHICO! Movimento de protesto de cidadãos do zé povinho fartos da classe política partidária. Faremos chegar este protesto a Presidência da República. Bora lá ganhar embalo para as eleições de 2013.

    Bideos de campanha: 

     

     

    ADERIRAM AO MOVIMENTO:02

  • ó gENTE dA mINHA tERRA. [reeditado]

    Muitos dos que nos têm visitado Já nós conheciam, a mim do gERAÇÃO rASCA, ao Monsieur das 00:01, PortoMaravilha, das caixas de comentários quer no gERAÇÃO como do Vila Forte, e ainda outros, que nos conheciam do BiBó PoRtO, carago!! onde ambos escrevemos e nos conhece-mos apesar da distância. Pelo que a novidade não sei se será muita ou pouca quando aqui entram (digam-nos vocês), à excepção dos jeitosos que não largaram esta madrugada o Cosméticas reencaminhados pelo google no que se imagina uma extasiante Ménage à trois entre as palavras sexo, lingua e caralho do post anterior. E eu aqui a zelar pelo bom nome da casa, monsieur… vamos lá ver, PM, deves querer ser despedido antes mesmo do primeiro ordenado, pá.

     

    Vem isto a propósito de que, pelo facto de já vários serem seguidores dos escritos, reconhecerão o texto provavelmente que passo a publicar, e cuja novidade aparece no fim do mesmo, o motivo da sua reedição.

    para os googleiros, não queremos continuar a desapontar-vos:

    foto | Marta Ferraria  www.mfotografia.com 

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    Domingo, 21 de Setembro de 2008

    ó gENTE dA mINHA tERRA.

    O Ano passado tive opurtunidade de visitar a cidade universitária de Cambridge, em Inglaterra.

    Permaneci por lá alguns dias com um casal amigo, cujo marido, rapaz empreendedor e na força da Juventude, após as típicas desilusões lusas, tinha optado por se instalar em terras de Sua Majestade e iniciar um negócio que prospera  por esta altura numa outra cidade Europeia.

    Em conversas à mesa, foi inevitavel acabar-mos a comparar o nosso País de origem com Inglaterra, as culturas, atitudes, oportunidades e as suas gentes. Ele argumentava-me que por lá, também eu teria boas oportunidades se quise-se desenvolver o ofício que pratico, que em Portugal trabalhar é para aquecer, e coisas do gênero, ao que eu respondia que me sentia  no dever e obrigação de me esforçar e contribuir para o desenvolvimento do meu País, e pelo que a ter que contribuir para a riqueza de alguém, preferia faze-lo pela minha terra.

    Mas ele estava  irredutivel , extremamente  decepcionado  com  Portugal , e não 

    Estudante universitário, Cambridge

    queria

    ouvir  falar nos próximos tempos sobre o jardim a beira mar plantado.Eu compreendia-o, e por aqueles dias tentei conhecer um pouco mais da cídade e da mentalidade dos Ingleses. Sinceramente pouco me dislumbra o estilo Inglês, onde impera algum bom humor, mas sobretudo,  o cinismo, arrogância quanto baste  – daí renderem-se ao estilo do «Zé» Mourinho – e algum desleixo, bem que chegue… Enfim, um País de Rainhas e habituado a “Reinar”.

    Voltei um Português ainda mais convicto, e pensei quando aterrei, o quanto amo as minhas gentes, as minhas terras, o meu País. O quão bom é poder beber um BOM café por cinquenta cêntimos, andar de comboio ou táxi por tuta e meia, ter sol de verão ou inverno, ou mesmo em dias maus, haver pelo menos um FC Porto que não desilude e orgulha pelo mundo fora.

    Volta e meia, quando reflito no estado do meu Portugal, o quanto piorou neste último ano, a atitude de quem nos norteia e com que interesses, recordo-me das conversas à mesa lá em Inglaterra com o meu amigo.

    Vejo o meu Povo cada vez mais de ombros encolhidos, a arrastar os pés pelas calçadas gastas, a rabiscar o fundo dos bolsos cada vez com mais dificuldade a procura dos cinquenta cêntimos para o café. Meio Portugal que trabalha para sustentar  o outro meio, uma praga de parasitas e subsidió-dependentes. O xico-espertismo em alta, e a juventude competente a partir.

    E é este o triste fado de mais um jovem da Geração «à rasca», por enquanto ainda iludido de que vale a pena  esforçar-se ao lado das suas gentes. Que um dia, revia-se entre os seus que voltavam o fundo das costas ao ministro, mas não consegue voltar costas ao seu País.  A pergunta que se impõe é, até quando dura a idade da inocência?

     

    E por que hoje estou mesmo assim, lamechas, mas sempre orgulhoso das origens que tenho, deixo-vos com este link.

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    No sábado passado, no jornal das 20:00h na SIC, talvez se tenham deparado com o meu amigo Edgar, o jovem desanimado que partiu para inglaterra e empreendeu na sua paixão e formação académica, o mundo animal, investindo nos répteis depois de dirigir um zoo, negócio que viria a estabelecer na cidade Madrilena, e que quando a crise ameaça bater a porta, em vez de baixar os braços, faz um interregno da bicharada, para se dedicar a isto:

  • Até pró ano, São Miguel

    São as segundas maiores festas concelhias, reuniram milhares de visitantes, em particular, juncanlenses, que estão de parabéns. Termina hoje mais uma edição das festas de São Miguel no juncal, que se têm revelado um enorme sucesso ao longo dos anos. Nestas folias, o cansaço toca a todos por esta altura (estou de rastos…) mas que valem a pena, ah! isso valem. Ficam alguns vídeos relacionados e, até pró ano!