Et si le Fado n’était que du Blues à échelle variable ?
Ecouter du Fado sans guitare portugaise ? Oui ! Aucun soucis !
Le Fado qui n’est plus du Fado retrouve sa liberté et son improvisation que le fascisme salazariste lui avaient interdit.
Et c’est tant mieux !
Ce post peut être lu comme la suite de : “Estou Fadado / J’ai un coup de Blues”
Source : Libé, 14 et 15 Nov 2010, p. 23
Nuno
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O álbum de Deolinda, “Dois selos e um Carimbo”, está na moda em Paris. Foi citado em destaque nas páginas culturais do diário “Libération” de 13 e 14 de Novembro.
A representação ao vivo, sábado dia 15, no “Café de la Danse”, bem perto da Praça da Bastille deixou entrever que o Fado se vai afirmando, uma vez liberto das amarras salazaristas.
Qual viola Portuguesa, qual guitarra Portuguesa e qual o quê ?
O Fado que já não é Fado vai recuperando a sua liberdade e a sua arte.
E tanto melhor !
Este post pde ser lido como a continuação de : “Estou Fadado / J’ai un coup de Blues”
Fonte : Libé, 14 e 15 de Nov de 2010, p. 23
Nuno
