Category: orgulho lusitano

  • Portugal 1º Maio de 74 : O Nascimento duma Nação Portugal Premier Mai 74: La Naissance d’une Nation

     

    Présentation du Premier Mai 1974 dans la presse portugaise.

    Un très grand exemple de civisme!

     

    Source : Archives de l’époque

    Nuno

     

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    O 25 de Abril de 1974 foi algo inédto. O Primeiro de Maio de 1974 foi a sua  continuidade.

    Um povo mantido no silêncio e analfabeto soube expressar com dignidade e sem violência : A Liberdade !

    As manifestações do Primeiro de Maio de 1974, em Portugal, são um exemplo de civismo.

     

    fonte : Arquivos da época

    Nuno

  • A Sociedade Civil Portuguesa “É Fraca”

     

     

    Quem o disse foi Jorge Sampaio (link), o penúltimo dos 4 Presidentes da República democratica ontem presentes e que usaram da palavra, nas comemorações do 25 de Abril.

    E quando 37 anos depois, cada vez mais  se ouvem e crescem, o número de portugueses que lamentam e anseiam por um novo Salazar que “endireita-se o estado a que isto chegou”, inclusive entre a juventude, que mais concluir se não que de facto, o maior “défice português” – maior ainda que o das contas públicas – continua a ser o da cultura, conhecimento e educação… Mais perguntem à Dona Piedade.

     

    Sociedades fracas produzem políticos fracos, por muito que o povo gosta-se de inverter esta equação. Mas quando tentei argumentar isto junto de alguns amigos após a noticia da demissão em curso do governo, que a mudança de atitude tinha de começar na sociedade civil primeiro, para que chegue a classe politica depois, ia sendo crucificado.

    Nada de estranho, reflexos da quadra pascoal…

    A culpa? É dos políticos! E dia 5 de Junho próximo não se esqueçam: Esticar bem a toalha e apanhar banhos de sol na praia.

    Os políticos que resolvam esta merda toda. Não é para isso que lá estão?

  • A Sociedade Civil Portuguesa “É Fraca”

     

     

    Quem o disse foi Jorge Sampaio (link), o penúltimo dos 4 Presidentes da República democratica ontem presentes e que usaram da palavra, nas comemorações do 25 de Abril.

    E quando 37 anos depois, cada vez mais  se ouvem e crescem, o número de portugueses que lamentam e anseiam por um novo Salazar que “endireita-se o estado a que isto chegou”, inclusive entre a juventude, que mais concluir se não que de facto, o maior “défice português” – maior ainda que o das contas públicas – continua a ser o da cultura, conhecimento e educação… Mais perguntem à Dona Piedade.

     

    Sociedades fracas produzem políticos fracos, por muito que o povo gosta-se de inverter esta equação. Mas quando tentei argumentar isto junto de alguns amigos após a noticia da demissão em curso do governo, que a mudança de atitude tinha de começar na sociedade civil primeiro, para que chegue a classe politica depois, ia sendo crucificado.

    Nada de estranho, reflexos da quadra pascoal…

    A culpa? É dos políticos! E dia 5 de Junho próximo não se esqueçam: Esticar bem a toalha e apanhar banhos de sol na praia.

    Os políticos que resolvam esta merda toda. Não é para isso que lá estão?

  • O 25 de Abril e a imprensa Francesa em 1974 !

     

     

    O primeiro jornal a noticiar a queda do fascismo Português foi o diário “Le Monde“. Isto no mesmo dia.

     

    Na altura, Portugal era um país sem visibilidade e nem sempre as palavras Portuguesas apareciam ortografadas “corectamemte”.

    É em 29 de Abril de 1974 que o diário “Libération“, no seu segundo ano de existência, apresenta em cabeçalho da sua primeira página a palavra Liberdade transcrita correctamente.

    Em 11 de Maio de 1974, o desenho de Siné, oferecido ao desaparecido jornal “República”, deixa já entrever que Portugal será uma democracia.

     

    Fontes: Libé 29 de Abril de 1974 e República 11 de Maio de 1974.

    Nuno

  • Nem todos os Almeidas são Varredores …………….. ………………………………………………. Almeyda y oro

     

    Les Almeidas sont aux portugais ce que les Martins sont aux français ?

     

    Photo et article : Libé : 5 avril 2011, p.30

    Associés : Nouveau Juifs au Portugal / Maus : Un Chef-d’Oeuvre de la BD

    Nuno

    (Cliquez pour agrandir / clicar para aumentar)

     

    Pelos séculos passados, os habitantes da antiga região Portuguesa, denominada Beira Baixa, emigravam quer para Lisboa quer para o estrangeiro.

    Uns ratinhos, em suma.

    Durante muitos anos, estes emigrantes, a maioria tendo o património Almeida,  foram apelidados varredores pelos Lisboetas.

    Eram eles quem executavam as tarefas manuais.

    O trabalho de Helena Almeida quanto ao seu silêncio a propósito dos rostos é simbólico ?

     

    Foto e artigo : Libé : 5 de Abril de 2011, p. 30

    Relacionados : Os Judeus Novos em Portugal   /  Maus : Uma Obra Prima da BD

    Nuno

  • Nem todos os Almeidas são Varredores …………….. ………………………………………………. Almeyda y oro

     

    Les Almeidas sont aux portugais ce que les Martins sont aux français ?

     

    Photo et article : Libé : 5 avril 2011, p.30

    Associés : Nouveau Juifs au Portugal / Maus : Un Chef-d’Oeuvre de la BD

    Nuno

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    Pelos séculos passados, os habitantes da antiga região Portuguesa, denominada Beira Baixa, emigravam quer para Lisboa quer para o estrangeiro.

    Uns ratinhos, em suma.

    Durante muitos anos, estes emigrantes, a maioria tendo o património Almeida,  foram apelidados varredores pelos Lisboetas.

    Eram eles quem executavam as tarefas manuais.

    O trabalho de Helena Almeida quanto ao seu silêncio a propósito dos rostos é simbólico ?

     

    Foto e artigo : Libé : 5 de Abril de 2011, p. 30

    Relacionados : Os Judeus Novos em Portugal   /  Maus : Uma Obra Prima da BD

    Nuno

  • Manoel de Oliveira : Cinema e Canela ? …………….. Manoel de Oliveira : Cinéma et Cannelle ? ………….

     

    Manoel de Oliveira est un petit abrégé du cinéma.

    Et pourquoi pas une petite sucrerie portugaise en accompagnement ?

     

    Source : Utopia, St-Ouen l’ Aumôme, nº 216.

    Ce post peut être lu comme la suite de “Manoel de Oliveira ou la Fête du Cinéma

    Nuno

     

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    Manoel de Oliveira um realizador difícil  de entender ?

    Que tal um pastel de nata ?

     

    Fonte: Utopia, St-Ouen l’ Aumône, nº 216.

    Este post pode ser lido como a continuação de “Manoel de Oliveira ou a Festa do Cinema

    Nuno

  • Sea, Sex and Fado …

     

    (cliquez pour voir / clicar para ler)

     

     

    A última produção de Mariza está a conhecer um grande sucesso internacional.

    É um fado que mergulha nas raízes Africanas de Mariza. Um fado que, longe da opressão e da censura fascista Salazarista, regressa às suas origens primeiras ou Africanas ?

    Pode-se ler aqui este belo artigo de Eliane Azoulay.

     

    Fonte : Revista Télérama nº 3194, p.72

    Nuno

  • Abracadebraga! ……………………………………………. ……………………………………………..Abracadebragá!

     

     

     

    Após ser, no passado, Alvaro Siza, hoje é Souto de Moura quem é premiado com o Pritzker Prize em 2011.

    O estádio municipal de Braga é o único estádio de futebol Português que sabe conjugar a memória com o presente.

    O diário Libération cobriu timidamente a notícia (Link), já que parece que esta foi divulgada por un blog com quatro dias de antecedência.

     

    Fonte : Libé, 29 de março de 2011, p.31

    Nuno

  • Portugal – ‘o bobo da corte’

     

    Preparados para verem Portugal a tornar-se num 27.º Estado Brasileiro?

    Se é para rir ou não – a habitual coluna intitulada “Lex”, na última edição do Financial Times – não o saberei muito bem… mas é de facto com um tom de fina ironia provocatória, que o conceituado Jornal Internacional Inglês se dirige aos Portugueses:

     

    A equipa de colunistas do Lex do Financial Times diz que Portugal podia tornar-se uma província do Brasil

    Colunista do Financial Times lança uma proposta provocatória para resolver a crise de dívida: que Portugal seja anexado pelo Brasil.

    A imprensa britânica não poupa na ironia para apontar saídas para a crise de dívida que Portugal atravessa. A equipa de colunistas do Lex do Financial Times diz que Portugal podia tornar-se uma província do Brasil.
    “Aqui vai uma maneira ‘out-of-the-box’ para lidar com o problema: anexação pelo Brasil (uma década de 4% de crescimento anual do PIB, muito mais elevado recentemente). Portugal seria uma grande província, mas longe de ser dominante: 5% da população e 10% do PIB”.
    E falam das vantagens, apesar da perda de ‘status’.
    “A antiga colónia tem algo a oferecer, mesmo para além da diminuição dos ‘spreads’ de crédito e, proporcionalmente, défices e contas correntes governamentais muito mais baixos. O Brasil é um dos BRIC, o centro emergente do poder mundial. Isto soa melhor lar que uma cansada e velha União Europeia”, escreve o FT, numa alusão aos avanços e recuos do Velho Continente em lidar com a crise de dívida soberana.
    Além disso referem que a UE considera Portugal problemático: “Sem governo, elevada resistência à austeridade e crónico desempenho económico”.

     

    fonte: Diario Econónico Online 25/03/2011