
Quando ontem se apagou a luz – a iluminação artificial do Estádio Sport Lisboa e Benfica – caiu definitivamente a máscara. Definitivamente, deixa de haver motivos para repescar o por mim gasto e associado termo à instituição S.L.B. nas suas atitudes dos últimos anos, os autodenominados defensores do fair play e da verdade desportiva, acobertada por uma atitude nada condizente e típica do que varias vezes apelidei por : “Virgens Ofendidas“.
Quando perante os quatro cantos do mundo que assistiu a retransmissão televisiva do jogo do Titulo Português de Futebol, uma instituição reage desta forma, palavras para quê?
As acções ficam com quem as pratica, a menos de 15 dias dos dois “assanhados rivais” se voltarem a encontrar no mesmo palco, para a 2ª mão da Taça de Portugal.
Caso para perguntar: e depois do apagão, farse-a definitivamente luz?
Comments
5 responses to “Quando se apaga a “Luz”.”
Eu vi bem o jogo num canal Francês. No início, quando se deu o apagão, pensei que tinha sido uma avaria e os comentadores também. Entretanto, devido à programão “oblige”, o canal continuou a sua programação. Só depois, após consulta da imprensa pt on-line, é que fiquei a saber.
É claro que é mais um prego para o caixão do futebol. Quem perde é o futebol.
Não vou aqui alimentar a guerrinha entre o casal Porto-Benfica. Num divórcio que eu saiba as culpas são sempre 50-50.
Mais grave é que as autoridades pt não tivessem tomadas enérgicas e punido o Benfica. O que parece ter sido uma brincadeira de mau gosto poderia ter resultado numa catástrofe humana.
E já tenho ouvido dizer, por aqui, junto de Portugueses, que, para eles o futebol acabou. Os Franceses gargalham como loucos e as agências de anotação decidiram baixar ainda mais a nota económica de Portugal.
A tag, o futebol uma arena de morte, criada por dois Portistas, apareceu na hora certa e nó momento certo. Mas também quando se é Portista já nada há a provar quanto ao futebol … Exceptuando defender a modalidade.
Nuno
Eu vi bem o jogo num canal Francês. No início, quando se deu o apagão, pensei que tinha sido uma avaria e os comentadores também. Entretanto, devido à programão “oblige”, o canal continuou a sua programação. Só depois, após consulta da imprensa pt on-line, é que fiquei a saber.
É claro que é mais um prego para o caixão do futebol. Quem perde é o futebol.
Não vou aqui alimentar a guerrinha entre o casal Porto-Benfica. Num divórcio que eu saiba as culpas são sempre 50-50.
Mais grave é que as autoridades pt não tivessem tomadas enérgicas e punido o Benfica. O que parece ter sido uma brincadeira de mau gosto poderia ter resultado numa catástrofe humana.
E já tenho ouvido dizer, por aqui, junto de Portugueses, que, para eles o futebol acabou. Os Franceses gargalham como loucos e as agências de anotação decidiram baixar ainda mais a nota económica de Portugal.
A tag, o futebol uma arena de morte, criada por dois Portistas, apareceu na hora certa e nó momento certo. Mas também quando se é Portista já nada há a provar quanto ao futebol … Exceptuando defender a modalidade.
Nuno
Proponho que, para quem recebe o Benfica à pedrada, com bolas de golfe, com galinhas e outros artefactos atirados para dentro do terreno de jogo, com a tentativa reincidente de humilhar e achincalhar o adversário e os seus símbolos – muitas vezes com a troca de comunicados fazendo menção ao talibanismo e ao nazismo, levando indirectamente à vandalização das Casas do clube – seja recebido com pompa e circunstância. Organize-se um convívio dentro do Estádio da Luz com a degustação das 7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal, contrate-se o Coro de Santo Amaro de Oeiras para interpretar o hino do visitante, substituam a água dos aspersores por champanhe e larguem o fogo de artifício ao som da Pronúncia do Norte! Não, isto não é desportivismo, mas um apagão não pode fazer esquecer 30 anos de intimidação e ódio regional atiçado por alguém que não sabe estar na vida nem no futebol.
Caro Dylan,
Ainda bem que há benfiquistas, e muitos, que reagiram como qualquer adepto que se preocupa com o estado do futebol reagiria… (digo eu) , com vergonha do que se passou no seu estádio.
Se o episódio fosse no Estádio do Dragão, diria o mesmo. A auto-crítica não é um exercício que me custe a fazer ou reconhecer.
Nestas jogadas de bastidores não há santos, nem a norte nem a sul, por muito que se queira abafa-los.
O futebol perde adeptos, afasta dos estádios quem tem juízo, mas há sempre quem aplauda estas atitudes.
Boa continuação.
Proponho que, para quem recebe o Benfica à pedrada, com bolas de golfe, com galinhas e outros artefactos atirados para dentro do terreno de jogo, com a tentativa reincidente de humilhar e achincalhar o adversário e os seus símbolos – muitas vezes com a troca de comunicados fazendo menção ao talibanismo e ao nazismo, levando indirectamente à vandalização das Casas do clube – seja recebido com pompa e circunstância. Organize-se um convívio dentro do Estádio da Luz com a degustação das 7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal, contrate-se o Coro de Santo Amaro de Oeiras para interpretar o hino do visitante, substituam a água dos aspersores por champanhe e larguem o fogo de artifício ao som da Pronúncia do Norte! Não, isto não é desportivismo, mas um apagão não pode fazer esquecer 30 anos de intimidação e ódio regional atiçado por alguém que não sabe estar na vida nem no futebol.