Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Sou homem. 50 Anos. Português. Fui praticante de Artes Marciais, e como atleta de competição desenvolvi a capacidade suficiente para me permitir à resistência e resiliência da força de me defender e não partir para o ataque enquanto a dor me for suportável. Este era o meu gatilho de ataque em provas: partia a defesa, e haveria um limite de dor que suporta-se e que se tornaria a força de alavancagem e que de certa forma me daria uma coerência moral e legítima para atacar o adversário. Ensinamentos do Tatami que talvez erradamente transportei para a vida, pois o mundo não se guia pela moral das artes marciais, cuja filosofia é a da defesa pessoal e onde se reprime o recurso de forma leviana ao ataque. A esfera da sociedade não é um Tatami, e dos adversários que se possam enfrentar na vida não é de esperar que se rejam por uma conduta de boas práticas. Peço a sua paciência caso ache esta missiva que lhe dirijo demasiado extensa, mas infelizmente para mim e algumas outras pessoas, não encontro como abreviar mais os factos e a situação em que vivemos. Venho com isto no seguinte propósito de tornar pública e pedir a sua intervenção e responsabilização:
Sou Homem. 50 anos. Português. Vítima de violência doméstica há 3 anos.
Casado com uma cidadã estrangeira de nacionalidade brasileira, que suportei, provi casa, alimentos, cuidados médicos significativos, a ela, e fui por 3 anos provedor no mesmo sentido de meus dois enteados. Ela basicamente nunca trabalhou ou se segurou num emprego mais de três meses quando trabalhou. Podia começar o relato por muito lado, mas começo pelo descrito seguinte.
Porque entendi ser o correto na altura, fui buscar o pai dos 2 miúdos, brasileiro também, alcoólatra crônico, numa viagem direta de 11 horas de condução de ida e volta a Bilbao – Espanha, para entregar um fugitivo à justiça portuguesa que transportava no meu carro, às autoridades. Isto em maio de 2024, pois o cidadão estrangeiro em causa fugia à justiça portuguesa depois de ter sido parado pela GNR de Vieira de Leiria com 2,39º graus de álcool vindo de mais uma noite, a conduzir às duas da manhã, com o filho mais novo, meu enteado de 8 anos no banco de trás. O cidadão estrangeiro pediu-me ajuda sobre este caso no dia seguinte de manhã da detenção da GNR, ainda de ressaca, ajuda para compreender no que estava metido, tinha-lhe sido imposto Termo de Identidade e Residência e ele tinha viagem marcada naquele mesmo dia, domingo, para a Bélgica. Levei-o ao posto da GNR de Vieira de Leiria, onde estivera ele e o filho de 8 anos horas antes, para obter respostas, e a resposta era que o cidadão teria de se apresentar no dia seguinte, segunda-feira às 9h00 ao Juiz do Tribunal Judicial da Marinha Grande. Consultei o meu advogado, o cidadão insistia em partir, mas a opinião jurídica do advogado era de que iria complicar imenso a situação, seria considerado um segundo crime, crime de fuga à justiça, em cima do crime original já de si bastante grave, o de conduzir com tamanha taxa de alcoolémia, e pior, com o filho no banco de trás. Incentivei-o a não se ausentar, alertei-o para as consequências legais e criminais, pois que ele teria de se apresentar em julgamento a juiz na manhã do dia seguinte, e sobre a sua forte probabilidade de detenção e prisão a aguardar julgamento no seu regresso a Portugal. Não quis saber, partiu, mas arrependeu-se a meio caminho, voltou-me a pedir ajuda e eu voltei a ajudar. Porquê? Porque sei o que é uma criança ir visitar o pai à prisão, não quis que meus enteados passassem por isso. Sabíamos que ele voltaria e seria detido, pois era aqui em Portugal onde ele abandonava os filhos sistematicamente, deixando-os comigo e a mãe por meses seguidos, para poder ele trabalhar pela Europa com o seu Cartão de Residência Português e nada contra, não fosse o caso de ser apenas ele quem detém a guarda e o poder paternal total dos filhos, e consequentemente o poder de decisão sobre qualquer tomada de decisão importante na vida dos rapazes que nos deixava no colo. A mãe não tem qualquer poder paternal para situações tão caricatas e que sucederam, como inscrever os filhos num clube de futebol, ou em outras atividades que os miúdos pediam, e até nem para matricular os filhos na escola, que lá foram sendo matriculados pela mãe, na ausência do pai, tutor, único com poderes no papel, e ocorreu à margem da lei, pelo Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel de Monte Real, ou pela Escola Profissional de Leiria, ou Pelo Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria, que taparam os olhos à situação e admitiram os jovens brasileiros nas matrículas escolares sem o tutor responsável sequer comparecer ou assinar em 2022, 2023, e 2024. Sobre 2025 estão matriculados, desconheço em que moldes o foram. Por vezes as secretarias escolares levantaram a questão, mas deixaram o assunto morrer.
Sobre o pai, nada de pessoal me move, a nossa relação sempre foi cordial e de alguma entreajuda, nada me move a não ser neste momento, temer pela integridade do filho mais novo. A isto não posso ficar indiferente, não há como quebrar a preocupação ou o afeto depois de três anos de convivência com uma criança que conheço no íntimo e cuidei desde os seus 7 anos. Fui eu quem lhe ensinou a andar de bicicleta, a atar os cadarços dos ténis e de quem aprendeu que em Portugal nós lhes chamamos atacadores. Que o adormeci quando os medos não lho deixavam, que me levantava de madrugada quando os pesadelos o importunavam. Hoje vejo-o a passar à minha porta, 200 metros ao lado da do pai com quem vive, ele irmão e mãe, passeando o cachorro que lhe confiei, sempre foi dele, apesar de em meu nome e responsabilidade estar chipado e registado, vejo-o passar a minha porta, que era a porta dele, com 10 anos de pessoa, cabeça baixa, ombros encolhidos, triste, a pé sabe-se lá porquê em dias de chuva no percurso de mais de 1 km até à escola, sem a alegria e a vivacidade que o caracterizavam.
Já sobre a mãe… Silvania Marques Belizário, 48 anos, cidadã brasileira, casada sob o regime de acordo ante-nupcial que optamos ser o da Lei Portuguesa. Separados que estamos há meses, detida em flagrante delito por violência doméstica em setembro 2025, libertada dois dias depois, recusa e adia o divorcio judicial em curso porque faltam poucos meses para conseguir antecipar o prazo de pedido de cidadania portuguesa que lhe permite fazê-lo um ano mais cedo por direito de casamento, do que por residência. Hoje é a mãe, quem abandona os filhos deixando-os com este mesmo pai, alcoólatra, fins de semana inteiros, ele agora em Portugal tratando de obter a cidadania portuguesa, tanto quanto sei, porque venceu o titulo provisório de residência portuguesa, e sem ele não consegue trabalhar pela europa, e foi apanhado nesta fase de de limbo e de alterações de leis que se discutem sobre a cidadania de estrangeiros, onde ele, como outros milhares de estrangeiros, havia acabado de atingir o tempo necessário para poder obter a cidadania portuguesa pelas leis que se pretendem mudar, e consequentemente e mais importante, com a cidadania portuguesa vem a europeia de bónus, a que realmente importa.
Agora é a mãe que se ausenta, em lazer e a viver uma vida motard em duas rodas, fins de semana inteiros passando a dezenas e centenas de quilómetros conforme publicita nas suas redes sociais, e o filho mais novo, hoje com 10 anos, precisa de lhe telefonar porque o pai está bêbado nos bares e cafés e o miúdo alí com ele, fora de horas, sem saber o miúdo que fazer. São as informações e factos que se comentam ou constatam entre vizinhança, redes sociais e conhecidos. Esta é uma mãe, que só no decurso da nossa relação venho a tomar conhecimento, que chora por um outro filho no Brasil, morto, com vinte e poucos anos, mas que é sabido que o abandonou à sua sorte com o (outro) pai de esse filho, ainda criança, e o deixou crescer à sua sorte. Uma mãe que usa o filho rapaz mais velho, hoje em portugal, o meu segundo enteado, agora com 17 anos, e o grupo de gangue de adolescentes brasileiros local na zona, e ela com o álibi de ter dormido a cerca de 100 km de casa num post da manhã seguinte, admite a terceiros que é a mandante do crime de vandalismo ocorrido à minha viatura nessa madrugada.
Presenciei, aconteceu, impedi quando possível, e denunciei as autoridades, a prática de violência doméstica sobre estes dois miúdos. Até hoje sem qualquer consequência pelas autoridades que supostamente deveriam proteger os menores. Falo de cinturadas, chineladas, bofetadas, gritos, ou uma criança de 7 anos 15 minutos ajoelhado em cima das próprias mãos, por disciplina imposta pela mãe sobre as dificuldades do miúdo na matéria escolar e execução de TPCs, ou no caso do mais velho, porque a mãe lhe admitia ter saidas e frequentar estabelecimentos noturnos ainda com 15 anos (é ilegal antes dos 16), ou porque começou a trabalhar ilegalmente antes dos 16 anos, e surgia a barafunda. Todos estes acontecimentos são do conhecimento ou foram sendo denunciados por mim às autoridades competentes desde 2023, conforme consta nos autos da GNR de Monte Redondo, GNR de Vieira de Leiria, ou do CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Leiria. Sem qualquer ação preventiva pelas autoridades, os crimes crescem, contra eles e contra mim, com um sentimento de impunidade total pela sua autora. Comecei esta exposição pública por este assunto, por este tema ser o que considero, perante a minha oposição aos acontecimentos dos mesmos, o fator principal que levou a degradação da nossa relação e as retaliações que hoje me são lançadas, e apesar de algumas tentativas de reconciliação, a separação foi inevitável, sendo que a partir daqui provo do mais asqueroso que o próprio ser humano consegue praticar, com o conhecimento e negligência das autoridades, ou melhor, do meu país a República Portuguesa, e onde vejo as mesmas autoridades ou são inertes por vezes por falhas próprias, ou não têm mesmo autoridade para agir por inércias aplicadas pela própria legislação e da forma leviana como este assunto de violência doméstica é encarado pelas autoridades judiciais e pelo poder político, para mais se as vítimas forem… Homens.
Pois Senhor Presidente da República Portuguesa, permita-me recordar, sou homem, 50 anos, portugês, ex-praticante de artes marciais e sofro violência doméstica há 3 anos pelas mãos de uma mulher. De braços literalmente cruzados, já fui esbofeteado, cuspido, esmurrado ou arranhado, pela ainda minha esposa no papel, e que recusa ao divórcio, inclusive isto sucedeu, parte de agressões estas testemunhadas por dois Guardas da GNR de Monte Redondo no dia 14 de setembro de 2025, que a ouviram acrescentar as agressões físicas que já havia proferido à sua frente, bem explicitamente e a proferir-lhes verbalmente que ou “os guardas me retiravam da minha própria casa, ou então não se admirem que pessoas inocentes se tornam assassinas.” Foi ainda mais explícita e declarou aos guardas de seguida que “se eu não saísse, no dia seguinte estaria morto”. Foram precisas 2 horas de contactos, 2 horas Sr. Presidente, de telefonemas para mesmo que, mesmo na presença de dois GNR eu a ser agredido e ameaçado de morte, estes poderem obter ordem de detenção da cidadã estrangeira. Não os culpo, pelo contrário louvo-os, venho a perceber mais tarde que a GNR se empenhou com os seus parcos recursos legais para agir e para resolver esta questão problemática com a qual eles já lidavam há dois anos. Pelo que percebi, foram movidos nessa noite de domingo 14 de setembro, durante 2 horas, duas, meios de contactos entre postos de Comando, e foi necessário importunar ao domingo duas patentes da Procuradoria Geral da República Portuguesa, acredite-se ou não, foi de Lisboa que houve ordem, Ordem de Gabinete, duas horas depois, para deterem uma cidadã estrangeira, que a 150 Km de distância praticava um inferno de violência física e psicológica nas barbas de dois Jovens e corajosos Guardas da Policia Republicana Portuguesa, que pelos motivos que só eles sabiam, e eu não compreendia, não se atreviam a detê-la. Peço desculpa às Doutas Senhoras do Gabinete da Procuradoria da República envolvidas na decisão, de terem sido importunadas a um domingo por minha causa, Senhor Presidente.
De braços literalmente cruzados me deixei agredir várias vezes, mais de que por convicção de moralidades marciais, o que me impediu de agir ou retaliar foi eu, e ela, sabermos das consequências, como homem, mesmo sendo agredido, de correr o risco de marcar uma mulher. Porque ai do homem que marque uma mulher mesmo que em sua legítima defesa…
Já fui acusado por Silvania Belizário, particular e informalmente, ou oficialmente às autoridades, de coisas como transportar droga no meu carro, que a quis inserir a ela no mundo da prostituição só porque era brasileira, que lhe punha substâncias na bebida para ela praticar cenas obscenas, que bater não lhe batia mas praticava violência psicológica com ela (esta última, entre outras, constam dos autos judiciais) acusações muitas que nem as autoridades validaram ou alguma vez me confrontaram sequer com a maioria delas, concluo eu pela falta de credibilidade que se foi construindo por quem já tinha feito queixas formais que chegaram ao ministerio publico e a vias de julgamento, mas era demonstrado que mentia, e depois ela propria retirava as queixas a conselho do seu advogado, pago pela República Portuguesa, a uma cidadã estrangeira, para incriminar o seu marido português.
Retirava as queixas antes do caso ir mesmo a julgamento e sofrer as consequências do crime de perjúrio. Depois de detida por duas noites, e dois dias depois libertada, fui avisado por ela, ameaçado por ela por escrito, não obstante medidas de coação, e cópia da mensagem nos autos judiciais, de que “a minha morada seria a do inferno” e duas semanas depois tinha de facto a casa a arder. Com ela arderam Moto, equipamentos de lavandaria, equipamento audiovisual profissional, arquivos incalculáveis pessoais meus e de pessoas terceiras, clientes, e arquivos profissionais. Mais de 20.000 euros ardidos em bens pessoais e profissionais. As vizinhas idosas choravam com medo do fogo chegar as suas casas. Casas, bens e vidas humanas foram postas em risco pelo sentimento mesquinho de vingança, e sabor de impunidade, que uma cidadã estrangeira proveniente do país basicamente identificado como no topo dos índices de violência e criminalidade dentre todo o mundo, o Brasil, cidadã que chega a este país de “brandos costumes”, por acaso e pelo contrário, este nosso classificado no topo dos mais seguros do mundo, Portugal. O relato aqui é pessoal, mas todo o mundo sabe que a preocupação e revolta contra o aumento significativo de criminalidade, de onde ela vem, e este tipo de impunidade exibida por cidadãos estrangeiros, que começa a gritar na sociedade portuguesa.
O episódio de incêndio, deu-se em 15 de Outubro de 2025, 30 dias depois de Silvania Belizario ser posta a aguardar julgamento em liberdade, e 15 dias depois de me ameaçar que a minha morada seria um inferno. A Polícia Judiciária de Leiria concluiu tratar-se de fogo posto, decorrem as investigações da PJ, pelo menos assim o espero ou presumo, sem eu ter mais informações até o momento. E continua a impunidade, e a escalada da violência contra mim, no 14 de novembro de 2025, 30 dias depois do incêndio, tive o meu carro e paredes da casa vandalizados, pela trupe de gangue de adolescentes brasileiros locais. Pneus furados já foram por várias vezes. Vizinhos, que tem medo de represálias e não se dispõem a testemunhar, já viram Silvania Belizário a rondar, depois de libertada, as portadas fechadas das janelas da minha casa tentando abri-las com uma faca, acompanhada por uma jovem adolescente.
Quando Silvania Belizário, em 2024 apesar de agressora se fez de vítima com queixa às autoridades de factos inventados, fui eu – homem – rapidamente, em praticamente um mês, constituído arguido, ouvido pelo NIAVE – Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas da GNR de Leiria, presente em audiência ao Ministério Público, coagido pelo Ministério Público a aceitar um acordo deles, sem qualquer investigação ou prova da acusação, em que me propunham a eu pagar uma multa de 500 euros, onde receberia ordem de distanciamento de 500 metros da alegada vítima, onde frequentaria sessões psicológicas por organismo da tutela relacionado com a prevenção de violência doméstica. Fui coagido pelo ministerio púlico a aceitar, ou caso contrário o processo prosseguiria para julgamento com uma provável condenação com prisão prevista, senti-me ameaçado, por quem me devia proteger, pela República Portuguesa, foda-se!
Fui aconselhado pelo meu advogado a aceitar o acordo do Ministério Público, pois pela sua experiência entendia ser demasiado arriscado ir a julgamento. Recusei. Recusei sequer o meu direito de negociar e baixar a penalidade do acordo, porque entendi que aceitar qualquer acordo que fosse, seria assunção de culpa, e isso eu recusava. Nunca pratiquei tais atos, fui sim vítima 3 anos e onde até hoje, e inclusive naquele mesmo processo, me mantive calado, porque a integridade de dois menores estava em causa. Em resposta e vencido o tempo de meu direito de fazer contraproposta ao acordo do Ministério Público, respondi explicando que não aceitaria qualquer tipo de acordo, que era inocente, que a queixosa mentia e demonstrou-se isso mesmo ao Ministério Público, e que não assumiria qualquer ato que pudesse ser interpretado como uma assunção de culpa, pois entendi que não a tinha, e pedi mesmo o julgamento. Tudo isto sucedeu em cerca de um singelo mês. Mas isto foi comigo, que sou Homem, 50 anos, Português.
Ela é Mulher, 48 anos, cidadã estrangeira.
Manipula família, manipula autoridades, age impunemente, desfere piretes com o dedo do meio à Guarda Nacional Republicana ignorando as suas ordens de autoridade várias vezes proferidas. Manipula o Grupo Motard do qual me desvinculei das responsabilidades que alí detinha nos Órgãos Sociais, e à posição de simples Sócio mesmo renunciei, e onde Silvania Belizário fez duas alianças com pessoas que também elas pretendiam já comigo vingança, por represálias de um processo disciplinar que minhas responsabilidades nesta associação motard em causa me levaram a ter que instaurar, por recurso a violência reiterada. Isento aqui de culpas o Motoclube em causa, a sua Direção, Presidente, assim como Sócios em geral, pois que são aqui também igualmente vítimas da manipulação desta brasileira. Refiro-me sim a dois sócios em concreto que ameaçaram publicamente a minha integridade física, lamentando eu hoje que a minha moral de combate adquirida, não me permita defender-me ao ataque, ou bater em mulheres, crianças, velhos, ou bêbados. As pessoas em causa encaixam-se nestes últimos.
Ela é Mulher, 48 anos, cidadã estrangeira. Das agressões físicas e ameaças de morte proferidas e presenciadas pelos guardas da GNR de Monte Redondo em setembro de 2025 resultou a sua detenção em flagrante delito, esteve presa por duas noites no Posto da GNR da Batalha até ser apresentada a juiz, o qual lhe decretou como condição para aguardar julgamento em liberdade, e ela aceitou, medidas de coação preventivas, até haver julgamento. No entanto tais medidas de coação e informações do processo que já tentei obter das instituições envolvidas: Tribunal Judicial de Pombal, do Tribunal Judicial da Marinha Grande, Ministério Público da Marinha Grande, ou NIAVE da GNR de Leiria, parecem que estavam paradas mais de um mês depois da detenção da ré, e proferência pelo juiz das mesmas, na mesa da Procuradora do Ministério Público da Marinha Grande. E quando necessitei delas, se bem entendi, não constavam ou estavam ainda disponíveis do processo, ou pelo menos a GNR não tinha delas conhecimento quando foi necessário voltar a chamar e a Guarda intervir. Respondem-me que não sabem em que moldes foram decretadas essas medidas, o que foi proibido à ré de praticar, de se movimentar, ou agir.
Com isto, e depois de Silvania Belizário ser libertada, já ocorreu incêndio confirmado ser fogo posto pela Polícia Judiciária, com risco de se propagar às casas contíguas, e inclusive risco de vidas humanas. Ocorreu, um mês depois vandalismo na minha casa, de madrugada enquanto eu ali dormia. Vandalismo a bens, casa, viaturas, moto e carro tem ocorrido com um encolher de ombros abismal de resposta. Recebo ameaças frequentes de várias formas e géneros. Um adolescente estrangeiro com 17 anos, filho dela, a enveredar pelo mundo do vandalismo e criminalidade de gueto e exclusão social, e mais uma criança, filho dela de 10 anos largado à sua sorte, miúdos estes, em acidente que constará dos autos da GNR de Monte Redondo que fez a ocorrência no local, em processo de acidente de viação em 2024, que só não se feriram gravemente ou pior, morreram… porque “ao menino e ao borracho, Deus põe a mão por baixo” já diz o povo. Neste acidente de trânsito, a viatura conduzida por outro cidadão brasileiro, sem carta nem habilitação para conduzir, nem brasileira nem portuguesa, não tem carta, em que resultou em acidente grave com outra viatura, sendo que 3 pré-adolescentes e dois jovens adultos foram ordenados nestes moldes a seguirem viagem pelo próprio pai das crianças, o cidadão brasileiro inicialmente mencionado que se encontrava alcoolizado, ele e o dono da viatura, no local onde todos haviam jantado, e isto para levarem a namorada do filho mais velho a casa. Para quem ligou o meu enteado à uma hora da manhã preocupado e a pedir ajuda? Não foi à mãe que dormia ao meu lado. Foi para mim.
Foi-me informado aquando da libertação da agressora telefonicamente pelo Tribunal da Marinha Grande, que esta não me poderia contactar por qualquer meio sob pena de ser novamente detida e aguardar julgamento em prisão, no entanto sempre contactou e apareceu a minha porta desde o primeiro dia de libertação, é vista a rondar a casa, passa todos os dias a minha porta, e inclusive para o seu carro, despeja o lixo nos caixotes públicos mesmo em frente à janela onde eu trabalho, acena e insulta com o dedo do meio em minha direção, tenho os registos disso, mas… quando as autoridades são chamadas, a GNR até vem, para dizer que não podem agir nem nada fazer pois as medidas de coação são ainda desconhecidas por eles, eles que supostamente deveriam ser a primeira linha de combate à criminalidade e a nos proteger, eles cujo lema é “Pela Lei e Pela Grei”, que desconhecem que lei aplicar neste caso porque as medidas de coação imprescindíveis para poderem agir e que já lhes teria permitido deter e manter em prisão a cidadã, isto desabafado pela Guarda, e a partir daqui é desabafo meu, nada feito porque as medidas de coação páram pelo visto numa secretária qualquer da Procuradoria do Ministério Público. Neste momento Silvania Belizário diz sem pudor pelas redes sociais que irá ao Brasil resolver assuntos pessoais. Pudera, eu no lugar dela também me passaria pela ideia eventualmente fazer o mesmo. E gaba-se a terceiros que o atual companheiro já lhe conseguiu um empréstimo de 20.000 Euros, para lá irem em janeiro/fevereiro, ao Brasil.
Secretarias portuárias portuguesas, não poderão à imitação das vossas congeneres escolares tapar os olhos à lei e processos em curso, e deixá-los mesmo ir? Sem volta?
Sou Homem, 50 anos. Portugês, com orgulho!
Sofro Violência Doméstica há 3 anos.
Chegou a hora de descruzar os braços e agir, Senhor Presidente, não propriamente por mim que há vários meses resisto, mas pela dor conjunta e mais aguda ou a da vergonha de crianças e outros, muitos outros, Homens feitos, que por isto também estão a passar. Com esta dor que já não dá mais para calar, nem de deixar de atacar, se solta o gatilho para encher o peito ar, e com toda a força, agir, pugnar e invocar :
JUSTIÇA!
Sem mais alternativas resta-me responsabilizar judicialmente o Estado da República Portuguesa,
de quem Vossa Excelência é o mais alto representante da nação.
De V. Exa. com os meus melhores cumprimentos
Paulo César Jerónimo da Silva
São Julião da Figueira da Foz, 26.08.1975
Cartão Cidadão 10773694 2ZX5
Vieira de Leiria, 16 de Dezembro de 2025
——
A presente missiva é dirigida a Sua Exa. Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, Palácio de Belém, Calçada da Ajuda,1349-022 Lisboa, sendo enviada cópia para conhecimento a todos os organismos ou instituições nesta missiva visados, nomeadamente: Posto de Comando da GNR de Vieira Leiria, Posto de Comando da GNR de Monte Redondo, Comando Distrital da GNR de Leiria, NIAVE – GNR Leiria, CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Leiria, Policia Judiciária de Leiria, Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria, Escola Profissional de Leiria, Motoclube Veteranos do Asfalto de Porto de Mós.
O inteiro teor desta missiva é tornado de conhecimento público, com publicitação aos órgãos de imprensa regionais e nacionais portugueses, assim como foi a missiva também submetida à Comissão Europeia dos Direitos do Homem – Cour Européenne des Droits de l’homme, F-67075 Strasbourg Cedex, França.
——
Nota Final,
Com o meu sentido reconhecimento e gratidão às forças policiais portuguesas, que apesar de eu perceber até que ponto se encontram maneteados para devidamente agirem na sua principal função, que é a de proteger os seus cidadãos, desempenharam um papel importantíssimo paralelo sempre com conselho sábio e sensato ao final de cada intervenção. Tem sido deles o maior apoio psicológico recebido, a força e confiança de resistir, sem perturbar o seu trabalho, e deixando-os fazer o que podem.