Le disque vynil qui est presenté ici a été une découverte et a été aussi une agréable surprise. C’est une compilation que j’ai acquis récemment. Ce mélange entre la culture française et l’accent anglais est toujours étrange… Les quatre frères Wiilcox sont Britanniques et ils ont vécu en France, pays où ils ont publié leur deuxième disque.
Ainda na senda de música metálica com ligações francesas, o álbum em vinil aqui presente, Willcox – ‘Hot Blood‘ (1984), foi uma agradável surpresa descoberta numa colecção de vinil que adquiri recentemente.
É que não deixa de ser estranho a mistura da cultura francesa com a pronuncia inglesa…
Os irmãos WillCox são 4 Britânicos, que viveram em França onde lançaram este seu segundo e último álbum.
A composição da banda conta então com:
Sammy Willcox : voz, Guitarra baixo
Peter Willcox : Voz, Gitarra Terry Willcox : Voz, Teclas Philippe Vandamme : Guitarra
Nas trilhas deste vinil, disponível para descarga aqui, ou aqui , para além do primeiro tema que este post apresenta, e que dá nome ao disco: ‘Hot Blood’ , contam-se e cantam-se ainda:
Lado A
Lado B
01 Hot Blood 02 Rock Boy 03 Our Love is Gone 04 Love Child
05 Cut Down By Love 06 Be Your Hero 07 Hold on We Comin’ On 08 Heart on Fire
Le thème de la musique du clip français Heavenly est ” lost in your yes” (Perdu dans tes yeux). Pourquoi le créateur graphique de ce clip nous montre des seins de femme et non pas de beaux yeaux ?
Sans doute parce qu’un bon graphiste sait que nos yeux s’écarquillent devant des images interrogatives. Et il me semble que c’est l’idée de ce clip. Lorsque Nuno me dit que ma conception graphique de Cosméticas explique son succés, je suis d’accord 🙂 .
“Passe a imodéstia” – e abrindo já aqui um parênteses: eis uma das frases que se tivesse de ter uma imagem gráfica, caricaturava-a logo de imediato com o Presidente de Câmara da minha vila, porque nunca se cansa da usar – passe portanto a imodéstia :-), não raras vezes o colaborador PortoMaravilha, o amigo Nuno, atribui como uma das chaves do sucesso que reconhecemos ao ‘nosso’ Cosméticas, como que sendo o trabalho gráfico aqui desenvolvido, e sabido ser da responsabilidade do Mr, MrCosmos.
Nunca deixando de concordar com ele, é facto que aprecio e tento ter cuidados acrescidos com o aspecto gráfico do blog, no entanto é bom não desperceber que sem conteúdo, o bom grafismo ate pode ser um bom balão de oxigénio, mas de pavio curto, temporário.
Relacionado com isto, fica um desafio assim, tipo… fim de semana. Pois que se reflicta na importância e preponderância que o aspecto gráfico pode exercer.
O vídeo presente, como qualquer arte gráfica, pode não conquistar todos os gostos, mas ‘saltará, sem dúvida, à vista’.
Este vídeo achei-o divinamente inteligente no dia em que o conheci.
Ao assisti-lo, se os espectadores ainda não tiverem sido convencidos pela arte gráfica e sonora introduzida, então, eis que entra um cliché, que nem anúncio de filme de cinema à portuguesa: umas cenas, dispensáveis mas sempre apreciáveis, de gajas ‘mamalhudas’ a rematar. um bom motivo portanto para se aguentarem, ainda que não gostem, e ‘mamarem’ tudo até o fim.
Se não, pensem comigo: sendo que o tema musical do videoclip desta banda francesa, dos parisienses Heavenly , é “Lost in your eyes” (Perdido em teus olhos), porquê o realizador ou editor do vídeo se foi perder mais entre mamas e afins do que com apenas uns belos pares de olhos?
Porque um bom artista gráfico sabe-o: “Os olhos também comem”! E parece-me somente esta a ideia presente no video, do princípio até o fim.
Le thème de la musique du clip français Heavenly est ” lost in your yes” (Perdu dans tes yeux). Pourquoi le créateur graphique de ce clip nous montre des seins de femme et non pas de beaux yeaux ?
Sans doute parce qu’un bon graphiste sait que nos yeux s’écarquillent devant des images interrogatives. Et il me semble que c’est l’idée de ce clip. Lorsque Nuno me dit que ma conception graphique de Cosméticas explique son succés, je suis d’accord 🙂 .
“Passe a imodéstia” – e abrindo já aqui um parênteses: eis uma das frases que se tivesse de ter uma imagem gráfica, caricaturava-a logo de imediato com o Presidente de Câmara da minha vila, porque nunca se cansa da usar – passe portanto a imodéstia :-), não raras vezes o colaborador PortoMaravilha, o amigo Nuno, atribui como uma das chaves do sucesso que reconhecemos ao ‘nosso’ Cosméticas, como que sendo o trabalho gráfico aqui desenvolvido, e sabido ser da responsabilidade do Mr, MrCosmos.
Nunca deixando de concordar com ele, é facto que aprecio e tento ter cuidados acrescidos com o aspecto gráfico do blog, no entanto é bom não desperceber que sem conteúdo, o bom grafismo ate pode ser um bom balão de oxigénio, mas de pavio curto, temporário.
Relacionado com isto, fica um desafio assim, tipo… fim de semana. Pois que se reflicta na importância e preponderância que o aspecto gráfico pode exercer.
O vídeo presente, como qualquer arte gráfica, pode não conquistar todos os gostos, mas ‘saltará, sem dúvida, à vista’.
Este vídeo achei-o divinamente inteligente no dia em que o conheci.
Ao assisti-lo, se os espectadores ainda não tiverem sido convencidos pela arte gráfica e sonora introduzida, então, eis que entra um cliché, que nem anúncio de filme de cinema à portuguesa: umas cenas, dispensáveis mas sempre apreciáveis, de gajas ‘mamalhudas’ a rematar. um bom motivo portanto para se aguentarem, ainda que não gostem, e ‘mamarem’ tudo até o fim.
Se não, pensem comigo: sendo que o tema musical do videoclip desta banda francesa, dos parisienses Heavenly , é “Lost in your eyes” (Perdido em teus olhos), porquê o realizador ou editor do vídeo se foi perder mais entre mamas e afins do que com apenas uns belos pares de olhos?
Porque um bom artista gráfico sabe-o: “Os olhos também comem”! E parece-me somente esta a ideia presente no video, do princípio até o fim.
A última produção de Mariza está a conhecer um grande sucesso internacional.
É um fado que mergulha nas raízes Africanas de Mariza. Um fado que, longe da opressão e da censura fascista Salazarista, regressa às suas origens primeiras ou Africanas ?
Pode-se ler aqui este belo artigo de Eliane Azoulay.
“Parva que sou” – a nova música dos Deolinda, estreou no Coliseu do Porto há cerca de duas semanas, cumprindo o espectáculo mais duas repetições naquela sala, e outra no Coliseu de Lisboa.
A receptividade do público foi abismal, surpreendendo pelo visto os próprios artistas, que já anunciaram que estão a tratar da masterização do novo tema a fim de ficar disponível nos próximos dias para as rádios e público em geral, sendo que gravações amadoras da música extrapolaram de imediato para as redes sociais online.
Um “novo hino dos Deolinda”, dizem, que reflecte as preocupações de uma geração.
Interessante: em vinte anos a questão evoluiu de “rasca” para … “parva” (?).
O álbum de Deolinda, “Dois selos e um Carimbo”, está na moda em Paris. Foi citado em destaque nas páginas culturais do diário “Libération” de 13 e 14 de Novembro.
A representação ao vivo, sábado dia 15, no “Café de la Danse”, bem perto da Praça da Bastille deixou entrever que o Fado se vai afirmando, uma vez liberto das amarras salazaristas.
Qual viola Portuguesa, qual guitarra Portuguesa e qual o quê ?
O Fado que já não é Fado vai recuperando a sua liberdade e a sua arte.
Le Fado semble continuer à se libérer de ses démons salazaristes !
Depuis le 25 avril, plusieures tentatives ont réussi à libérer le Fado du carcan salazariste ou fasciste.
Rão Kyão a été le premier.
Zambujo suit les mêmes traces. Du Brésil jusqu’au Portugal ou vice-versa.
Il n’est jamais simple de traduire : Mais “un coup de blues” veut bien un “Estou Fadado”…
Suivent les choix Emmanuelle Honorin dans la révue Géo :
A lire:
Source : Géo, oct 2010, p. 138
Nuno
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Durante anos, o Fado foi instrumentalizado pelo salazarismo que lhe roubou a sua história e memória.
Penso que o primeiro a dar de novo voz ao Fado, a lembrar que este é improvisão e variação foi Rão Kyão…
O que é certo é que, após o 25 de Abril de 1974, a sociedade Portuguesa, quer se queira ou não, nunca mais será estática.
A revista, Géo, publicação de grande difusão em França, apresenta, em destaque, nas suas escolhas musicais, o artista em vista : António Zambujo.
Nunca é fácil traduzir : Mas acho que a expressão Francesa bem educada, “J’ai un coup de blues”, para exprimir estou triste e sem eira nem beira, em nada ficaria a dever à espressão Portuguesa “Estou Fadado” que ainda estará para inventar ? ….
Se o Blues é arte porque não o Fado ?
Segue em integralidade as escolhas de Emmanuelle Honorin, na revista Géo.
Les deux concerts de Lady Gaga prévus vendredi et samedi ( le 22 & 23 Oct ) à Paris sont annulés.
Bien qu’archi-complets, ces deux concerts furent annulés pour des raisons logistiques. Il semble que le mouvement de grève pertube les conditions logistiques des concerts.
On se demande si après avoir mimé Madonna, Lady Gaga n’est pas devenue la Marie de Louis XVI ?
Os dois concertos previstos, em Paris, pela nova rainha da Pop, a realizar em 22 e 23 de Outubro deste mês, foram anulados.
Segundo consta, os dois concertos com bilheteira já esgotada foram cancelados porque o movimento de greve Francês não permite boas condições logísticas.
É de se perguntar se após ter mimado Madonna, se Lady Gaga não mima a Marie do rei Louis XVI ?
Les deux concerts de Lady Gaga prévus vendredi et samedi ( le 22 & 23 Oct ) à Paris sont annulés.
Bien qu’archi-complets, ces deux concerts furent annulés pour des raisons logistiques. Il semble que le mouvement de grève pertube les conditions logistiques des concerts.
On se demande si après avoir mimé Madonna, Lady Gaga n’est pas devenue la Marie de Louis XVI ?
Os dois concertos previstos, em Paris, pela nova rainha da Pop, a realizar em 22 e 23 de Outubro deste mês, foram anulados.
Segundo consta, os dois concertos com bilheteira já esgotada foram cancelados porque o movimento de greve Francês não permite boas condições logísticas.
É de se perguntar se após ter mimado Madonna, se Lady Gaga não mima a Marie do rei Louis XVI ?
Chamam-lhe música de intervenção.
“Parva que sou” – a nova música dos Deolinda, estreou no Coliseu do Porto há cerca de duas semanas, cumprindo o espectáculo mais duas repetições naquela sala, e outra no Coliseu de Lisboa.
A receptividade do público foi abismal, surpreendendo pelo visto os próprios artistas, que já anunciaram que estão a tratar da masterização do novo tema a fim de ficar disponível nos próximos dias para as rádios e público em geral, sendo que gravações amadoras da música extrapolaram de imediato para as redes sociais online.
Um “novo hino dos Deolinda”, dizem, que reflecte as preocupações de uma geração.
Interessante: em vinte anos a questão evoluiu de “rasca” para … “parva” (?).
Naquele tempo mostrava-se o cu. Hoje cada vez mais, “quem tem cu, tem medo”.
Edit (14.02.2011): Nem à propósito, anuncia-se um toca à reunir e protestar, aqui.
“Sou da geração sem remuneração e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar, já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar, que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração casinha dos pais, se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, marido, estou sempre a adiar e ainda me falta o carro pagar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar, que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração vou queixar-me pra quê? Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração eu já não posso mais que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar, que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar..
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Relacionado: Um Chá com um cheirinho de Fado, por favor !