

“Ma génération a commencé sa vie amoureuse et sexuelle dans la terreur du sida. Il me semble qu’elle ne s’en est jamais vraiment remise.”
Source: Télérama, nº32111, p12 / Photos: Télérama, nº32111, p.14 & Libé, 18 Jul 2011
Nuno

Segundo Christophe Honoré, realizador de “Les Bien Aimés“:
“A minha geração começou a sua via amorosa e sexual debaixo do terror da sida. Parece-me que, realmente, nunca se tranquilizou quanto a esta.”
Fonte: Télérama, nº32111, p12 / Fotos: Télérama, nº32111, p. 14 & Libé de 18 de Jul de 2011
Nuno
Cuba dans les années cinquante est un état gangrené par la corruption et les dollars.
A travers l’histoire d’amour entre ces deux personnages, c’est un hommage qui est rendu au cinéma d’animation et au Jazz des années cinquante.
Images: Médias fr
Nuno

O filme de Fernando Trueba e Javier Mariscal mergulham-nos numa história de amor onde o Jazz é rei.
Se o cenário decorre no fim dos anos 40 em Cuba, país poluído pela prostituição e os dólares, o mesmo cenário mostra-nos que os Cubanos integrarão no Jazz novos ritmos latinos e africanos.
O filme “Chica & Rita” (trailer aqui) é uma bela obra muito bem documentada que mostra que o cinema de animação ainda existe.
Interessante observar que os mídias Franceses optaram, quer pela imagem em preto e branco quer pela imagem em cor, no que diz respeito à apresentação do filme.
Este filme é não só uma homenagem ao cinema de animação como também é uma homenagem ao Jazz dos anos cinquenta.
Imagens: Midias fr
Nuno
Le texte d’Agnès Pellerin nous montre un regard différent sur l’histoire du Fado.
Le texte d’ Agnès Pellerin peut être lu ici: lien (attendre pour le téléchargement du pdf)
Nous remercions vivement la collaboration de la revue Latitudes.
Source: Revue Latitudes, nº26, avril 2006
Nuno

O texto de Agnès Pellerin apresenta-nos uma história do Fado que esclarece a ambivalência desta forma musical.
É um olhar exterior a Portugal que mostra que o Fado sempre soube, graças às suas origens populares, guardar a ideia que a vida é movimento.
As suas origens populares permitiram-lhe conservar, “bom ano mau ano”, uma recusa de qualquer identificação com os modelos elitistas, ou seja, a expressão de desconfiança em relação à cultura oficial.
O texto de Agnès Pellerin pode ser lido aqui: link (aguardar pela descarga do pdf)
O Cosméticas deixa, aqui, bem expresso, o seu agradecimento à revista Latitudes.
Fonte: Revista Latitudes, nº26, Abril 2006
Nuno
Le dernier numéro de la revue Next m’a interrogé à bien d’égards.
S’il me semble normal présenter une actrice de 22 ans, Ana Girardot, en pleine ascension, par contre il me semble anormal d”isoler les paroles d’un troubadour hors son contexte.
C’est interrogatif à mes yeux: mais si ça trouve j’ai besoin d’une loupe. Etonnant que la photo se contente d’oublier les vers primordiaux du poème de Jacques Brel.
La chanson de Jacques Brel, Le Moribond, est la vie!
Voici la suite: “Je veux qu’on danse…quand c’est qu’on me mettra dans le trou.”
Qui a peur du cancer?
Que veut-on vendre?
Photo: Next, juin, 2011, p.56
Nuno
O último número da revista Next ( jun 2011 ) dedica várias páginas a Ana Girardot.
Uma actriz de 22 anos que começa a ganhar nome.
Se a apresentação da actriz é conforme a qualquer “artigo jornalístico”, já me parece interrogativa a foto publicada por Next e que aqui se reproduz.
Com efeito, os versos citados são os da canção de Jacques Brel, “Le Moribond“.
Jacques Brel escreve e musica esta canção porque sabe que tem um cancro. O seu poema é um hino à vida!
Curioso que os últimos versos não apareçam: “Quero que riam… Quero que dancem quando me enterrarem”.
O que se procura vender?
Foto: Next, jun, 2011, p. 56
Nuno
Avec tout cela, je ne sais pas si dois m’ excuser devant une telle ignorance ou si je dois m’en enorgueillir. Je continue à 35 ans à découvrir que “vivre c’est apprendre” : même dans un domaine qu’en théorie nous commençons à explorer dès l’âge tendre.

Que Paris era a cidade do romantismo, já sabia, o que desconhecia completamente era o termo “beijo francês”.
Nem me passaria pela ideia que o típico “linguado” em Portugal, ou “beijo de língua” no Brasil, é conhecido em muitos países como tal: beijo francês.
Com isto, nem sei se deva pedir desculpa por tamanha ignorância, ou se me deva orgulhar por aos 35 anos continuar verificar que “viver é aprender”, ainda que num assunto que supostamente começamos a doutrinar-nos com tenra idade…
A história é rápida e resume-se a expectativa do aguardado “primeiro beijo de casados”, que até teve direito a “sessão dupla” (dois beijos), de William e Kate no já proclamado como casamento do século. O Jornalista narrava a peça do momento, salientando que era inédito na história e tradição dos casamentos reais ingleses, dois beijos que levaram a multidão ao delírio, e que , portanto, palavras dele: “só não houve direito a beijo francês”.
Ora vendo eu que os beijos em causa se tratavam de 2 tipicos “beijos chochos”, “chapinha”, ou “encosto de bateria” como eu custumo dizer, facil foi desconfiar que o que o jornalista queria ver era um linguado, a grande e a francesa…
Seja como for, nestas coisas há que nos documentar, e por muito detractor que o Catedrático Professor Francês PortoMaravilha seja da “wikicoisa” 🙂 , e me dê umas reguadas na mão cada vez que a uso, nada como uma espreitadela rápida para o teste no sítio das cabulas online, e em pt, em pt.
foto: “Le Baiser de l’ hotel de ville”, Paris 1950, Robert Doisneau / música: Primeiro Beijo – Rui Veloso
Avec tout cela, je ne sais pas si dois m’ excuser devant une telle ignorance ou si je dois m’en enorgueillir. Je continue à 35 ans à découvrir que “vivre c’est apprendre” : même dans un domaine qu’en théorie nous commençons à explorer dès l’âge tendre.

Que Paris era a cidade do romantismo, já sabia, o que desconhecia completamente era o termo “beijo francês”.
Nem me passaria pela ideia que o típico “linguado” em Portugal, ou “beijo de língua” no Brasil, é conhecido em muitos países como tal: beijo francês.
Com isto, nem sei se deva pedir desculpa por tamanha ignorância, ou se me deva orgulhar por aos 35 anos continuar verificar que “viver é aprender”, ainda que num assunto que supostamente começamos a doutrinar-nos com tenra idade…
A história é rápida e resume-se a expectativa do aguardado “primeiro beijo de casados”, que até teve direito a “sessão dupla” (dois beijos), de William e Kate no já proclamado como casamento do século. O Jornalista narrava a peça do momento, salientando que era inédito na história e tradição dos casamentos reais ingleses, dois beijos que levaram a multidão ao delírio, e que , portanto, palavras dele: “só não houve direito a beijo francês”.
Ora vendo eu que os beijos em causa se tratavam de 2 tipicos “beijos chochos”, “chapinha”, ou “encosto de bateria” como eu custumo dizer, facil foi desconfiar que o que o jornalista queria ver era um linguado, a grande e a francesa…
Seja como for, nestas coisas há que nos documentar, e por muito detractor que o Catedrático Professor Francês PortoMaravilha seja da “wikicoisa” 🙂 , e me dê umas reguadas na mão cada vez que a uso, nada como uma espreitadela rápida para o teste no sítio das cabulas online, e em pt, em pt.
foto: “Le Baiser de l’ hotel de ville”, Paris 1950, Robert Doisneau / música: Primeiro Beijo – Rui Veloso

Em tempos, até porque lhes tenho alguma afinidade, já os tinha apresentado por aqui.
Depois do anterior “Before we all implode”, os Monomonkey lançaram o seu segundo álbum, “Bon-Encontre” com uma grande particularidade: a banda disponibiliza as músicas deste 2º álbum para download de forma legal e… gratuita (!)
Os interessados podem descarrega-lo aqui.

Em tempos, até porque lhes tenho alguma afinidade, já os tinha apresentado por aqui.
Depois do anterior “Before we all implode”, os Monomonkey lançaram o seu segundo álbum, “Bon-Encontre” com uma grande particularidade: a banda disponibiliza as músicas deste 2º álbum para download de forma legal e… gratuita (!)
Os interessados podem descarrega-lo aqui.

Ainda na senda de música metálica com ligações francesas, o álbum em vinil aqui presente, Willcox – ‘Hot Blood‘ (1984), foi uma agradável surpresa descoberta numa colecção de vinil que adquiri recentemente.
É que não deixa de ser estranho a mistura da cultura francesa com a pronuncia inglesa…
Os irmãos WillCox são 4 Britânicos, que viveram em França onde lançaram este seu segundo e último álbum.
A composição da banda conta então com:
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Sammy Willcox : voz, Guitarra baixo Peter Willcox : Voz, Gitarra |
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Nas trilhas deste vinil, disponível para descarga aqui , ou aqui , para além do primeiro tema que este post apresenta, e que dá nome ao disco: ‘Hot Blood’ , contam-se e cantam-se ainda:
| Lado A | Lado B |
| 01 Hot Blood 02 Rock Boy 03 Our Love is Gone 04 Love Child |
05 Cut Down By Love 06 Be Your Hero 07 Hold on We Comin’ On 08 Heart on Fire |