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  • Conversas com os botões da camisa (3) : …………… ……Jogos Eletrónicos – A Velha Cobaia Tecnológica

     

     

    O mundo evoluiu, e evoluiu a vários níveis, mas uma das vertentes dessa evolução e que interfere com tudo o resto, a que se pode considerar mais marcante e preponderante no quotidiano dos cidadãos desta pequena “Aldeia Global” em que o planeta se tornou, tem que ver com os da evolução tecnológica. 

    Os modos de interação do próprio homem enquanto indivíduo têm sido inatamente, e por culpa dela, modificados no último século, e isso é por demais evidente, sendo observavel desde logo nas camadas mais jovens, as crianças.

     

    Os jogos fazem parte da história da evolução humana, constituindo uma parte fundamental na sua cultura. Segundo Huizinga (1971), o jogo é primitivo, anterior à cultura, e é parte da vida individual e da sociedade. Portanto, é um processo inerente à mesma, e não o resultado de uma expressão cultural. Para este autor, o jogo é essencial para a humanidade, parte integrante da vida, e tem uma função vital para a sociedade e cultura. Partindo desta premissa, proponha-se:

     

    Uma breve reflexão sobre os jogos: modo vs género«

     

    Se observarmos, na vertente das brincadeiras e passatempos da mocidade, e não obstante existirem fáceis conclusões consensualizadas de que “no meu tempo é que era bom” – até porque provavelmente não será fácil pôr algum sentimento de saudosismo e nostalgia de parte nestas alturas de comparação – observe-se no entanto que a tradição de muitos dos jogos antigos se mantiveram intactos até os nossos dias, continuando o mesmo género de brincadeiras a predominar sobretudo nos pátios e recreios escolares durante a primeira infância, tendo passando de geração em geração, o que só nos pode parece salutar. Não será difícil, a um bom observador, continuar a encontrar a prática dos jogos tidos por tradicionais, em tais recintos.

     

    A grande diferença e evolução que se verifica, encontramo-las mais no modo do que propriamente no género de brincadeiras que se praticam, sobretudo na entrada da pré-adolescência,  tendo em conta que, como em tudo o resto, também a recreação das crianças e adolescentes sofreu o respetivo progresso relacionado com a “evolução dos tempos”. De resto, tal não será característica exclusiva dos mais novos. Se não, que dizer da evolução sofrida na recreação e passatempos entre a população mais adulta, por exemplo? Quem vai hoje em dia ao cinema, ao teatro, “à bola” – assistir à partida de futebol do clube da terra?

    Parece plausível que tal evolução dos tempos está presente no quotidiano de qualquer faixa etária, não será um exclusivo dos modos de recreação dos mais novos como por vezes  a critica dos mais velhos tende a fazer parecer.

     

    O problema é que as atividades em estilo de recreio em grupo  são cada vez mais escassas e substituídas por atividades individualistas. As brincadeiras e recreação deixaram de ser praticadas ao ar livre para serem cada vez mais praticadas em recintos fechados. Primeiro, talvez por “culpa” da televisão, que nos empurrava paulatinamente para dentro de casa, mas ainda assim, assistia-se a estes eventos televisivos em conjunto, fosse mais familiar ou entre amigos, até porque a oferta não era muita ou diversificada. Depois, e com a expansão da internet, o aparecimento de chats de conversação, mensagens instantâneas, e mais tarde, das redes sociais online, foi crescente  a grande abertura para o isolamento cada vez maior que tal proporcionou.

     

    Mas a evolução tecnológica não será certamente “culpa solteira” neste fenómeno. O aumento de criminalidade crescente e consequente falta de segurança cada vez maior entre as sociedades em meios mais ou menos urbanos, também é um fator relevante e “castrador” na quebra do “à vontade” com que antigamente se permitia o vaguear pelas ruas, inocente e descansadamente.

    Portanto, não diria, de todo, e ao contrário do que parece ser uma ideia um pouco generalizada, que o género (tecnológico) dos novos jogos e passatempos da atualidade tenham vindo a prejudicar o desenvolvimento, da juventude em formação. Antes, questionável parece ser o que o modo (individualista e descontrolado) dos mesmos, em grande escala, podem vir a desempenhar. No entanto, estes tratam-se de apenas mais uma das vertentes contributivas para o isolamento do individuo, que acompanhou toda uma era tecnologicamente evolutiva, e tendo em conta que o “jogar” é um fenómeno e uma carência intrínseca na humanidade.

     

    Jogos Eletrónicos: da revolução à popularização«

     

    Entre as características mais significativas dos jogos está o “fazer de conta”. Presente em todos os jogos eletrónicos, ele auxiliou a revolucionar o mundo do jogo, transformando-o em um ambiente totalmente interativo. Apesar dos limites tecnológicos (sempre presentes), o “fazer de conta” digital permite que o jogador interaja com o mundo virtual (em ambiente gráfico). Isso tornou-se um auxílio para a imaginação, e contribuiu para o crescimento do interesse pelo jogo eletrónico, já que este ilustra o mundo do jogo de uma forma totalmente interativa. Neste sentido, os jogos eletrónicos inovaram o “fazer de conta”.  Ou talvez não….

    As opiniões são sempre discutíveis, e não será difícil questionar este último raciocínio se quisermos levar em conta o exemplo da televisão em detrimento da leitura, que tende a desencorajar o estímulo da imaginação do espectador, por culpa da exposição direta de uma mensagem que dispensa a respetiva transformação imaginária em imagens, pois está tudo lá, na tela. Será tal paradoxo aplicável ao caso dos jogos eletrónicos e seus cenários virtuais?

     

     

     

     

    É com a introdução do Game Boy da Nintendo que se dá a revolução e popularização dos jogos eletrónicos entre os pupilos dos finais anos oitenta, em detrimento dos jogos de cariz mais tradicionais e artesanais.

    Consequentemente, mais do que saber e comparar o tipo de quadro, tamanho de roda ou caixa pedaleira da bicicleta, ou o tipo de boneca  X, Y ou Z, a terminologia e características eletrónicas dos brinquedos passariam a fazer parte do vocabulário da juventude: eis que iniciava a era dos bits e dos bytes.

    A evolução foi de facto tremenda, e a tecnologia, tema que, pessoalmente nunca me  foi indiferente (pelo contrário) passaria a fazer parte das temáticas da juventude.

    Se recordar o prazer proporcionado pelo 1.º Game Boy de ecrã a preto e branco com  processador que corria à velocidade relógio de 4,19 Mhz – com o mesmo sorriso nos lábios de outrora – é uma boa memória, já pensar nos inacessíveis para a maioria das posses económicas da famílias portuguesas, dos microcomputadores para jogos, hoje arcaicos, os Sinclair ZX Spectrum lançados no inicio da década de 80, baseados num processador Zilog Z80-A a 3,50 MHz com 16 Kbytes de memória RAM, e que estava disponível em duas versões: uma com 16 Kbytes de RAM e outra com 48 Kbytes, pode significar o reviver de algum amargo de boca para muitos…

    Este último modelo seria durante anos apenas um sonho para a maioria dos adolescentes dos anos 80.

     

    Daí a importância preponderante que o Game Boy viria a representar para a geração no final dessa década, pois apesar de já ser uma realidade a introdução dos jogos eletrónicos desde o início da década, seria com este modelo de bolso, e sobretudo graças às marcas brancas deste tipo de jogos que surgiriam a pensar nas grandes massas, que se viria a democratizar os jogos eletrónicos acessíveis, até aí apenas entre algumas elites privilegiadas.

    Pensar na possibilidade de jogar em aparelhos que usavam estas grandezas de capacidades de processamento/armazenamento (1 Kilobyte = 1.000 bytes), nos tempos correntes, quando os graus de grandeza e escala “corriqueiros” rondam os Gigabytes (1Gb = 1.000.000.000 bytes aproximadamente) será um simples exemplo da rápida e constante evolução tecnológica sempre em crescente.

    Pode-se dizer que os primeiros jogos electrónicos mais não foram do que protótipos para estudar a capacidade de certas máquinas. A sua criação foi um reconhecimento e materialização do fator lúdico na cultura, mas também na atividade científica.

    Atualmente, os jogos eletrónicos, sobretudo os jogos online, ocupam um lugar cada vez mais significativo na vida das pessoas, nomeadamente os mais jovens, pois eles também introduziram uma nova forma de comunicação entre elas, influenciando assim a sociedade e a cultura. As atividades lúdicas têm papéis fundamentais no desenvolvimento social. Já os jogos eletrónicos, além do desenvolvimento social, influenciam diretamente o desenvolvimento científico e tecnológico, tendo sido aproveitados pela industria particularmente como cobaias do desenvolvimento.

      

    Paulo C. Jerónimo

    in “2012 – O Homem Sonha e o Mundo Pula e Avança”

  • Vie Sans Sens Ou Sem Senso de Vida

     

     

     

    Se por vezes me questiono sobre a necessidade de alguma coragem para um Português atual se envolver, mesmo que esporadicamente, com o idioma francófono, não tenho qualquer dúvida de que aplicar a língua de Asterix e Obelix neste pais – onde a mentalidade “tuga” ainda polula – exige no mínimo e sem dúvida de ousadia.

    O tema do dia hoje pelo Facebook passou por aqui. 

    A coreografa e professora de dança Vanda Costa ousou concluir um espetáculo de dança, de forma sublime ao som do tema “Le Sens de La Vie” da artista Tal, a “Rihanna francessa” (chamemos-lhe assim)  e como tal, diz que não se livrou de ser questionada sobre o uso do francês ali.

     

    Nada que se estranhe entre o Mui Nobre Povo. Apenas mais um apanágio dum pais complexado por muitos dos “seus” , entre outros. Um povo mais enebriado por gostos prosaicos, bafejados por demasiadas americanadas boçais ou inglesadas banais. São os yes man atuais.

    Com a foto no topo, entretanto partilhada no FB da Gisleuda Gabriel, se poupa o meu parlapié. Azar de quem a não sabe “ler”.

     

     

    PS: mas se até a artista no videoclip oficial (link) comete o contrasenso de ostentar Nova Yorque… Há quem não se importe de descer uns degraus. Perdoai-lhes Senhor…

    Este post pode ser lido na continuação de Os Portugueses continuam a saber rir de sí mesmos… et “c’est ça que c’est bon!”


    Paulo Jerónimo

  • E Vão Três

     

     Aujourd’hui Cosmeticas célèbre trois ans. Merci à tous nos partisans!

    Três

    Em Portugal diz-se que “três, foi a conta que Deus fez” – coisas das tradições cristãs associadas à Santissima Trindade.

    O três também orbita bastante na politica atual donde surge a palavra russa troika (тройка) que literalmente se trata duma carroça puxada por três cavalos ou burros…

    “Perder os três”  pode também ser um misto entre a a glória (para as mentes mais libertinas) e a desonra (para os mais púdicos), sexualmente falando. E ainda neste último capítulo, também há quem quando pensa em três associe o numero a umas “ménages” e outras libertinagens 🙂 .


    O Cosméticas faz hoje três anos, portanto respeitinho, que já somos grandinhos!

    Quem também faz anos hoje (50) é a “Garota de Ipanema”, musica incontornável aqui pelo Cosméticas.



    Parabéns a todos vós que nos seguem.

    Um obrigado em particular ao grande amigo Nuno PortoMaravilha.

  • Futebol Clube do Porto 1982-2012 ……………………. …………………….(Os Trinta Anos de Pinto da Costa)

     

     

    The famous Madger’s back heel goal that baptize this type of move in the Final of the European Champions Cup

      

    When I returned to Portugal in 1983, FC Porto was taking its first steps on a long journey that goes on still today.

    After doing a long “journey in the desert” fasting for 19 years without a title from the Portuguese League (1959 – 1978); it was the duo of Jose Maria Pedroto (Coach) and Jorge Nuno Pinto da Costa (Head of Football Department) who gave back the taste of victory to the blue and white adepts of the Portuguese championship in 78/79 season. It was under Américo de Sá presidency, and this was the starting point to a new cycle of many exuberant victories.

     

    The “Futebol Clube do Porto” has always had in its matrix the practice of the football sport, being the oldest football club in Portugal, founded in 1893 by António Nicolau d’Almeida, a merchant of Oporto Wine who has discovered football on his travels to England, however, the Club has always paid special attention to the other sports too.

    Jorge Nuno Pinto da Costa, who had began in the sports leadership with the section of  Hockey Skates of its hometown the so called “Invicta” – the very Noble and Loyal City of Oporto” (D. Maria II, Queen of Portugal) ascends to the presidency of FC Porto in 1982, marking a definite turning point in the club history.

     

    Concerning sport FC Porto wins in the very same year its first international title: the Cup of the Cups Hockey skates and two years later, reaches the final of the same competition but this time in football, losing the Cup against “Juventus”. The street hockey, which until 1982 did not have any title – national or international – made the Cup – Winner Cup – the first step in a journey towards the top of Portugal and World top… Back to the Winner Cup it won several Cups in 1983 winning a “pentacampeonato” (5 consecutive championships) between 1982 and 1987 and was crowned Champion of Europe in 1986 and 1990. Concerning athletics, Aurora Cunha adds titles, she won the Road World Championship 3 consecutive times (1984/85/86).

     

    When I arrived to Portugal, the new cycle initiated by Pinto da Costa had only a few months, but beyond the major factor that was the equipment of FCP, and also the City where I lived and had this football club – San Sebastian. There was Paulo Futre a football player hired from the ranks of SL Benfica was giving the first signs around the world, and I also succumbed to his talent, making me one of his enthusiastic fans.

    Futre and Gomes – Fernando Gomes: a duo of advanced players that made “weep” large crowds, some with joy and other for disappointment or terrible envy…

     

    Yes, I cried, and I remember perfectly even being eleven years old, sitting in a kitchen bench, watching the game in a black and white television, and there was my Porto: in the final of the trial queen of the football competitions: The European Champions Cup, now called UEFA Champions League.

    We were in 1987 when it was the “great glory” of FCP concerning football, with the conquer of this trophy, the European Champions Cup in Vienna against Bayern Munich with a memorable goal from heel Rabah Madjer, which consequently put the team playing in the Intercontinental Cup against Peñarol of Montevideo, during this match the Portuguese team won, and that “only” represents the title of the World Champion Club! And finally “we” played the European Super Cup in 1988 against the Amsterdam club – Ajax.

     

    Also internally FC Porto began to draw a domain that has extended till today.

    The 1990s were especially successful for the football team which was eight times a champion, five consecutive times this was the “Penta” history, who had never been achieved in Portuguese football History. FC Porto was also being successful in roller hockey (including the international level, winning two Cups ESRB), basketball, swimming and boxing. In 1993, the Cultural Council has organized several cultural events to mark the centenary of FCP and has been edited a commemorative numbered medal. FC Porto in 1995 surpassed the 100 thousand members and the following year, was the first time an athlete from FC Porto won an Olympic medal: Fernanda Ribeiro won the 10,000 meters and brought the gold medal from Atlanta (four years later she would bring the bronze medal from Sydney). Concerning handball, FC Porto in 1999 regained the title of national champion which had fled 31 years ago. As a matter of fact, 1999, has been the year of “Penta” too, scored a perfect season for the club who won the four most important modalities concerning the Portuguese sports panorama: football, hockey, handball and basketball.

     

    At the beginning of the XXI century Jose Mourinho arrived to Antas after having worked as head coach at Sport Lisboa Benfica and having been outstanding in União de Leiria. It was thanks to him that Porto football team returned to international titles.

     

    Winning the UEFA Cup, today called Europe League in 2003 and the UEFA Champions League in 2004, already in the new Dragão Stadium – it was a time when FC Porto again achieved full national recognition, it became champion in the four ways. In the very same year, the coach Victor Fernandez won the second Intercontinental Cup which would be added to the “portista” trophy list, a endured game and in the end, after his victory offered to “portistas”, it makes me go back to my 11 when I still was a kid any kid like me in 1987 would have liked it…

     

    FC Porto is now a recognized Portuguese Club, which “gives cards” and is respected as one of the leading ones among the best international teams, being very well known. Its records, surpassed this year (2011) the rival SL Benfica: record of national football titles (68) and some of these – thirty – are very recent and so I could watch them happening…

     

    The following major conquests are: the National and International Championships, dozens of others have been discounted here many Cups and Super-Cups of Portugal could be included in its records:

     

    1983 – Cup Winners Roller Hockey Cup.

    1984 – First European Football Final (Cup Winners).

    1986 – European Champion Clubs’ Cup and Continental Roller Hockey Cup.

    1987 – European Champion Clubs’ Cup, Intercontinental Cup and European. Super Football Cup.

    1990 – European Champion Clubs’ Roller Hockey Cup.

    1994 – CERS Hockey Cup.

    1995/96/97/98/99 – National Championship, National Football “Pentacampeão”

    1997 – CERS Hockey Cup.

    1999 – National Handball title (after 31 years) and national Basketball Championship.

    2003 – Champions of the UEFA Cup (Football).

    2004 – Champions of the UEFA Champions League, Intercontinental Cup

    2006/2007/2008/2009 – National Championship – National Football “Tetracampeão”.

    2011 – National Champion, Champion of the Europe League, in football. National Handball title, national Basketball title, national hockey title (“decampeão” 2000 – 2011 consecutive).

    2012 – National football Championship.

     

    Paulo Jerónimo

    Trabalho desenvolvido no âmbito de formação de Lingua Estrangeira

  • Conversas com os botões da camisa (2) : …………… ……..Mediatismo – Um Paradigma Para a Eternidade

    Impressionante como há certos pensamentos que os encontramos atuais eternamente. Foi o sentimento agora ao reler este texto de 2009.

     

    Não passará certamente despercebido a qualquer cidadão mediano a forma aparentemente combinada como a agenda noticiosa dos vários órgãos de informação debitam as mesmas notícias, num estilo complô, entre rádios, jornais e tv´s. Diariamente.

    A extremidade desta cadeia informativa fica reservada para as televisões, que num estilo fast-food, alimentam a maior parte da população. As consequências por este tipo de ingestão acabam por ser notórias, e entre a população, todos têm sempre uma opinião sobre qualquer assunto formada, mas pouco ou nada substanciada. De resto, a caixa mágica, que tornou o mundo mais pequeno, sabe perfeitamente o que é que os telespectadores em geral querem ou gostam e limita-se a servir as maiorias.

    Isto passa-se em vários outros campos, e como nesta lógica instituída não há lugar para qualquer tipo de escrutínio, nada admira que na evolução do comunicar, e das suas ferramentas, tudo o que meta sangue, desgraça alheia, e comunicação rápida tipo sms, seja chave garantida para o sucesso. Pode não ter credibilidade, mas terá visibilidade. E quem procurar tal, não terá pudor em faze-lo.”

     

    Paulo Jerónimo

    Maio 2009

  • Perguntar Não Ofende ………………………………..#13

     

    Perigo de pedra no sapato{#emotions_dlg.unknown}

     

     


    Depois de eleminados no Mundial  2010 pelos espanhois com um golo em fora de jogo na parte final, só faltava a Portugal chegar a um dos seus melhores níveis exebicionais de sempre e o caraças dos vizinhos que teimam em não deixar de ser estraordinários.

     

    cartune: HenriCartune
  • Perguntar Não Ofende ………………………………..#11

    Então e os putos, pá {#emotions_dlg.unknown}

     

     

    Agora os Portugueses têm de se preocupar é com o futuro das vossas carreiras…

    Com o devido respeito, eu adoro e tenho vocação para a electrónica e audiovisuais mas também já tive de pintar móveis…

     

    Acham mesmo que os portugueses alguma vez tiveram paciência para os vossos duelos? E que estão preocupados com o futuro da classe profissional melhor representada e defendida em Portugal? Então e os putos, aindam servem de arma de arremesso? E que o corte em EVT significa mais uma machadada na cultura e artes portuguesas, não? Foda-se!

     

  • Conversas com os botões da camisa (1) : …………… ………..Carlos Lisboa – Um Paradigma da Atualidade

     

     

    (clicar para ampliar / cliquez pour agrandir)

     

    Tendo contacto com «a rede» e revendo-me nela, cosidero-me pertencente àqueles apelidados pela geração web, surgida nos anos 90.

    Nessa mesma década, profissionalmente, tive de contornar o que já me era completamente estranho e considerava arcaico, a solicitação de contacto via Telefax, perguntando de imediato as empresas do outro lado da linha: “Qual é o  seu email”? 

     

    Sou do tempo e “estive por dentro” do Mirc, dos chats, do estouro do vídeo online e em tempo real, tudo ainda no sec. XX. Ou agora no XXI, sou igualmente apolinário da blogosfera ou das redes sociais.

    De modo que acaba por ser intrinseco e pacifico entre as novas gerações o descriminar abertamente «na rede» as suas etapas de vida, alguns dados pessoais, fotos, e gostos pessoais online. E toda esta prosa para aqui chegar: à lista de gostos pessoais.

     

    Carlos Lisboa teve sempre um lugar cativo nos meus gostos, e foi sempre transportado no meu leque de “exemplos de atitude de vida” pessoais. O basketball foi o único desporto que levei mais a serio enquanto praticante, e de atividade escolar.

    A lista apresentada na imagem inicial, foi a única que, entre  as outras várias de preenchimento para o perfil, quando a compus, tive o cuidado da manter por ordem cronológica, conforme fui estabelecendo contacto emocional com os atletas que considero influentes e exemplos relevantes a destacar.

    Tal como Cristiano Ronaldo nunca me foi considerado digno de entrar nesta galeria desportista pessoal, onde como digo, pesa mais e sobretudo o exemplo de atitude do atleta do que os êxitos desportivos em geral (porque para mim desporto é isso: formação de pessoas) – depois disto, Carlos Lisboa e pior: enquanto treinador (formador) em que o atleta se veio a tornar, também não podia lá continuar. 

     

    O problema não é o errar. O grave é não reconhecer, não emendar.

    Impresionante como a clubite acaba por destruir personalidades que um dia já foram, acima de tudo, icones nacionais.

    Tristes os que se revêem na sua atitude e como exemplo a louvar…

    No dia Internacional da criança, talvez vale-se a pena pensar em que “homens” estamos a formar.

    Paulo Jerónimo

  • Dissonante qb

     

     

    “Mel do Monte” é a miúda.

    “Miúda” , que é precisamente o nome do agrupamento com este tema musical arrojado, e que conta com Pedro Puppe (OIOAI) nas letras, bem como com Tiago Bettencourt juntamente com Fred (Orelha Negra) nos arranjos musicais.

    Mais uma “apadrinada” pela Antena 3, que tem tudo para rebentar em pouco tempo pelas restantes rádios nacionais. veremos…

     

    Mais que uma evolução, com a entrada do novo mílénio a música portuguesa tem conhecido uma certa e assinalavel revolução, nos seu vários estilos.

    No entanto, este «Com quem eu quero» não deixa de ser um tema tipo “pedrada no charco”, pela sua rebeldia. O Albúm para download e mais algumas curiosidades estão disponíveis aqui.