Category: mrcosmos

  • Perguntar Não Ofende ………………………………..#8

     

    “futebol: uma arena de morte” {#emotions_dlg.unknown}

     


     

    AP Photo/Ahmed Hassan 1.fev.2012 – Jogadores do Al-Ahly fogem ao massacre que ocorre no final do jogo contra o Al-Masry

     

    Será de manter esta nossa tag de arquivo na forma interrogativa,mudar para reticências… ou passar para ponto de exclamação? Eis a questão.

  • Televisão Digital Terrestre (TDT)

      

    :: Parte 1 – Do Palavrão ao Apagão ::

     


    A preocupação e curiosidade hoje são comuns a quase todos os cidadãos, mas recuando no tempo, estaríamos algures pelo ano de 2003 quando, pelas revistas da especialidade, aos leitores aficionados da área de Produção Audiovisual  se nos apresenta definitivamente a TDT como uma realidade que era para avançar, num processo  que se  queria célere segundo o nosso governo.

    Deliberado pela União Europeia, a ordem é de um apagão, conhecido pelo “switch off”, das transmissões televisivas no modo analógico, em todos os países membro. 

    Portugal apresentou-se na altura como um pretenso candidato ao pódio, tendo em conta que, a cumprir as primeiras datas estimadas e avançadas, teríamos sido o primeiro país da Europa a migrar do sinal sexagenário analógico,  que ocupa uma imensidão de frequências  e da quota de espetro disponível para a transmissão de dados, acabando por inviabilizar de grosso modo o expandir que a galopante era tecnológica dos anos 2000 impunha, sendo nomeadamente a  4ª geração de telecomunicações móveis, o mais flagrante exemplo em disputa.

     

    Mais do que o entusiasmo da ambição precipitada de calendarização pelo executivo governamental, era sobretudo com desconfiança,  perante uma flagrante sofreguidão mal gerida e “desgovernada”que  os mesmos profissionais encaravam o futuro. Infelizmente comprovou-se estarem certos…

    Da atabalhoada intenção inicial, à  final  conclusiva que por estes dias os portugueses vivem  “in loco”, confrontados com o desmando agora   também do desliga/não desliga recalendarizado – no caso dos emissores que servem o conselho de Porto de Mós tendo sido o apagão adiado em mais um mês, para o próximo dia 13 de Fevereiro –   todo este processo de implementação da TDT em Portugal sempre foi executado por linhas pouco retas.

    Ao invés, é convicção de imensos críticos que tais linhas orientadoras foram sendo sobretudo meticulosamente traçadas a “regra e esquadro, por vezes com recurso ao compasso, de tão obliquas, ou perpendiculares, também paralelas, resumindo: enviezadas.

     

    Não se podem deixar de perceber os lóbis e tremendos interesses que o processo de implementação de TDT em Portugal agitou, bem como tristemente, não se pode deixar de perceber como uma oportunidade que na maioria dos outros países resultou em mais valia e sucesso para os seus cidadãos, que em Portugal apenas resulte em “mais do mesmo” (4 canais), engordando os mesmos de sempre, sendo o processo de migração, em boa parte, custeada pelos próprios cidadãos.

    Como  consequência direta para o nosso conselho destes imbróglios, verifica-se que basicamente as nossas zonas serranas, a excepção de Serro Ventoso e Alqueidão da Serra não estão nem estarão cobertas pelo sinal de TDT, ou a existir, o mesmo é tecnicamente deficiente e inviável, sendo que a solução acaba por ser adquirir equipamentos satélite inflacionando altamente os custos já de si injustos quaisquer que eles fossem, para fazer a migração.

     

    Continuaremos o tema e com dados mais concretos e várias curiosidades, na tentativa de mais alguns esclarecimentos, nas próximas edições do jornal “O Portomosense” .

    Paulo Jerónimo

    (Publicado na edição de 19.jan.2011)

  • Como Substituir o «Calhambeque» do PortoMaravilha em 3 Passos …………………………………..(aussi en fr)

     

    Comme Remplacer la «bagnole» de Nuno PortoMaravilha en 3 étapes 🙂  

     

     

    A pretexto da contrução caseira duma Estação de Trabalho para Aplicações Graficas para o meu *puto*, no 2º ano do Curso de Técnicas Multimédia. 

    Como vês, mon ami Nunô , já não tens desculpas: Não tem nada que saber 🙂 

     

    Paulo Jerónimo

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#7

     

    Onde acaba a arte e começa a ordinarice depende de quem cria ou de quem vê {#emotions_dlg.unknown}

     



     

      Paulo Jerónimo

  • Esse não é o caminho!

     

     

    Quando na penúltima edição de “O Portomosense” me deparei com o destaque de primeira página: “A19 esquece Porto de Mós” , hesitei durante alguns segundos se alguém me teria lido os pensamentos.

    Vários dias antes também havia chegado a casa, tremendamente indignado e triste, por me deparar com tal gritante realidade no dia de abertura desta nova auto-estrada, onde desde o seu início, em Leiria, até o desembocar da mesma no nosso conselho, em Chão da Feira, nem uma única alusão é feita a Porto de Mós, indo os destaques para a Batalha e Alcobaça.

    Anima-me ao menos, dentro do possível, que o sentimento seja partilhado por outros, bem como a iniciativa do nosso Jornal em apontar o tremendo erro, com a devida relevância.

    Mais de que um bom princípio, este deveria ser um sacudir de consciências, o início de inverter caminho.

     

    Será que sim? Aparentemente, agora e depois do mal feito, a preocupação vai no sentido de tentar remediar e reparar aquilo que com algum eufemismo se poderia chamar de “gafe”, não fosse evidente, para os próprios portomosenses, o esquecimento persistente a que as nossas autoridades nos votaram desde há já várias décadas até aos dias de hoje com suas políticas nestes aspectos seguidas.

    Há mais de uma década que entre desabafos, lamento por exemplo, no percorrer da principal via do país, a auto-estrada A1, que com a aproximação das várias saídas relacionadas com a denominada Zona Turística Leiria – Fátima, área a que (só!) geograficamente pelo visto pertencemos, saídas essas às quais acabaremos nós ou nossos visitantes ter de tomar para fazer acesso ao nosso concelho,  e deparar tristemente quer seja no sentido Norte ou Sul da via  com a falta por demais evidente do que seria uma lógica e esperada alusão ao Castelo de Porto de Mós entre tantas  demais portentosas placas distintivas dos monumentos da região. São anunciados com a devida popa e circunstância desde os mosteiros de Alcobaça e Batalha, Santuário de Fátima, passando pelos castelos de Ourém ou Pombal…

    E um portomosense pergunta-se se seria exigir muito que a alusão ao seu castelo fosse patente ali também no meio das demais? Mais, se não devia ser sequer inquestionável ele estar lá.

    É que – e não me levem a mal os pombalenses pelo termo de comparação – mas caramba! Até o Castelo de Pombal conseguiu, e bem, claro está, ter lá uma placa tamanho xxl. Em que é que o castelo de Porto de Mós é menor? Ou será que é o arrojo dos portomosenses menor?

     

    Como desperceber que o Professor José Hermano Saraiva reconheça para ele o Castelo de Porto de Mós como um, senão mesmo, o mais belo da Europa, e subestimar isto, para citar apenas um dos meros exemplos com a autoridade que se lhe reconhece, das potencialidades destas nossas terras?

    Que tal individualidade tenha reconhecido isto num dos seus programas dos longínquos anos 90, e isto não tenha acordado ninguém, é pouco, ó minha gente…

    Trazer cá programas televisivos de pontuais e efémeros efeitos, se não pensados como mero rastilho para algo mais eficaz e duradouro, é pouco, ó minha gente…

    Conseguir para as nossas grutas a distinção e notoriedade de maravilha nacional e tal não nos catapultar para horizontes mais arrojados, é pouco, ó minha gente…

    Esquecer a grande riqueza para além dos granitos que possuímos nas nossas serras e Parque Natural , é paupérrimo, ó minha gente…

    Auto vetarem-nos os nossos governantes locais ao longo dos anos, sem percebermos o porquê, do direito de distinção, e auto dissociarem-nos da maior conquista portuguesa enquanto povo e nação que é  a de Aljubarrota, chega a ser blasfémia, ó minha gente…

    Que a forte bofetada recebida pelos portomosenses neste natal de tempos austeros: a confirmação da “exclusão” de Porto de Mós do Mapa de Portugal – pelo menos do mapa das Estradas de Portugal já assim se confirma (A19 para não relembrar a A1), sem aspas nem pejo, que tal ao menos agite o marasmo a que nos remetemos. Porque quem não aparece, esquece.

     

    Que aos portomosenses, ao deslocarem-se para fora do seu distrito, baste um dia apenas dizer: sou de Porto de Mós, sem ter que complementar de imediato perante a cara de interrogação dos forasteiros: “Fica a junto à Batalha ou perto de Alcobaça”.

    Convenha-mos: não foi “a auto-estrada que esqueceu Porto de Mós”, foi Porto de Mós que cometeu o desastre, há muito tempo, de entrar na valeta da estrada, desviando-se e capotando. É este o caminho que continuaremos a percorrer?

     

    Audácia, ó minha gente!

    Não tenha-mos vergonha de assumir que foi destas terras, deste castelo, por estes caminhos, que se afirmou de Portugal.

    Paulo Jerónimo

  • Em Resumo: Somos Portugueses. Bom 2012!

     

     

    As vezes pergunto-me, modesta e sinceramente, se os Anaquim com este tema, não musicaram o espirito tão “cosmético” da nossa tag “Orgulho Lusitano“.

    Boas entradas, aquém e além mar!

     


    Lusiadas-

    -Anaquim

     Este é o nosso triste fado 

    Do vamos andando e do pobre coitado 

    Velha canção em que a culpa é do estado 
    Por ser o espelho do reinado 

     

    E a história por mais do que uma vez 
    Foi mais cruel que a de Pedro e Inês 
    Levou-nos o que tanta falta nos fez 
    Sem deixar razoes ou porquês 

     

    Temos fuga ao fisco estradas de alto risco 
    Temos valiosos costumes e tradições 
    Que eu não percebo se nos maldizemos 

    Quais as razoes 

     

    Temos Chico espertos burlas e protestos 
    Temos tantos motivos para sorrir 
    Que eu nem imagino qual será a desculpa 
    Que vem a seguir 

     

    Gosto tanto deste país 
    Só não entendo o que o faz feliz 
    Se é rir da miséria de outros quando a vemos 

    Ou chorar da nossa própria quando a temos 

      Gosto tanto deste país

     Só não entendo quando ele se diz
     Senhor do futuro maduro duro mas seguro
     E eu juro que ainda não o vi

     

     Os queixumes, sei-os de cor
     Endereçados a nosso senhor
     Intercalados com suspiro ou dor
     De um bom sofredor

     

     Dentro de momentos seguem-se os lamentos
     Não há dinheiro para os medicamentos
     Não há dinheiro para tanto sustento
     Tão longe vão outros tempos

     

     Gosto tanto deste país

     Só não entendo o que o faz feliz
     Se é rir da miséria de outros quando a vemos
     Ou chorar da nossa própria quando a temos

     

     Gosto tanto deste país
     Só não entendo quando ele se diz
     Senhor do futuro maduro duro mas seguro
     Eu juro que ainda não o vi

     

  • A Portugalidade e o Seu Legado Para a Humanidade Un legs de la Portugalité à l’Humanité …………………

     

    Kai Streier écrit et chante en anglais. Ce musicien allemand aux origines portugaises évoque sous des rythmes où l’on peut sentir le flamenco des vieux préjugés et des vieux tabous portugais. Il est accompagné par André de Matos qui joue de la guitare portugaise.
    Les thèmes des chansons Kai Streier ont souvent leur source dans les conseils que sa grand-mère donnait à sa mère avant que celle-ci ne
    rejoigne, comme tant d’autres, l’énorme exode dans les années 60 vers l’Allemagne, la France…

    La Portugalité avec ses 800 ans d’histoire est l’un des legs les plus anciens pour l’histoire de l’humanité. “Evil Spain” de Kai Streier par ses mélanges et ses syncrétismes le prouve très bien.

    Les légendes de la vidéo peut être traduit en francais avec la fonction CC après avoir fait play.
    Ce sujet peut être lu dans le prolongement de Le Fado et le Théâtre des Ombres Chinois

    Paulo Jerónimo

     

     

    Um alemão, Kai Streier (com ascendência portuguesa), escreve e canta em inglês, ao ritmo de um flamenco, acompanhado à guitarra portuguesa (por André Matos), num tema que aborda velhos preconceitos envoltos de tabus antigos típicos dos tempos da ditadura portuguesa, tema esse que acaba por ser inspirado nos conselhos, que ouvira contar, que a avô do artista teria recomendado à sua mãe, uma Jovem portuguesa de Alqueidão da Serra, para quando atravessa-se a fronteira. Preocupações de uma mãe que vê a filha alinhar no êxodo português que houve para França e Alemanha e outros países na década de 60.

     

    A portugalidade e os seus mais de 800 anos de história são um dos mais antigos legados para a humanidade, e a mescla de tantas culturas patentes nesta versão de Kai Streier – “Evil Spain” , comprova precisamente isso.

    Por isso e sobre o vídeo: muito bem esgalhado, ao bom estilo de deserascanço “portuga”, picardando os nossos vizinhos de fronteira. Um portento, portanto!

     

    As legendas do vídeo podem ser traduzidas para português usando a função do player CC após fazer play.

    Este tema pode ser lido na continuação de O Fado e o Teatro de Sombras Chinês

    Paulo Jerónimo

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#6

     

     É pá, Isto do blá-blá-blá no Natal não será tudo mas é uma grande fantochada{#emotions_dlg.unknown}

     


     

     

    {#emotions_dlg.painatal} Clap. Clap, Clap! Boas Festas.

    Paulo Jerónimo

  • A Ninfomania Facebokiana

    O

     

    Já é percetível para os leitores do Cosméticas que não aceitamos nem toleramos o rótulo de “ninfomaníacos” atribuido a muitos dos utilizadores da plataforma Facebook (FB) , pelo que dissipando qualquer dúvida passa-se a explicar:

    Repugnável, é no mínimo como se pode entender a atitude pseudo moralista que a plataforma toma, e à força impõe, ao banir contas de utilizadores que a toda poderosa FB entenda terem violado os seus conceitos éticos / morais na eventualidade de um user ter transigido a ténue fronteira facebokiana de quem  lá coloca publicações de cariz mais ou menos sensual, erótico ou sexual. A questão é essa mesma: a fronteira definida por uma “lei cega”, que à minima “pouca vergonha” que entenda algo ser, atira com tudo ao lixo, tipo agência de rating.

    Por menos não se pode intrepretar tal atitude da FB – tendo inclusive em conta os “tempos supostamente evoluídos” que correm – de que como estando nós presentes perante a «Madre  FB», ou se preferirem uma novaBig Sister” contemporânea, a antítese de seu irmão mais velho o “Big Brother”.

    Esta Madre FB, a Big Sister dos tempos modernos, para além de que tudo espia, escrutina, “bufa” prá rua, ou cujos peidos todos de quem lá anda calhandra com as vizinhas da sacristia – também censura à mínima sem vergonhice, tratando subtilmente seus utilizadores como verdadeiros ninfomaníacos

     

    Não é o direito à proteção das mais frágeis suscetibilidades de quem frequenta a rede que questionamos nesta atitude, antes, a questão é a forma como a Big Sister Madre FB censura radicalmente nesse aspecto os seus utilizadores, como se de lixo se tratassem, pessoas e conteúdos que, segundo a Madre FB, prevariquem.

    A questão começou a ganhar dimensões amplamente questionáveis para nós, Cosméticas, com este episódio que “denunciamos” há vários meses aqui.

    Entretanto, recentemente, a indignação e mensagens correram entre os amigos facebokianos da user Paula Gaspar, entre os quais me incluo e com quem estou plenamente solidário. 

    Esta utilizadora da rede social viu a sua página de cariz comercial, a Just Only  – que se dedica a promover “produtos inovadores” – artigos eróticos e sensuais –  ser banida da rede, estando atualmente de novo disponível aqui , tendo corrido uma ampla mensagem de pedido de apoio no sentido de informar e preencher um questionário para a Big Sister Madre FB onde onde explicavam vários que não, não era isso, o que se na sua mente facebokiana poluída e cheia de macaquinhos com teias de aranha de Madre Superiora, se tratava.

    Portanto, medo, muito medo com a Pide Facebokiana! Eles andam aí… Muah, ah, ah, ah! 

     

    Mas então ó Mister, porque não retiras a tua conta de lá como forma de protesto, já que te queixas e discordas tanto daquilo? Poderão perguntar alguns…

    Okay, eu confesso: Este Sermão das Oliveiras todo mais não foi que arranjar uma desculpa toda pomposa para legitimar e conspurcar a net com mais esse vídeo final aí, literalmente um “Tesouro Enterrado” descoberto aqui há dias e parece ser tido como o primeiro de todos os filmes de desenho animado porno o “Buried Treasure”.

     

    Hilariante! E que rebentava a escala de “Gostos” no Facebook, rebentava…

     

     

    Este post pode ser lido na continuação de Facebook : Censura não rima com Arte

    Paulo Jerónimo

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#5

     

    “O nome de Cesária Évora confunde-se com o de Cabo Verde.”

    Mais palavras para quê{#emotions_dlg.unknown}

     


     

     

    E é ela que eterniza universalmente essa palavra de sentimento tão lusitano.

    Continuando na senda da introdução citada: “Que a terra lhe seja leve.

    De acrescentar que não consigo dissociar esta singela homenagem e sentimento,

    do melhor sítio que conheço de expressão cultural cabo-verdiana: ao Café Margoso.

    Paulo Jerónimo