Category: mrcosmos

  • Sobre as “Seita TV”

     

     

    É com agrado que se constata a ideia que o Presidente do FC Porto tinha nesta matéria para o clube. Esperemos que a grelha do Porto Canal possa vir a crescer de conteúdos FCP mantendo em mente esta linha orientadora apresentada.

     

    Sempre estive algo espectante, pela negativa, sobre a possibilidade de o FC Porto poder vir a ter um canal de Tv, temendo que o clube pudesse vir a cair na tentação de seguir o rumo da maioria dos alinhamentos televisivos estilo “Televisão de Seita” conforme grandes nomes do futebol mundial têm adoptado para seus canais, e caminho pelo qual o canal do clube português mais popular alinha desde o 1º minuto, o que inclusive e declaradamente envergonha boa parte dos seus adeptos. (link 1, 2)

     

    Portanto, que o novo Porto Canal assim nunca decepcione.

  • Mais umas farpas na guerra dos sexos………………..

     

     

    Parece que os homens também já têm direito ao seu dia internacional: 15 de Julho.

    Eu não sabia, acho que não foi assinalado em Portugal, como de resto a maioria da população mundial desconhece que o género masculino já está consagrado de igual modo ao das crianças, dos idosos – o único do género que actualmente me pareceria ser premente assinalar, se descontasse-mos as injustiças do mundo não ocidental – ou ao dia estérico das mulheres.

    Mas mais dia menos dia com interesses comerciais ou não, do mal o menos, e sendo assim, até que aplaudo a justiça da introdução de mais uma efeméride agora também masculina.

    No entanto, não deixa de ser curioso ou irónico, que os homens modernos do sec. XXI tenham hoje de reclamar “igualdade de tratamento ou direitos”…

     

    Cá se fazem, cá se pagam, dizem elas. Neste caso ao Boticário…

    Este post pode ser lido na continuidade de “A Efeméride e o Mundo Feminizado

  • Ei Moody’s: Não te metas com os Egrégios Avós!

     

     

    A Moody’s despertou a padeira escondida que existe em cada um de nós.

    Povo de brandos costumes sim, mas que não lhes pisem os calos, ou vai tudo corrido à pazada.

     

    Desde encomendas mal cheirosas, a centenas de milhares a perfilarem para contra o website da Moody’s marchar, marchar, marchar, os mais velhos do canto da Europa alertam os Iankees que respeitinho é bom, e eles gostam.

     

    Sobre a BD

  • ♫ pelas trilhas do vinil – 6

     

    Porque é que os Xutos chegaram onde chegaram?

    Porque no longíquo ano de 1982, no país de Fátima, onde as velhas usavam bigode e se vestiam de negro, tiveram os tomatinhos no sítio para tocarem Blasfémias destas.

     

    Ou porque ainda, neste primeiro álbum “78/82”, sem pejo se puseram dedos na ferida como o da trilha sonora abaixo reproduzida, “Mãe”, envolta de perturbações ligadas ao Complexo de Édipo. Em português, para Português ouvir, sem os subterfúgios duma lingua estrangeira.

    De resto aprecie-se o leque de temas do primeiro álbum dos já trintões. Não era pra todos.

     

    Sémen” .1  
    Leo” .2  
    Dantes” .3  
    Falhas” .4  

    Quando Eu Morrer” .5  

    Mãe” .6  
    Quero-te” .7  

    Viuvinha” .8  
    Morte Lenta” .9  
    10. “Medo“.10  
     “Avé Maria“.11  
    Toca e Foge“.12  
    Papá Deixa Lá“.13  
    Quero Mais“.14  

                                   

                                     Xutos & Pontapés | Faixa: 06 mãe | Albúm: 78/82  | Ano: 1982

     

    Mãe tenho ciúmes do pai   
    Quando se deita contigo Mãe   
    E te chupa as tetas   
    E te esborracha os seios   
    E se monta em ti   
    E se vem depois. Mãe   
    Mãe eu não suporto o pai   
    Mãe vou dar cabo do pai   
    Quando ele diz Mãe   
    Gosta de mim Mãe   
    Quando ele diz Mãe   
    Gosta de ti Mãe   
    Quando ele diz Mãe   
    Que nos ama aos dois   
    E depois bate sem fim   

     

    Eu vim cá para fora   
    Toda a gente chora   
    Toda a gente berra   
    Foste tu   
    Foste tu   

        Mãe eu já matei o pai
        Mãe
        Foi uma morte sem dor
        Agora sou só eu Mãe
        Agora és só tu Mãe
        Agora somos só dois
        E depois, e depois
        Mãe
        Morreste também
        Mãe
        Traíste-me assim
        Agora sou só eu Mãe
        E procurei o fim Mãe

        Eu vim cá para fora
        Toda a gente chora
        Toda a gente berra
        Foste tu
        Foste tu

     

    .             ASSISTIR AO VÍDEO AO VIVO

     

  • Porque o 3D não funciona e nunca singrará. …………………………………. Caso encerrado.

     

     

    Após o sucesso de bilheteira que foi Avatar tomei conhecimento do artigo de Walter Murch, descrito como o “designer” e editor de som mais respeitado no cinema moderno.

    Walter Murch, vencedor da academia de Oscars, é responsavel pelo desenvolvimento e introdução do sistema de som em canal 5.1 que revolucionaria o cinema elevando-o para um novo patamar a titulo sonoro, e basicamente na sua carta enviada a o 3D nunca singrará. Segundo o texto de Roger Ebert:

     

    Recebi uma carta que encerra, em meu entender, a discussão sobre 3D. Ele não funciona com o nosso cérebro e nunca Singrará.
    A noção de que somos convidados a pagar um prêmio para testemunhar uma imagem inferior por inerência de nos confundir o cérebro é ultrajante. O caso está encerrado.

     

    Na sua carta Murch explica, numa argumentação técnica, as dificuldades e questões que eu proprio me colocava ao assistir ao 3D, sem resposta para elas. É que ao longo dos anos, até hoje, o 3D sempre me gerou o desabafo de: “Isto soa a falso”.

    Passamos a traduzir a carta de Walter Murch à Roger Ebert, onde as inserções introduzidas em parentesês rectos são de minha responsabilidade, complementando o que entendo ser a interpretação da argumentação original do autor.   


    Walter Murch

      Olá Roger,

     

      Eu li sua opinião sobre o “Green Hornet”,

      e embora não tenha visto o filme, concordo

      com  seus comentários sobre 3D.

      A imagem 3D é escura, como menciona,

      e pequena. De alguma forma os óculos

      “reúnem-se com” a imagem – mesmo em uma

      tela Imax enorme –  e ao olhar-se sem óculos,

      a imagem aparece a meia distância.


      Eu editei um filme 3D na década de 1980,

      “Captain Eo”, e apercebi-me que o movimento

      horizontal estroboscópico ocorre muito mais

      cedo em 3D do que em 2D. Isto era verdade

    na época,e ainda é verdade agora. Tem algo a ver com a quantidade de energia do cérebro dedicada a estudar as bordas das coisas. Quanto mais conscientes estamos das bordas, mais depresa um efeito estrábico [desalinhamento/desfoque] salta à vista.


    O maior problema com o 3D, porém, é a “convergência / foco” associada. Um par de outras questões , tal como a escuridão e a “pequenez”, são pelo menos teoricamente solucionáveis. Mas o problema mais profundo é que o público deve focar seus olhos no plano da tela – que dizem estar à 80 metros de distância. A distância é constante e nada mais importa.
    Mas o que os olhos vêm na tela [a realidade tridimensional que se tenta representar] deveria convergir em talvez 10 metros de distância, de 60 pés [18mt], 120 pés [36mt], e assim por diante, dependendo da ilusão pretendida. Assim, filmes em 3D nos obrigam a concentrar em uma distância [sempre fixa: a distância a que estamos colocados da tela/ecrã]  mas convergem para outra [a distância (profundidade) variável da realidade filmada]. E 600 milhões de anos de evolução nunca apresentaram esse problema antes [ao cérebro]. Todos os seres vivos colocam os olhos sempre, focados e convergentes, no mesmo ponto.



    Se olharmos para o saleiro na mesa, perto de nós, vamos concentrar-nos em seis pés [182cm] e os nossos olhos convergem (tilt in) [movimento descendente] em seis pés. Imagine a base de um triângulo entre os olhos e o vértice do triângulo repousa sobre a coisa que está olhando. Mas, então, ao olhar pela janela e concentrar-se em 60 pés os olhos convergem também para 60 pés. O triângulo imaginário que tem agora “abriu” para que suas linhas de visão sejam quase – quase – paralelos uns aos outros.
    Podemos fazer isso. Filmes em 3D não funcionariam se não pudéssemos fazê-lo. Mas é como que estar a bater na cabeça e esfregando seu estômago, ao mesmo tempo: difícil. Assim, o “CPU” do nosso cérebro perceptual tem trabalho duro extra, e é por isso que depois de mais ou menos 20 minutos muitas pessoas têm dores de cabeça. Elas estão fazendo algo para o qual em 600.000 mil anos de evolução não foram preparadas. Este é um problema profundo que nenhuma quantidade de ajustes técnicos pode corrigir. Nada vai corrigi-lo de repente na produção “holográfica” real de imagens.

    Conseqüentemente, a edição de filmes em 3D não pode ser tão rápida quanto para filmes em 2D, devido a esta mudança de convergência: é preciso um número de milissegundos para o cérebro/olho “pegar” o que o espaço de cada “disparo” [plano/imagem] é, e ajustar.


    E, por último, a questão da imersão. Filmes em 3D lembram ao público que eles estão em um relacionamento “perspectiva” certos para a imagem. É quase um truque brechtiano. Se a história do filme tem realmente agarrado uma audiência na ilusão de que eles estão “dentro” da imagem, em uma espécie de sonho no espaço “sem espaço”, uma boa história vai dar-lhe mais dimensionalidade do que a assistência consegue realmente enfrentar.

    Portanto: escuro, pequeno, estrábico, induzindo dor de cabeça, alienante. E caro. A pergunta é: quanto tempo vai levar as pessoas a perceberem e ficarem fartos?

     

    Texto original | este post pode ser lido na continução/contradição de “A Transmissão Simbólica: Folheto N.º 8

    PC Jerónimo da Silva

  • A pequena Aldeia Global de olhos postos em Portugal

    O que se fala por aí… (Link)

     

     

    E o grande vencedor (esquecido) da noite voltou a ser a abstenção. O que só demonstra o nosso atraso democrático.

    But, who cares?

  • Alguém se esqueceu de dar corda ao relógio?

     

    … É que, “o dia do juízo final” estava marcado para hoje…

     

  • O mais amado, odiado, controverso e poderoso livro ……………………………………………… da humanidade

     

    C’est le livre le plus aimé, haï , controversé et puissant de l’Humanité.
    La vidéo ici présente sert d’introduction à un thème qui touche et intéresse des milliards d’humains : La Bible Sacrée.

    En résumant, la Bible peut être considerée comme une intreprétation religieuse de l’existence de l’homme sur terre. Elle est lue par toutes
    les croyances chrétiennes comme étant source d’inspiration divine.
    Des millions de personnes ont vécu, sont mortes, ont été brulées ou ont été massacrées… pour Elle.
    Une chose est sûre : peu de gens ignorent son existence et beaucoup ont sur Elle une opinion.

    Selon l’argumentation de Gary Whitta dans “Le livre d’Eli”, réalisé par les frères Hudge, le pouvoir de la Bible repose sur sa décodification.
    C’est une opinion que je partage.
    On peut la présenter comme étant un livre destiné aux faibles d’esprit, et d’autre part comme étant le bien le plus précieux de l’humanité.

     

     

    O vídeo presente, do filme já anteriormente aqui abordado de raspão, apenas serve de mote para introdução, mais do que de um post, de um tema, que abrange e interessa a bilhões da humanidade: A Bíblia Sagrada.

     

    Sintetizando, a Bíblia pode-se considerar uma interpretação religiosa do motivo da existência do homem na terra sob a perspectiva Judeia, narrada por humanos mas considerada igualmente por praticamente todos os credos cristãos como que divinamente inspirada.

    Por ela, milhões de pessoas já viveram, morreram, se refugiaram, foram queimadas e massacradas, se reforçaram e inspiraram, ou pura e premeditadamente a ignoraram ou subvalorizaram.

    Uma coisa é certa: acerca de sua existência poucos lhe serão “ignorantes”, quanto mais não seja, sobre sua relevância, e facilmente dela terão uma opinião formada.

     

    Por ela, Gutenberg inventou a primeira prensa de impressão que seria o despoletar da página imprensa e duplicação em massa, e a partir dai para sempre, para todo o tema, género e formato. É o livro mais vendido de todos os tempos com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos no mundo.

    É atestada como tendo sida escrita por cerca de 60 homens, não contemporâneos, e que distam do primeiro (Moisés) ao último (O Apóstolo João) de um período aproximado de 1500 anos.

     

    As duas maiores parábolas e as mais nucleares deste livro, pessoalmente encontro-as precisamente, não no novo testamento donde se baseariam os fundamentos de toda uma cristandade, mas sim no velho testamento, no primeiro livro de Génesis  na questão de a autoridade e dependência à um Deus criador ser questionada pelos seus recém criados humanos através de uma faculdade atribuída pelo mesmo criador: a do livre arbítrio (tema aqui abordado) e intrinsecamente ligado a todo o “enredo bíblico”, e a segunda grande questão pode ser  encontrada no livro de , quando novamente a figura de Satanás o Diabo intervém, e acusa de interesseiros os homens fiéis a Deus, pois que o servem à custa da busca segura e egoísta de protecção e bênção divina – veja-se o exemplo das promessas religiosas típicas dos católicos – e que tal “escudo protector”  a ser-lhes retirado (por Deus, leia-se) qualquer homem sucumbirá, advoga o Diabo, sendo que Deus assim “picado”, por uma segunda vez admite tal tipo de prova à humanidade.

    A “salvação” do homem dependerá portanto da superação e bom sucesso destas duas provas, planos ainda em execução, aos quais passarão os humanos aprovados merecedores de uma segunda fase da história da humanidade: um mundo “paradisíaco” liberto da interferência maléfica de Satanás, destruído que será.

     

    Um dos riscos de se aprofundar o conhecimento bíblico directamente a partir da fonte, do próprio livro sagrado, é que quanto mais se aprofunda a Bíblia de forma independente e mente aberta, tanto mais se corre o risco do crente se vir a tornar agnóstico – filosofia de quem acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida. Por mim falo.

    Por isso há também milhares de fiéis da cristandade que são “formatados” para não acederem a Bíblia, sendo este um privilégio interpretativo dos Clérigos altamente doutrinados para tal, e vendido como “mistérios” para todos os demais.

     

    Daí o poder deste livro e de quem souber descodifica-lo, ou colar-lhe a sua própria interpretação, que voltando ao vídeo e filme inicial, este post poderia ser também relacionado como que tratando de alguns dados adicionais para uma breve interpretação das entrelinhas na mensagem do argumentista Gary Whitta em “O Livro de Eli” realizado pelos irmãos Hudge.

  • O mais amado, odiado, controverso e poderoso livro ……………………………………………… da humanidade

     

    C’est le livre le plus aimé, haï , controversé et puissant de l’Humanité.
    La vidéo ici présente sert d’introduction à un thème qui touche et intéresse des milliards d’humains : La Bible Sacrée.

    En résumant, la Bible peut être considerée comme une intreprétation religieuse de l’existence de l’homme sur terre. Elle est lue par toutes
    les croyances chrétiennes comme étant source d’inspiration divine.
    Des millions de personnes ont vécu, sont mortes, ont été brulées ou ont été massacrées… pour Elle.
    Une chose est sûre : peu de gens ignorent son existence et beaucoup ont sur Elle une opinion.

    Selon l’argumentation de Gary Whitta dans “Le livre d’Eli”, réalisé par les frères Hudge, le pouvoir de la Bible repose sur sa décodification.
    C’est une opinion que je partage.
    On peut la présenter comme étant un livre destiné aux faibles d’esprit, et d’autre part comme étant le bien le plus précieux de l’humanité.

     

     

    O vídeo presente, do filme já anteriormente aqui abordado de raspão, apenas serve de mote para introdução, mais do que de um post, de um tema, que abrange e interessa a bilhões da humanidade: A Bíblia Sagrada.

     

    Sintetizando, a Bíblia pode-se considerar uma interpretação religiosa do motivo da existência do homem na terra sob a perspectiva Judeia, narrada por humanos mas considerada igualmente por praticamente todos os credos cristãos como que divinamente inspirada.

    Por ela, milhões de pessoas já viveram, morreram, se refugiaram, foram queimadas e massacradas, se reforçaram e inspiraram, ou pura e premeditadamente a ignoraram ou subvalorizaram.

    Uma coisa é certa: acerca de sua existência poucos lhe serão “ignorantes”, quanto mais não seja, sobre sua relevância, e facilmente dela terão uma opinião formada.

     

    Por ela, Gutenberg inventou a primeira prensa de impressão que seria o despoletar da página imprensa e duplicação em massa, e a partir dai para sempre, para todo o tema, género e formato. É o livro mais vendido de todos os tempos com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos no mundo.

    É atestada como tendo sida escrita por cerca de 60 homens, não contemporâneos, e que distam do primeiro (Moisés) ao último (O Apóstolo João) de um período aproximado de 1500 anos.

     

    As duas maiores parábolas e as mais nucleares deste livro, pessoalmente encontro-as precisamente, não no novo testamento donde se baseariam os fundamentos de toda uma cristandade, mas sim no velho testamento, no primeiro livro de Génesis  na questão de a autoridade e dependência à um Deus criador ser questionada pelos seus recém criados humanos através de uma faculdade atribuída pelo mesmo criador: a do livre arbítrio (tema aqui abordado) e intrinsecamente ligado a todo o “enredo bíblico”, e a segunda grande questão pode ser  encontrada no livro de , quando novamente a figura de Satanás o Diabo intervém, e acusa de interesseiros os homens fiéis a Deus, pois que o servem à custa da busca segura e egoísta de protecção e bênção divina – veja-se o exemplo das promessas religiosas típicas dos católicos – e que tal “escudo protector”  a ser-lhes retirado (por Deus, leia-se) qualquer homem sucumbirá, advoga o Diabo, sendo que Deus assim “picado”, por uma segunda vez admite tal tipo de prova à humanidade.

    A “salvação” do homem dependerá portanto da superação e bom sucesso destas duas provas, planos ainda em execução, aos quais passarão os humanos aprovados merecedores de uma segunda fase da história da humanidade: um mundo “paradisíaco” liberto da interferência maléfica de Satanás, destruído que será.

     

    Um dos riscos de se aprofundar o conhecimento bíblico directamente a partir da fonte, do próprio livro sagrado, é que quanto mais se aprofunda a Bíblia de forma independente e mente aberta, tanto mais se corre o risco do crente se vir a tornar agnóstico – filosofia de quem acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida. Por mim falo.

    Por isso há também milhares de fiéis da cristandade que são “formatados” para não acederem a Bíblia, sendo este um privilégio interpretativo dos Clérigos altamente doutrinados para tal, e vendido como “mistérios” para todos os demais.

     

    Daí o poder deste livro e de quem souber descodifica-lo, ou colar-lhe a sua própria interpretação, que voltando ao vídeo e filme inicial, este post poderia ser também relacionado como que tratando de alguns dados adicionais para uma breve interpretação das entrelinhas na mensagem do argumentista Gary Whitta em “O Livro de Eli” realizado pelos irmãos Hudge.

  • VHS – Cassetes Repescadas (2): “My Girl” (1991)

     

     

    As Conversas são como as cerejas, uma leva a outra… e parece-me que os post também.

    Na sequência do post anterior que publiquei, recordei-me do filme “My Girl” cujo um dos temas incluidos na banda sonora, seria a popularíssima musica com o mesmo titulo, da boys band de 5 afro-americanos os The Temptations (1969).

     

    “My Girl”, ou “O meu Primeiro Beijo” – titulo em Portugal (no Brasil: “O meu primeiro Amor”), balanceia entre o drama e a comédia, e desconheço se alguma vez foi editado em DVD.

    Sei que o tenho em VHS, daquele tempo em que gravar bons filmes passados na TV era um hobby e em que encaderna-los com as capas originais disponibilizadas pela revista TV Guia, era um luxo! Para mim era.

     

    A cena do primeiro beijo não deixará ninguém indiferente, tal como uma das cenas finais em que Vada (Howard Zieff) uma miuda obsecada pela morte e cujo pai é “cangalheiro”, declama o seu poema “Weeping Willow”, e nos deixa perceber a descoberta que constatara ser o seu primeiro amor – ao perder Thomas J. (Macaulay Culkin) de forma trágica. Esta é uma daquelas cenas de levar às lágrimas qualquer um que se tenha deixado envolver pela película de Howard Zieff , mesmo ao maior dos engatatões e durões machos latinos.

     

    Este post pode ser lido na continuação de “Mon Dieu: O primeiro beijo e o beijo francês…

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