Author: portomaravilha

  • Viva A República e o descanso nove dias na semana! ……………Vive La République et le droit à la Paresse!

     

    Le Portugal est la troisième République de l’histoire moderne.

    C’est un fait méconnu !

    Pourtant, dès 1911, la République Portugaise applique la loi française de 1905 sur la laicité.

    Le fascisme ( salazarisme ) détruira dès 1928 tous les acquis républicains.

    La monarchie portugaise ne savait pas lire le portugais !

     

    Photo : Jornal do Fundão, 2 de Set de 2010

    Nuno

     

     

     

     

    Portugal é o terceiro país, na história recente, após a França e a Suissa, a conhecer uma República.

    Num contexto Europeu dominado pela monarquia, a proclamação da República, em 1910, incomoda.

    Portugal é um pequeno país. E incomoda que num pequeno país se saiba pensar.

     

    O reconhecimento de filhos ilegítimos, o reconhecimento de filhos casais adúlteros, a lei do divórcio são aspectos que revolucionaram o pensamento Europeu.

    Pertencem à primeira República Portuguesa tais ideias.

    O Salazarismo varrerá todas estas questões pertinentes : A ordem Papal ou / e da Igreja será estabelecida de novo !

    O papel da Primeira República será essencial na defesa da Língua Portuguesa e no combate contra o analfabetismo, graças a uma reforma da ortografia.

    A Monarquia desprezava a língua e a culinária Portuguesa. Contra documentos nada a acrescentar !

    É com os Repúblicanos que nasce a noção de nação Portuguesa. Algo complicado a discursar.

    Segue aqui a foto da ementa da refeição privada de Dom Carlos, aquando a sua vinda à Covilhã.

    Triste monarquia que desprezava a língua do Povo Português !

     

    Foto : Jornal do Fundão, 2 de Set de 2010

    Nuno

  • A Bd Manga ou a ilusão da inocência ? ………………. La Bd Manga ou l’illusion de l’innocence ? …………..

     

    La plupart des personnes qui n’ont jamais lu des mangas peuvent se montrer optimistes envers ces derniers. Mais il faut savoir qu’il n’existe aucune Bd non violente. Dans les Disney et dans d’autres Bd la violence, même si elle n’est pas physique elle est mentale.

    Dans chaque Bd et dans chaque Bd Manga la violence existe. Sauf qu’elle est representée différemment graphiquement.

    Joseph

     

     

    A maior parte das pessoas que nunca leram Bd Manga pensam que esta é optimista. E que não é violenta.

    Educadas no universo dos Disney e no universo de outras Bd, onde, muitas vezes, não existe violência física mas mental, a maior parte das pessoas esquece que não existe nenhuma Bd anti-violenta.

    A violência existe na Bd e na Bd Manga. O que muda é a sua representação gráfica.

    Joseph

  • Madonna e Lady Gaga : O mesmo micro ? ………….. Madonna et Lady Gaga : Le même micro ? ………….

     

    Le débat n’est pas de tout repos entre les fans de Madonna et les fans de Lady Gaga !

    Est-ce une histoire de générations ou de l’ incompréhension de ce que c’est une progression artistique ?

    Continuité ou rupture ? Je me le demande.

     

    Dessin : Libération, 27 de Agosto de 2010, p.40

    Nuno

     

     

    O debate é violento, “entre aspas”, entre fãs de Madonna e fãs de Lady Gaga !

    História de gerações ou incompreensão do que é uma progressão artística ?

    Continuidade ou ruptura ? Pergunto eu.

     

    Desenho : Libération, 27 de Agosto de 2010, p.40

    Nuno

  • Google o terceiro hemisfério do seu cérebro ? …… Google le troisième hémisphère de votre cerveau ?

     

    Sans rire, Serge Brin le co-fundateur de Google présentant mercredi dernier la recherce instanée du site, a declaré : “ Nous voulons que Google devienne le troisième hemisphère de votre cerveau.

    George Orwell nous donne une peinture prophétique d’un monde totalitaire avec son texte 1984, c’est-à-dire le concept de “Big Brother”.

     

    Et je continue à me demander si Google sait-il traduire Fernando Pessoa ?

     

    Source : Libération, 10 de Sept de 2010 | Photo : El País, 4 de Agosto de 2010

    Nuno

     

     

    Sem rir, Sergey Brin,  o co-fundador de Google apresentou, esta quarta-feira , a nova dinámica da pesquisa do site e declarou : ” Queremos que Google se torne o terceiro hemisférico do seu cérebro “.

    George Orwell, pintou e conceptualizou a polícia do pensamento com a sua obra : 1984 . Ou seja, o conceito do “Big Brother”.

    A obra de Orwell pinta um mundo terrível e totalitário.

     

    E eu continuo a perguntar se “Google sabe traduzir Fernando Pessoa?

     

    Fonte : Libération, 10 de Set de 2010. | Foto : El País, 4 de Agosto de 2010.

    Nuno

  • Mentiras e Limites da Câmera no futebol !

    A revista “Les Cahiers du Football” , infelizmente, morreu por razões financeiras.

    Ficou o site que continua a existir e a publicar textos muito interessantes.

    O texto que aqui segue, já  foi publicado no blog “ Bibo Porto Carago ” , em 31 de Março e 1 de Abril de 2008.

    É a tradução dum artigo que foi publicado no site da revista. E que me parece de muita actualidade.

    Nuno


     

    »Mentiras e limites da câmera de futebol !

     

    A arbitragem vídeo é continuamente atirada para a arena dos grandes debates. A arbitragem vídeo é um recheado de primeira importância no futebol. Quase sempre apresentada como inelutável e empacotada em belos discursos de propaganda, a arbitragem vídeo apenas comporta uma minoria de medidas, realmente, aplicáveis.

    É um erro enorme acreditar na infalibilidade das imagens vídeo e na capacidade destas em poder resolver todos os casos de figura. O famoso exemplo do Brasil-Noruega, no Campeonato do Mundo, em que todas as câmaras acusavam Flo de ser um simulador (só que, dois dias mais tarde, o ângulo duma outra câmara, colocada nas bancadas, o desculpava totalmente), chegaria para provar os perigos de uma tal credulidade. A solução milagrosa que nos é gabada, está muito longe de ser tão fiável e indiscutível como se quer pretender, quando deveria, isso sim, justamente, apresentar uma margem de erro mínima.

    Se dois terços das acções podem ser avaliados sem qualquer dúvida, haverá sempre uma fracção em que a decisão dependerá de elementos extremamente ténues. São, efectivamente, estas acções que já levantam problema, e que a vídeo não saberá resolver melhor (faltas discutíveis, mãos (in) voluntárias, foras de jogo no limite…).

    Quantas câmaras lentas não provocam interpretações totalmente opostas? Quantas outras não produzem verdadeiras ilusões de óptica (tal como as “lupas” que transformam os choques violentos em embates inofensivos) ou falseiam a perspectiva? (os comentadores que apreciam os foras de jogo à primeira vista, com um grande à vontade, deveriam ser premiados com aulas de óptica).

    Certas faltas aparecem com rostos, totalmente, diferentes, segundo o que se quer mostrar nas imagens. Basta ouvir os comentadores, ou os adeptos que se auto-persuadem, perante as câmaras lentas, vendo só o que querem ver, dando erros de interpretação incríveis e próximos da alucinação.

    Nos casos de fora de jogo, é, por vezes, impossível traçar uma linha indiscutível que possa desempatar atacantes e defesas. Por outro lado, qual seria a medida exacta do fora de jogo? O metro, o decímetro ou o centímetro?

    Por fim, para obter uma fiabilidade satisfatória, seria necessário imaginar câmaras que se pudessem deslocar, constantemente, junto do eixo do primeiro atacante ou sistemas electrónicos que reconstituissem, virtualmente, as posições. Ou, veja-se, um sistema de constelação de bóias que daria conta, exactamente, da posição de cada um … enquanto tais soluções não virem o dia, podem arrumar as câmaras.

    Um remédio pior que a doença.

    Muitas (demasiadas) decisões dos árbitros provocam a ira dos adeptos. Mas o que seria das que seriam tomadas a sangue-frio a partir de imagens que cada um poderia julgar por si próprio? Se um erro no culminar da acção é compreensível, uma decisão contestada aprovada por um júri invisível provocará uma incompreensão ainda maior e reacções ainda mais violentas.

    Exemplo: o pénalti apitado contra Rabesandratana em favor de Ravenelli tinha suscitado (e suscita ainda) versões irreconciliáveis. Se uma “comissão” vídeo tivesse tido que julgar, num sentido ou num outro, o escândalo e a animosidade teriam sido deculpados. Chegar-se-ia a um resultado totalmente contrário ao desejado: multiplicar-se-iam as acusações de corrupção, de parcialidade ou de incompetência.

    Uma colossal asneira arbitral dramática depende da fatalidade tal como o mau ressalto. De que dependeria uma decisão contestável provinda duma comissão? O árbitro faz parte do jogo… é o caso das câmeras lentas?

    Às promessas duvidosas da solução “tout-vídeo” preferimos, finalmente, o bom velho erro de arbitragem, mesmo se certos devem ficar na história e, dolorosamente, nas memórias (Schumacher, Vata, etc.). Estas injustiças terríveis (que uma justiça imanente consegue, muitas vezes, restaurar com o fio dos tempos) fazem a magia deste desporto, acentuando o seu carácter dramático ou trágico e alimentando a intensidade das emoções que ocasiona. É, realmente, possível imaginar uma final do Campeonato do Mundo, ou qualquer outro desafio, cujo destino é pautado por um grupo de peritos sentados em frente de ecrãs?

     

    Um crime contra o jogo!«


    Temos todas as razões de temer a transformação do futebol num desporto norte americano. Ora, sabemos que uma uma das primeiras qualidades do futebol assenta na continuidade do jogo. Uma continuidade que é preciso amelhorar. As medidas que dizem respeito à saída dos lesionados, o desconto objectivo das paragens de jogo (que dissuadiu um pouco os que querem ganhar segundos) ou a aparição de várias bolas à disposição dos apanha-bolas foram feitas nesse sentido. As interrupções incessantes para consultar as imagens constituirão um dano grave a este princípio, triturando o jogo e cortando o seu ritmo.

    O futebol americano ou o rugby são duas modalidades que alternam as fases de jogo e as pausas e, por isso, a intervenção da vídeo não põe, gravemente, em causa a sua natureza. As coisas são, totalmente, diferentes para o nosso futebol em que já não serão só certas equipas Italianas a querem quebrar o ritmo para preservar um resultado, mas o próprio sistema de arbitragem. Evidentemente, a qualidade do jogo sofrerá como a do espectáculo com o suplício de interrupções constantes.

    Onde se poderia aplicar o limite, o patamar de intervenção do sistema (vídeo)? Como decidir que uma acção merece mais que outra o recurso à imagem vídeo? Depressa seríamos arrastados a multiplicar as idas e voltas aos bastidores e, rapidamente, uma mínima falta poderia ser discutida. Há ,também, uma outra pergunta sem resposta e um outro vício do sistema (vídeo). É o próprio prazer de ver um desafio que ficaria transtornado. Conheceríamos o absurdo de ver um golo anulado um longo período após a acção, habituar-nos-iamos a deixar ir todas as jogadas até ao seu termo, para que, finalmente, uma sobre dois fosse anulada… A alegria do golo seria diferente, já que seria necessário esperar o veredicto dos juízes-vídeo. Enterradas as explusões de felicidade (ou as depressões passageiras) vendo a bola entrar nas redes. Seria necessário congelar as nossas emoções e esperar o momento crucial: Não o remate à meia volta, mas a sanção dos juízes-vídeo sobre uma posição de fora de jogo.

    »Quem lucra com o crime?

    A utilização da vídeo beneficia do trabalho do mais terrível dos lobby: a televisão. Desde há anos, e, de maneira crescente, os jornalistas da tv são os seus primeiros promotores pela simples razão que utilizaram sempre a vídeo para arbitrar os jogos.

    São eles que têm um prazer doentio em dissecar, indefinidamente, as faltas e, sobretudo, os foras de jogo, passatempo estúpido que consiste em epilogar sobre acções acabadas e ajuízadas. Esta acusação sistemática da arbitragem, este processo, “com imagens a apoiarem”, do corpo arbitral , lapidado com “câmaras lentas” e frases assassinas, é o facto de estes profissionais cuja “competência” seria, definitivamente, consagrada pela introdução massiva da vídeo no coração do jogo.

    A televisão impõe, progressivamente, as suas tecnologias, os seus cenários , as suas exigências e gostaria, em breve, arbitrar os jogos desde os seus bastidores, instalar-se no centro da acção e da história. A transformação du futebol num puro espectáculo televisivo conhecerá, então, uma nova etapa. É bem isso o que todos querem ? Os partidários da vídeo apelam, frequentemente, à chantagem da modernidade, denunciando o arcaísmo dos métodos de arbitragem na época das tecnologias de ponta. O Futebol é , contudo, um desporto arcaico, a sua longevidade e o seu poder de fascinação têm, certamente, qualquer coisa a ver com estes fundamentos.

    Este requisitório não utilizou o argumento clássico da impossibilidade de estender esta medida (vídeo) a todos os níveis da prática da modalidade, sabendo-se que, até hoje, as leis do jogo são universais.

    Uma verdadeira reflexão sobre a arbitragem é , efectivamente, mais do que nunca necessária. Antes de evocar pistas mais realistas parece indispensável começar o dossier sobre a arbitragem pondo de lado, desde o início, a pior das soluções (sistema vídeo) que, infelizmente, não é a menos defendida.

    – fim –

    obs: Tentei, nestas duas partes, elaborar uma tradução fiel. Apenas cortei uma ou outra referência que me pareceu sem importância quanto à significação global do texto. A sua tradução, referindo o campeonato Francês, levaria para um sistema de notas. O que provocaria uma leitura fastidiosa.


    O debate está aberto !
    E Viva o Porto !

  • A transmissão simbólica : Folheto nº 16 ……………… La transmission symbolique : Feuillet nº 16 ………..

     

     

    Christopher Nolan, realizador de Inception, parece que gosta de fazer filmes que só se podem entender no final da última cena.

    Admirador do grande escritor José Luís Borges, Nolan afirma que :

    “Hoolywood é um território mental onde nos esforçamos de fabricar filmes para a maioria e, por vezes, com ambições artísticas.”

     

    Foto : Le Monde Magazine, 17 de Julho de 2010, p. 39

    Nuno

  • Pelas trilhas do Vinil finalmente em DVD ! ………….. Le Vynil enfin en DVD ! …………………………………..

     

    “Enquête sur un citoyen au-dessus de tout soupçon” vient d’être édité pour la première fois en DVD.

    Ce film d’ Elio Pietri a reçu l’ Oscar du meilleur film étranger en 1971. La musique est de E. Morricone.

    Il a été tourné avant “La classe ouvrière va au paradis” ( Palme d’Or à Cannes en 1972 ).

    Ce film dont l’acuité des propos est toujours exemplaire, fait partie des oeuvres majeures du cinéma.

     

    Un film à voir !

    Photo : médias

    Nuno

     

     

    Foram precisas décadas para ver “Enquête sur un citoyen-au dessus de tout soupçon” editado em DVD.

    Desde finais de Junho, deste ano, é uma realidade.

    Rodado antes de “La classe ouvrière va au paradis” ( Palma de Ouro em Cannes em 1972 ),  “enquête” nada perdeu da sua actualidade.

    Ele pinta a omnipotência dum chefe da polícia política que, após ter assassinado a sua amante, brinca às escondidas com os seus colegas polícias.

    O filme de Elio Pietri foi coroado com o Óscar do melhor filme estrangeiro em 1971. A música é de E. Morricone.

     

    Este filme é uma obra prima do cinema mundial.

    Foto : mídias fr

    Nuno

  • Homunculus : A Referência da Bd Manga ……. Homunculus : La Référence de la Bd Manga …

     

    Homunculus est une Bd, pour les puristes un manga écrit et mis en page par Hideo Yamamoto.

    Le graphisme est d’une très grande qualité.

    Depuis 2003, onze volumes furent écrits.

     

    Un sdf accepte l’offre de subir l’offre d’une trépanation en échange de 700 mille yens.

    Il acquiert alors un sixième sens. Ce que lui permet de lire, pour ainsi dire, autrui.

    Un nouveau espace est né : Manga : En Bd ( oups ) ou en film animé.

     

    Images : Planches du 1er tome

    Nuno

     

     

    Eu sei que estou a ser extremamente velhinho, incluindo o estilo Manga no campo da Bd.

    Não vamos ser inocentes : O estilo Manga deve muito à escola Franco-Belga e, sobretudo, Belga.

    Mas pouco importa os purismos.

    Homunculus é a Bd Manga de referência. Escrita por Hideo Yamanoto desde 2003, esta obra conta já onze volumes.

    O grafismo é muito bom.

     

    O resumo da estória é simples e questionante como a pré-história.

    Manabu Ito é um estudante de medicina que se preocupa com interrogações que ultrapassam a ciência.

    Susumu Nakoshi é um ser racional que se tornou sem domicílio fixo pela força da vida.

    Contra 700 mil yens, Susumu aceitará a oferta Manabu : Conhecer uma “trepanação” do cérebro.

    Graças ou por causa desta experiência, Susumu alcança o sexto sentido e descobre um novo sentido que lhe permite descobrir a alma de outrem.

     

    Fica aberto um novo espaço : Manga :  Quer em Bd ( oups ) quer em animado ( filme ).

     

    Imagens : Pranchas do Tomo 1

    Nuno

  • O Engate é uma Arte ! ……………………………………. La Drague c’est un Art ! …………………………………..

     

    Au Niger, des hommes peuls bororo maquillés, dansent devant les femmes en espérant être choisis.

    Si le mot art est du genre féminin en portugais, en contrepartie il est masculin en français.

    Et que dire du champ lexical de l’argot où “o engate” se traduit par “la drague” ?

    Qui a dit que langues n’avaient pas un sexe ? Le mot e A palavra ?

    Ce post peut être lu comme la suite de ” As línguas têm um sexo ?

     

    Photo : Libé, 20 juil 2010, p.23

    Nuno

     

     

    No Níger, homens Peuls Bororo dançam maquilhados diante das mulheres, esperando serem escolhidos.

    Se a palavra arte é do género feminino em Português, já em Francês é do género masculino.

    E o que dizer, no campo lexical do calão, de “o engate” e o do seu equivalente Francês “la drague” ?

    Quem disse que as línguas não tinham um sexo ? A palavra e Le mot ?

    Este post também pode ser lido como a continuação de ” As línguas têm um sexo ?

     

    Foto : Libération, 20 de Julho de 2010, p.23

    Nuno

  • Portugal : A Epopeia das cores ………………………… Portugal : L’ Epopée des couleurs ……………………..

     

    Voici une photo d’un coucher de soleil sur les plages de Furadouro ( région d’Ovar ).

    Photo prise par une “Normande” de façon spontanée avec son portable.

    Qui a dit que le Portugal était un pays quelconque ?

     

    photo : DadaMaravilha

    Nuno

     

     

    Fica aqui uma foto de pôr do sol nas praias do Furadouro ( Ovar ).

    Foto tirada por uma “Normande”, de modo espontâneo, com o seu celular.

    Quem disse que Portugal era um país sem interesse ?

     

    foto : DadaMaravilha

    Nuno