Category: históricos

  • Vasco da Gama & André Juillard a caminho da Índia

     

    Vasco da Gama & André Juillard en route vers les Indes «

     

    Voici  l’ extrait d ‘une planche de l’édition bilingue publiée par le  Banco Pinto & Sotto Mayor:  ” Huit siècles de l’ Histoire du Portugal “. Cela en 1984.

    Les couleurs et le dessin sont d ‘André Juillard . Il me semble qu’il est inutile de vous  présenter ce déssinateur. Lauréat en Angouleme en 1996 , André Juillard est l’un des meilleurs dessinateurs réalistes du monde.

    Source : ” Oito séculos de História de Portugal  / Huit Siècles d’histoire du Portugal ” , ed , op. ci

     

    Pour terminer , une petite question :

    Chez qui était-il interdit et pourquoi de prononcer le mot “Lapin ” ?

    a ) Chez les Marins ?

    b ) Chez les Carmélites ?

    c ) Chez les Chercheurs d’or ?

    Nuno

    (Cliquez sur l’image pour agrandir)

     

    (clicar na imagem para ampliar)

     

    Em 1984 o Banco Pinto & Sotto Mayor  publica e destribui , gratuitamente , uma bela edição que cobre os momentos mais importantes da história de Portugal em Banda Desenhada. É uma edição bilíngua . E é também uma obra que foi e continua esquecida.

    Todavia , esta edição integra , entre várias , duas pranchas fabulosas que narram a descoberta do Caminho Marítimo para a Índia. E elas são da autoria, quanto ao cenário e cores , de André Juillard . Este último , além dos inúmeros prémios alcançados , é considerado um dos melhores desenhadores realistas do mundo ( Veja-se a sua participação, por exemplo , na Bd : I.N.R. I ) .

    Fonte : “ Oito Séculos de História de Portugal / Huit Siècles d’ Histoire du Portugal ” , ed , op.cit

     

    Para terminar ,  uma pequena pergunta .

    Quem não podia pronunciar e porquê a palavra ” Coelho ” ?

    a ) Os Marinheiros ?

    b ) As Carmelitas ?

    c ) Os Garimpeiros ?

    Nuno

    l’ extrait d ‘une planche de l’édition bilingue publiée par le  Banco Pinto & Sotto Mayor :  ” Huit siècles de l’ Histoire du Portugal “. Cela en 1984.

     

    Les couleurs et le dessin sont d ‘André Juillard . Il me semble qu’il est inutile de vous  présenter ce déssinateur. Lauréat en Angouleme en 1996 , André Juillard est l’un des meilleurs dessinateurs réalistes du monde.

     

    Pour terminer , une petite question :

     

    Chez qui était-il interdit et pourquoi de prononcer le mot “Lapin ” ?

     

    a ) Chez les Marins ?

     

    b ) Chez les Carmélites ?

     

    c ) Chez les Chercheurs d’or ?

     

    Source : ” Oito séculos de História de Portugal  / Huit Siècles d’histoire du Portugal ” , ed , op. cit

     

    Nuno

     

     

  • Futebol: uma arena de morte? [cap. 5]

     

    Não! O futebol também se faz de glória,

    mesmo após a morte «


     

    No triste dia que se assinalou pela noticia da morte de Sir Bobby Robson, a única forma que tive de lhe prestar uma singela e última homenagem, foi por aceder ao pedido de um amigo que me vinha solicitando a recolha de alguns itens, vídeos, e fotos, da pessoa reconhecida por um dos maiores e grandes treinadores que Portugal e o mundo conheceu, pois vinha-se alongando e piorando o seu estado terminal de saúde.

    Pelo que refeito da notíca do falecimento, com o “trabalho de casa” já adiantado, mais uma banda sonora a condizer, sugestão do mesmo amigo, depressa compilei e pus o vídeo-tributo em questão online, no youtube.

     

    Ora a história deste post, pode-se dizer que começa agora e aqui.

    Por estes dias, um leitor, que havia conhecido tal videograma, pede via mail do blog em que havia sido publicado, se existia algum modo de ter acesso ao mesmo, uma vez que o youtube tinha removido a conta, (onde este, era um dos vários que contava com milhares de visualizações em poucos dias, e dezenas de comentários) isto, porque o queria apresentar a uma outra colega.

    Ora tal pedido, decorrido já algum tempo, e em que o assunto passaria facilmente entre tantos por esquecido,  deixara-me curioso…

    Cedida a informação com o novo link onde o vídeo já se encontrava re-publicado, acabei por lhe pedir que me satisfize-se a curiosidade do porquê tal interesse nesta altura.

    Acabou-me prontamente respondendo, autorizando que publica-se aqui o seu comentário, e tinha de faze-lo!

    Porque o futebol, também pode não ser uma “arena de morte”, e até prevalecer com os seus momentos de glória, mesmo após a morte. Talvez não ande longe, a moral desta história. Fica portanto o testemunho, com um obrigado ao apreciado leitor.

     

    Por Zé Fansas, via mail, à 6/04/2010:

    “Quanto ao vídeo,  está perfeito, o interesse foi meu ela não conhecia Sir Bobby não gosta de futebol nem acompanha mas falei-lhe nele sobre a historia dele extra futebol, e  quero mostrar-lhe o vídeo porque acho que diz muito sobre Sir Bobby,  muitas vezes nestas ocasiões as pessoas aplaudem por aplaudir ali não vê-se que aquilo é verdadeiro vem de dentro, que enquadrado com o olhar dele e com a musica que também diz muito sobre ele um homem com idade mas muito jovem em espírito torna o vídeo uma boa maneira de mostrar o que ele era.

    Quanto ao que significa para mim, tenho muito orgulho em dizer que um dia ele treinou o meu clube, foi grande treinador mas acima disso grande homem grande lutador um exemplo de Homem. Vale a pena lutar e viver com alegria foi o que ele me ensinou.”

     

    PC Jerónimo da Silva

  • Louvores divinais para o comum dos mortais

    “Air” Suite N.º 3 em Ré maior (também com alguma água na boca)

    São várias as cantatas cuja inspiração imbutida pelo grande Johann Sebastian Bach estaria envolta nas crenças cristãs, destacando-se por exemplo a Cantata BWV 147 – Jesus Alegria do Homens” que evoca a vinda de Cristo aos corações cristãos.Provavelmente uma das mais adequadas para o culminar deste dia de forte estigma para quem vive estas coisas intensamente.

    Mas convenha-se, mais ou menos fiéis, as DIVINAIS criações do Mestre da “primeira” de todas as Artes, a música, tem o poder de tocar no intimo de muitos dos maiores e ditos “incrédulos”.

    E porque estarão, provavelmente muitos, para além do ponto alto  no evocar da Ressurreição Cristã,  no final de tarde  de um domingo, que se quer como qualquer outro, retemperador, prefiro nesta hora disfrutar da tranquilidade emanada por mais um  primor de obra do enorme artista J. Sebastian. 

    Boa Páscoa! Por mais ou menos pagã a forma como ela seja hoje vivida.

    PC Jerónimo da Silva

  • O Genocídio Arménio em Banda Desenhada ………. Le Genocide Arménien en Bd …………………………..

     

    C’est sans doute une première mondiale : ” Le Cahier des Fleurs ” raconte l’histoire du génocide Arménien .

    Cette Bd dont le scénario est de Galandon , les dessins de Nicaise et les couleurs de Maffre a le mérite de pointer un aspect obscur et polémique de notre hitoire récente .

    La sortie du premier tome est prévue , en France , le 7 avril de cette année.

    Éditeur : ” Bamboo ” , dans la collection ” Grand Angle “

    Nuno

     

     

    É sem dúvida uma primeira Mundial : ” Le Cahier des Fleurs ” conta a história do genocídio Arménio .

    Esta Bd  cujo o cenário é de Galendon , o desenho de Nicaise  e as cores de Maffre tem o mérito de apontar para um ponto obscuro e polémico da história recente da humanidade.

    O primeiro tomo estará nas livrarias , em França, a partir de 7 de Abril deste ano.

    É publicada pelas edições ” Bamboo ” , na colecção ” Grand Angle “

    Nuno

  • VHS – Cassetes Repescadas (1) : “Crimson Tide”

    Com este post (abaixo re-editado), aventurei-me pela primeira vez a opinar na blogosfera acerca de um filme, de forma muito sintetizada.

    Até aqui, a ter que opinar, diria que gostava de apreciar uma boa película, mais pelos aspectos e pormenores técnicos e de produção, antes de passar a relevar o seu conteudo.

    Não me considero um cinéfilo daqueles de muita hora de sofa com “calo no cu”, e isto é um elogio para tais, mas, adoro cinema, e tal gosto – sei hoje – que não pode estar dissociado do facto e dos aspectos técnicos que desenvolvo no dia a dia. Ossos do ofício.

    Sobre cinema, mais que ver, ler, e gostar de opinar, não pelo criticar, que tal aptidão é coisa “doutros actores” , gosto de o fazer, para aprender. São evoluções lógicas para quem frequenta os processos de produção, e passei de certa forma a querer melhor observar, para além dos aspectos e pormenores técnicos e de produção. Hoje, não me são indeferentes bons ou maus argumentos, boas ou más mensagens, evidentes ou subliminares. Hoje até podem sair daqui nas linhas de meus posts alguns disparates, riscos de quem opina. O maior desses disparates, por mim assumido previamente como tal, foi ter dito, “de raspão“, que o cinema francês conheceu uma fase algo moribunda. Como castigo, desde então, praticamente pelo leitor de DVD lá da sala, só têm passado cinema francês. E o que me têm deliciado…

    Em “Crimson Tide” (Tony Scott 1995), o actor secundário Denzel Washington, protagoniza um papel de um carisma tal, perante seu chefe supremo naquelas circunstâncias (Gene Hackman), que me cativaria perante o actor/realizador afro-americano enquanto fã e da forma peremptória que me viria a tornar seguidor, acompanhando de perto toda a sua carreira.

    A Postura tomada por Denzel evitaria uma eminente guerra nuclear à escala mundial. O arrepiante, é que este é mais um daqueles filmes de fonte verídica, tal sucedeu mesmo, e um “Imediato” de operações num submarino americano, e consequentemente toda uma cadeia hierarquica, dividida, altamente armada e militarizada, tem de optar entre cumprir ordens superiores, ou confiar na sua consciência, e avançar com um motin perante um cenário de ignição de Gerra Nuclear por ordens superiores infundadas, no entender de vários.

    Este episódio, verídico – que motiva ao espectador do filme às mais e variadas sensações entre dúvidas do certo ou errado – obrigou a Casa Branca, inclusive, a ter de rever suas politicas militares, no que toca à ordem final para disparar armas nucleares. Depois desta crise gerada num submarino americano, posto a navegar com o intuito de controlar o “descontrole” gerado pela separação e fragmentação da URSS, passou a caber ao Presidente dos EUA (até ali era decisão e ordem final do homem com cargo militar hierarquicamente elevado, no cenário de combate) a ordem expressa e clara para disparar armas nucleares.

    .

    Uma nota final para a banda sonora deste filme (Hans Zimmer), que influenciaria e ecoaria, por tantos e demais trabalhos e mensagens, por esses anos e mundo fora.

    .

    Um filme obrigatório, portanto. Reproduzo então a partir daqui e agora, o post que publiquei, numa altura em que estava na “ordem do dia”, politica e mediatica, o despertar de um falso alarme de mini-crise na Georgia, bem como complemento este remake de post, com o comment deixado na altura pela grande observadora, Jornalista Patricia Santos.

    .                  Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

    . ...... “lITTLE dUCKS, tHERE´S tROUBLE iN rUSSIA”

    No filme Crimson Tide – Maré Vermelha (1995),  Gene Hackman  começa por usar essa expressão que consta no tema do post, para iniciar a moralização das tropas de um submarino prestes a partir em combate.

    Ainda não percebi bem qual o supremo interesse da Rússia neste episódio que está a decorrer na Georgia, com algum interesse procurarei fazelo nos próximos dias. Mas e a Europa,  acordará mais uma vez tarde para um problema que se lhe semeia nas barbas?

    É por estas e por outras que volta e meia comungo da expressão God bless America.

    O ambiente está criado para revisitar a  videoteca VHS lá de casa. Com as recomendacões do Mr, ide ver:

     

    ficha | Crimson Tide – Maré Vermelha

     

     

    MrCosmos às 12:35 link do post

     

    .                 de Patrícia Santos a 12 de Agosto de 2008 às 18:10

    Quanto às razões posso dar uma ajuda, porque também não percebia porquê e fui procurar a história. Com a queda da URSS a Ossétia do sul foi incorporada na Geórgia, mas com uma postura pró-russia , acabando por proclamar independência em 1992. A independência não foi reconhecida internacionalmente, mas apesar disso a região tem trabalhado num estatuto de autonomia face à Geórgia . Em 2006 fez novo referendo para suportar a declaração de independência , que não foi novamente reconhecido internacionalmente.
    Recentemente a Geórgia invadiu a capital da Ossétia do Sul. A Rússia enviou tropas para o terreno, uma vez que apoia os interesses separatistas da região.
    Além das motivações políticas na região temos de acrescentar a posição estratégia da Geórgia motivo pela qual é apoiada por Israel e Estados Unidos. Pela Geórgia passam oleodutos e gasodutos que podem por em causa a supremacia na Rússia no fornecimento energético.
    Esta tarde já há notícias que dão conta do fim das ofensivas militares, o que é extremamente importante, pois um descontrolar do conflito numa zona daquelas poderia ter implicações graves em termos mundiais. Isto porque a Geórgia membro da NATO, entrada que foi contestada por França, Alemanha, USA, etc. , pois caso a Rússia algum dia declare guerra à Geórgia a NATO será obrigada a intervir em defesa da Geórgia.
    Sim, quer dizer que é uma zona explosiva que, num cenário extremo, poderia resultar numa III Guerra Mundial…

  • Ratatui regressa em 2010! ………………………………. Ratatouille est de retour en 2010! ……………………..

     

    Il y a quatre rats par habitant dans les quartiers chics de Paris . Et entre huit et dix dans les autres arrondissements.

    Avec les changements climatiques les rats ont commencé à apparaitre à l’air libre . Leur population semble avoir augmenté de 40 % en cinq ans . Ce qui est considérable.

     

    Les professionnels du secteur se frottent les mains. Toute les grandes villes françaises sont touchés … mais la province est épargnée par cette invasion . Est ce que les rats des champs ont marqué leur territoire ?

    Sauf que ces mêmes professionels sont incapables de freiner la prolifération des rats.

    Cette explosion démographique soudaine,  interroge directement ceux qui pensent que nous sommes à l’abri des changements climatiques.

    Nuno

     

     

     

    Quatro ratos por habitante nos bairros abastados e entre oito e dez nos outros bairros.

    Não me estou a referir a uma capital do terceiro mundo , mas a Paris.

    As modificações climatéricas levaram estes roedores a aparecerem nos apartamentos e edifícios públicos.

     

    E a sua população parece ter aumentado de 40 % . O que é considerável .

    Os ratos de esgoto constituem uma sociedade extremamente bem organizada. Contrariamente ao que podem pensar as firmas de desratização , os ratos nunca se habituaram às substâncias de erradicação . São sempre os mais velhos que engolem as substâncias para testar o seu efeito. E, por vezes, esses testes podem durar dias e dias. Como também são sempre os mais velhos que fazem de ” rolha ” e que se sacrificam quando os gazes são introduzidos nas canalizações.

     

    O rato nunca ataca um humano que esteja em posição vertical , salvo se não tem saida. Assim , em caso de encontro com um rato é sempre preferível deixar-lhe uma porta de saída , ou seja, oferecer-lhe uma passagem livre.

    Esta explosão demográfica só pode questionar quem pensa que estamos ao abrigo das modificações climatéricas .

    Nuno

  • Equador à venda em DVD: Obrigado, mas dispenso!

     

     

    A mais cara de sempre, e comungo, para mim também a melhor produção/adaptação nacional de um livro para tv até à data, está por esta altura a ser badalamente anunciada como colecção disponível em DVD. Apesar de me parecer que seu lançamento oficial fora já pelo último Natal, obrigado na mesma, mas, dispenso!

    Com o livro já lido aquando da sua apresentação por episódios no canal responsável pela produção, a TVI, foi com entusiasmo que recebi a boa nova desta adaptação sobre a guerra de interesses comerciais provenientes dos produtos das colónias portuguesas, questionadas, e fortemente prontas a serem repremidas, pela coroa Inglesa.

    Desde minha infância e que me lembre de existir um gravador VHS lá em casa, que me encontro aficionado no hobby das gravações caseiras,

    nas coletas, busca e pesquisa de cartazes, recortes de revistas e jornais, tudo com a finalidade do encadernamento de uma caixa personalizada

    das cassetes, e cadastramento com listagem da videoteca, alfabeticamente metódica, sendo que hoje aguardam digitalização para DVD boa parte delas.

    Pelo que foi religiosamente com as maiores das naturalidades que nem pensei duas vezes em gravar, semana após, semana todos santos pisódios exibidos pelo canal, alias, 29, descontada a gafe de ter perdido apenas, um unico episódio, o nº 10 :-(.

     

    Eu a vocês, não sei, mas aqui o Mr, até que estava capaz de comprar toda a colecção. Não que pelo facto de a transcrição agora feita pela produtora para DVD ter sido directa de HD nativo me dislumbre, mesmo sabendo tratar-se de uma tecnologia e qualidade não disponivel no canal de exibição a partir do qual gravei. De resto, nem os autoproclamados canais HD portugueses exibem na verdadeira exigência de um puro HD, mera publicidade enganosa, portanto. Em suma, HD’s não me deslumbrariam trocas, quando em causa esta uma colecção ‘única’ , pessoal e intransmissivel, devidamente encadernada e masterizada em DVD, artesanalmente com estas mãozinhas.

    Antes, o desafio de adquirir a colecção em mercado passaria sim, pelo colmatar da aquisição do episódio em falta, ou, pelas suas mais de 1:30 horas de extras e bastidores, disponíveis.Tentação!

     

    Para quem não leu o livro, esta colecção DVD não será a mesma coisa… ou vice-versa para quem só assistiu ao tele-romance, um formato não substitui o outro, complementam-se. Tirando a introdução ‘na tela’ de algumas personagens não existentes originalmente no livro, mas em em contrapartida, a fidelidade das narrações, episódios e espirito envolvido no originalmente lavrado pela mão do autor, garante-se (o Mr) : não desilui nem pouco mais ou menos.

    PC Jerónimo da Silva

  • A Gaita de Foles: Da Europa até o Brasil ……………. La Cornemuse : De l’ Europe jusqu’au Brésil ………..

    La cornemuse fut le premier instrument européen à se faire entendre au Brésil.  La lettre de Pedro Vaz de Caminha adressée au roi du Portugal lors de la découverte du Brésil en faisait état

    L’album du musicien galicien Carlos Núnez , “Alborada do Brasil ”  produit avec la crème de la musique populaire brésilienne ( Lenine , Carlinhos Brown … ) , nous fait entendre que c’est au Brésil que la culture médiévale de la Galice et du nord du Portugal s’est mélangée pour devenir contemporaine et universelle.

    Nuno

     

     

    A Carta de Pedro Vaz de Caminha já citava a gaita de foles . Esta foi o primeiro instrumento Europeu a se ouvir no Brasil.

    O álbum do músico Galego , Carlos Núnez , ” Alborada do Brasil ” , elaborado com a nata da música popular Brasileira ( Lenine , Carlinhos Brown … )

    Foi no Brasil que a cultura mediaval da Galiza e do Norte de Portugal ( cantigas de amor … ) se misturou para ser contemporânea e universal .

     

    Nuno

  • Alice in Wonderland: Entre o cinema mudo e os efeitos especiais, venha o Diácono e escolha…..

     

    Se Nuno nos recordou no post de ontem, uma das facetas relacionadas com o dilema levantado num frente a frente »da Sétima vs a Nona Arte« (Cinema vs BD), eu aproveitava a deixa para me concentrar no confronto geracional existente dentro da própria Sétima arte presente em Alice no País das Maravilhas .
    Trocando por miúdos, e para os mais distraídos, no fundo Alice in Wonderland é uma película, tão antiga como desde 1903, tendo conhecido bons toques e “arranjos de maquilhagem cosmética”, adaptando e atravessando vários formatos transversais à era dos filmes aqui apresentados por:

    (1) – “silenciosos” (sem qualquer dialogo nem banda sonora), (2) – passando pelos “filmes mudos” (sem dialogos, mas com banda sonora à acompanhar), (3) – entrando na “era do sincronismo sonoro P&B” (com voz, diálogos/narração, à preto e branco) , (4) – cavalgando pela “era das cores”.

     

    Revisitando o tema, assim de repente, diria que este filme acabou por isso sendo transversal à todo o século 20,  conhecendo grandes lançamentos nos anos de 1903, 1915, 1933, 1951, 1976, 1985, e 1999. 
    Pelo que, nem o Grande Mestre em clichés, do “vira o disco e toca o mesmo”: James Cameron, com seus 3D’s acompanhado de mil e uma mariquices de efeitos especiais, conseguiria trazer à velha estória, neste momento, grande coisa de novo…

     

    O que aguardar então desta 1ª “grande versão” séc. XXI?

     

    Acho que será a mesma mágia de sempre!

    Para que não restem dúvidas, e o agora aqui citado não passe por mero “31de boca :-) , será precisamente essa umas das próximas etiquetas em exibição alí ao lado, na COSMéTICAS tv. Alice in Wonderland. A não perder: os desenvolvimentos em cartaz.

     

    Watch live streaming video from COSMéTICAS tv at livestream.com

    Post que pode, e deve ser lido, como continuação “deste” e  “deste“.


    PC Jerónimo da Silva