Começa-mos com o pé esquerdo. Perdemos!
E depois? Quantas vezes já nos erguemos?
Quantas já nos levantamos? Quantas mais ainda perderemos?
- Só quem nunca estremeceu ao ouvir o timbre daquele hino arrepiante;
- Só quem nunca chorou desalmado, com um golo de calcanhar, rejubilante!
- Só quem nunca ficou com o coração cem-a-hora;
- Só! Quem nunca soube o que é andar-se de cabeça à nora;
- Perder o dia desconcentrado enquanto a bola não ruma à proa;
- Só quem vive agarrado ao passado; não sonha; não cria; e nada sua alma povoa…
…não entende a magnitude de ver os seus, de suas nobres vestes reais trajadas.
Azuis e brancas,erguem a bandeira.
Em tempos monarquia, agora, sem eira nem beira.
A esperança polula entre homens dignos e por isso envergam escudo nacional ao peito, invocando. Seu lema: não envorgonhar suas gentes, lutando.
Com um atrevimento conquistador desmesurado dobram cabos das tormentas.
Temerosos. Mas lutam sem medo.Corajosos.
Que se lança pelo mar a dentro, por tubarões do velho continente dominado.
A cada ano, em busca de mais glórias, partem na descoberta, com ímpeto renovado.
Foi por isso que os próprios mouros antes pré-dominantes se renderam.
Vitória! Venceram.
Primeiro conquistaram o mundo, e vede que agora nasce um luso profundo, em qualquer lado . Existirá coisa igual?
E conjogou Homem de Mello: "Como não por no Porto uma esperança, se daqui houve nome Portugal?"
AMO-TE, Porto.
«Die Meister, die Besten, les meilleurs equipes, the champions!»
Dedicado à minha fiel mulher de armas, Esperança Vitória, de sua graça.
Porque há amores assim.