Category: romance

  • (Post n.º 110)………/………O último fôlego, Cap.1 §2

    Depois da primeira parte (C1 §1) do capítulo 1 que introduz   João Afonso, personagem à volta da qual se desenrola o enredo de «O último fôlego», eis que aí está  o C1 §2 que nos transporta juntamente com o inquieto jornalista para sua meninice decorrida entre a calmaria, e a reviravolta, do  reacender pela causa etarra no País  Basco, em plena viragem do ano 1977 para 78.

     

     

    E tu, vais perder os novos desenvolvimentos?

    [a continuar nas próximas 24h]

  • Post n.º 100: O último fôlego

     

    Para onde eu vou, o quê é  que eu faço?

    Em que tom vivo?  Aperto o laço…

     

    Quantas vezes te riste? Imprimiste o teu cunho? Estico a camisa, abotoo o punho.

    Sê livre em consciência perante as encruzilhadas da vida. Continuas a ser o mesmo ainda que o espelho não to diga.

     

    Componho o cabelo e verifico o fato. Endireito o vinco,  ato o sapato. Viro costas, saio porta fora: Podes contornar meio mundo, mas não os valores  de outrora.

     

    Porque um dia regressas e então constatas:

    – Aqui estou eu vestido de gala,

    é a puta da vida, que um dia nos cala.

     

      

    (O último fôlego, é um novo projeto que me proponho a percorrer. Assim não me faltem as forças, para o ver crescer.)

     

  • Se dúvidas houvessem

    Começa-mos com o pé esquerdo. Perdemos!

    E depois? Quantas vezes já nos erguemos?

    Quantas já nos levantamos? Quantas mais ainda perderemos?

    • Só quem nunca estremeceu ao ouvir o timbre daquele hino arrepiante;
    • Só quem nunca chorou desalmado, com um golo de calcanhar, rejubilante!
    • Só quem nunca ficou com o coração cem-a-hora;
    • Só! Quem nunca soube o que é andar-se de cabeça à nora;
    • Perder o dia desconcentrado enquanto a bola não ruma à proa;
    • Só quem vive agarrado ao passado; não sonha; não cria; e nada sua alma povoa…

    …não entende a magnitude de ver os seus, de suas nobres vestes reais trajadas.

     

    Azuis e brancas,erguem a bandeira.

    Em tempos monarquia, agora, sem eira nem beira.

    A esperança polula entre homens dignos e por isso envergam escudo nacional ao peito, invocando. Seu lema: não envorgonhar suas gentes, lutando.

     

    Com um atrevimento conquistador desmesurado dobram cabos das tormentas.

    Temerosos. Mas lutam sem medo.Corajosos.

    Que se lança pelo mar a dentro, por tubarões do velho continente dominado.

    A cada ano, em busca de mais glórias, partem na descoberta, com ímpeto renovado.

     

    Foi por isso que  os próprios mouros antes pré-dominantes se renderam.

    Vitória! Venceram.

    Primeiro conquistaram o mundo, e vede que agora nasce um luso profundo, em qualquer lado . Existirá coisa igual? 

    E conjogou Homem de Mello: "Como não por no Porto uma esperança, se daqui houve nome Portugal?"

    AMO-TE, Porto.

     

    «Die Meister, die Besten, les meilleurs equipes, the champions!»

     

     

    Dedicado à minha fiel mulher de armas, Esperança Vitória, de sua graça.

    Porque há amores assim.