Maitê Proença (supostamente, penso eu de que) tem-se entretido por estes dias a brincar com os irmãos tugas no twitter, e praticamente, convenceu-me de que mais vale mesmo rir. Rirmo-nos de nós próprios, de resto característica que sempre apreciei.
Então cá vai uma piadinha das muitas que ouvia de meu avô, que foi emigrante 13 anos no Brasil:
Um Português recem chegado ao Brasil, ia apostado em fazer pouco dos brasileiros, pelo que mal desembarcou, nem perdeu tempo:
–Sr. Guarda, diga-me por favor, onde fica o Largo do Francisco?
–O Largo di São Francisco, quê o sinhô dizê… – corrigiu o guarda acentuando o erro.
–Ah, peço desculpa, é que eu não gosto de santos. – Replica o Português com sarcasmo.
O Guarda Brasileiro fita o ar trocista do Português e devolve:
–O Sinhô, pela sua pronúncia, num tem dúvida de que é Português, não. E pelo sotaque, diria que é dos lados de Imbra.
–Coimbra – corrigiu o português prontamente.
–Ah, me disculpe, é que eu num gosto de cu, não.
(Pronto, vá lá, não insistam tanto, ou ainda conto outra do meu avô. Com picante…)