Les trolls font partie de la mythologie nordique. Un fait sans sans doute ignoré du grand public. Les troll ce sont des êtres agressifs qui peuplent les contes et les montagnes de la Norvège.
The Troll Hunter d’André Ovredal n’ est pas Indiana Jones. Mais c’est un film d’une très bonne qualité, surtout pour un budget aussi petit.
Nuno
Os trolls, contrariamente ao que se poderia em aparência pensar, fazem parte da mitologia Nórdica. São seres agressivos que povoam as lendas e as montanhas da Noruega.
The Troll Hunter, realizado por André Ovredal, não é Indiana Jones. Mas é um filme que me parece de muita qualidade, tendo-se em conta os muito poucos meios disponíveis para a rodagem.
É com agrado que se constata a ideia que o Presidente do FC Porto tinha nesta matéria para o clube. Esperemos que a grelha do Porto Canal possa vir a crescer de conteúdos FCP mantendo em mente esta linha orientadora apresentada.
Sempre estive algo espectante, pela negativa, sobre a possibilidade de o FC Porto poder vir a ter um canal de Tv, temendo que o clube pudesse vir a cair na tentação de seguir o rumo da maioria dos alinhamentos televisivos estilo “Televisão de Seita” conforme grandes nomes do futebol mundial têm adoptado para seus canais, e caminho pelo qual o canal do clube português mais popular alinha desde o 1º minuto, o que inclusive e declaradamente envergonha boa parte dos seus adeptos. (link 1, 2)
Portanto, que o novo Porto Canal assim nunca decepcione.
C’est le livre le plus aimé, haï , controversé et puissant de l’Humanité. La vidéo ici présente sert d’introduction à un thème qui touche et intéresse des milliards d’humains : La Bible Sacrée.
En résumant, la Bible peut être considerée comme une intreprétation religieuse de l’existence de l’homme sur terre. Elle est lue par toutes les croyances chrétiennes comme étant source d’inspiration divine. Des millions de personnes ont vécu, sont mortes, ont été brulées ou ont été massacrées… pour Elle. Une chose est sûre : peu de gens ignorent son existence et beaucoup ont sur Elle une opinion.
Selon l’argumentation de Gary Whitta dans “Le livre d’Eli”, réalisé par les frères Hudge, le pouvoir de la Bible repose sur sa décodification. C’est une opinion que je partage. On peut la présenter comme étant un livre destiné aux faibles d’esprit, et d’autre part comme étant le bien le plus précieux de l’humanité.
O vídeo presente, do filme já anteriormente aqui abordado de raspão, apenas serve de mote para introdução, mais do que de um post, de um tema, que abrange e interessa a bilhões da humanidade: A Bíblia Sagrada.
Sintetizando, a Bíblia pode-se considerar uma interpretação religiosa do motivo da existência do homem na terra sob a perspectiva Judeia, narrada por humanos mas considerada igualmente por praticamente todos os credos cristãos como que divinamente inspirada.
Por ela, milhões de pessoas já viveram, morreram, se refugiaram, foram queimadas e massacradas, se reforçaram e inspiraram, ou pura e premeditadamente a ignoraram ou subvalorizaram.
Uma coisa é certa: acerca de sua existência poucos lhe serão “ignorantes”, quanto mais não seja, sobre sua relevância, e facilmente dela terão uma opinião formada.
Por ela, Gutenberg inventou a primeira prensa de impressão que seria o despoletar da página imprensa e duplicação em massa, e a partir dai para sempre, para todo o tema, género e formato. É o livro mais vendido de todos os tempos com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos no mundo.
É atestada como tendo sida escrita por cerca de 60 homens, não contemporâneos, e que distam do primeiro (Moisés) ao último (O Apóstolo João) de um período aproximado de 1500 anos.
As duas maiores parábolas e as mais nucleares deste livro, pessoalmente encontro-as precisamente, não no novo testamento donde se baseariam os fundamentos de toda uma cristandade, mas sim no velho testamento, no primeiro livro de Génesis na questão de a autoridade e dependência à um Deus criador ser questionada pelos seus recém criados humanos através de uma faculdade atribuída pelo mesmo criador: a do livre arbítrio (tema aqui abordado) e intrinsecamente ligado a todo o “enredo bíblico”, e a segunda grande questão pode ser encontrada no livro de Jó, quando novamente a figura de Satanás o Diabo intervém, e acusa de interesseiros os homens fiéis a Deus, pois que o servem à custa da busca segura e egoísta de protecção e bênção divina – veja-se o exemplo das promessas religiosas típicas dos católicos – e que tal “escudo protector” a ser-lhes retirado (por Deus, leia-se) qualquer homem sucumbirá, advoga o Diabo, sendo que Deus assim “picado”, por uma segunda vez admite tal tipo de prova à humanidade.
A “salvação” do homem dependerá portanto da superação e bom sucesso destas duas provas, planos ainda em execução, aos quais passarão os humanos aprovados merecedores de uma segunda fase da história da humanidade: um mundo “paradisíaco” liberto da interferência maléfica de Satanás, destruído que será.
Um dos riscos de se aprofundar o conhecimento bíblico directamente a partir da fonte, do próprio livro sagrado, é que quanto mais se aprofunda a Bíblia de forma independente e mente aberta, tanto mais se corre o risco do crente se vir a tornar agnóstico – filosofia de quem acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida. Por mim falo.
Por isso há também milhares de fiéis da cristandade que são “formatados” para não acederem a Bíblia, sendo este um privilégio interpretativo dos Clérigos altamente doutrinados para tal, e vendido como “mistérios” para todos os demais.
Daí o poder deste livro e de quem souber descodifica-lo, ou colar-lhe a sua própria interpretação, que voltando ao vídeo e filme inicial, este post poderia ser também relacionado como que tratando de alguns dados adicionais para uma breve interpretação das entrelinhas na mensagem do argumentista Gary Whitta em “O Livro de Eli” realizado pelos irmãos Hudge.
C’est le livre le plus aimé, haï , controversé et puissant de l’Humanité. La vidéo ici présente sert d’introduction à un thème qui touche et intéresse des milliards d’humains : La Bible Sacrée.
En résumant, la Bible peut être considerée comme une intreprétation religieuse de l’existence de l’homme sur terre. Elle est lue par toutes les croyances chrétiennes comme étant source d’inspiration divine. Des millions de personnes ont vécu, sont mortes, ont été brulées ou ont été massacrées… pour Elle. Une chose est sûre : peu de gens ignorent son existence et beaucoup ont sur Elle une opinion.
Selon l’argumentation de Gary Whitta dans “Le livre d’Eli”, réalisé par les frères Hudge, le pouvoir de la Bible repose sur sa décodification. C’est une opinion que je partage. On peut la présenter comme étant un livre destiné aux faibles d’esprit, et d’autre part comme étant le bien le plus précieux de l’humanité.
O vídeo presente, do filme já anteriormente aqui abordado de raspão, apenas serve de mote para introdução, mais do que de um post, de um tema, que abrange e interessa a bilhões da humanidade: A Bíblia Sagrada.
Sintetizando, a Bíblia pode-se considerar uma interpretação religiosa do motivo da existência do homem na terra sob a perspectiva Judeia, narrada por humanos mas considerada igualmente por praticamente todos os credos cristãos como que divinamente inspirada.
Por ela, milhões de pessoas já viveram, morreram, se refugiaram, foram queimadas e massacradas, se reforçaram e inspiraram, ou pura e premeditadamente a ignoraram ou subvalorizaram.
Uma coisa é certa: acerca de sua existência poucos lhe serão “ignorantes”, quanto mais não seja, sobre sua relevância, e facilmente dela terão uma opinião formada.
Por ela, Gutenberg inventou a primeira prensa de impressão que seria o despoletar da página imprensa e duplicação em massa, e a partir dai para sempre, para todo o tema, género e formato. É o livro mais vendido de todos os tempos com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos no mundo.
É atestada como tendo sida escrita por cerca de 60 homens, não contemporâneos, e que distam do primeiro (Moisés) ao último (O Apóstolo João) de um período aproximado de 1500 anos.
As duas maiores parábolas e as mais nucleares deste livro, pessoalmente encontro-as precisamente, não no novo testamento donde se baseariam os fundamentos de toda uma cristandade, mas sim no velho testamento, no primeiro livro de Génesis na questão de a autoridade e dependência à um Deus criador ser questionada pelos seus recém criados humanos através de uma faculdade atribuída pelo mesmo criador: a do livre arbítrio (tema aqui abordado) e intrinsecamente ligado a todo o “enredo bíblico”, e a segunda grande questão pode ser encontrada no livro de Jó, quando novamente a figura de Satanás o Diabo intervém, e acusa de interesseiros os homens fiéis a Deus, pois que o servem à custa da busca segura e egoísta de protecção e bênção divina – veja-se o exemplo das promessas religiosas típicas dos católicos – e que tal “escudo protector” a ser-lhes retirado (por Deus, leia-se) qualquer homem sucumbirá, advoga o Diabo, sendo que Deus assim “picado”, por uma segunda vez admite tal tipo de prova à humanidade.
A “salvação” do homem dependerá portanto da superação e bom sucesso destas duas provas, planos ainda em execução, aos quais passarão os humanos aprovados merecedores de uma segunda fase da história da humanidade: um mundo “paradisíaco” liberto da interferência maléfica de Satanás, destruído que será.
Um dos riscos de se aprofundar o conhecimento bíblico directamente a partir da fonte, do próprio livro sagrado, é que quanto mais se aprofunda a Bíblia de forma independente e mente aberta, tanto mais se corre o risco do crente se vir a tornar agnóstico – filosofia de quem acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida. Por mim falo.
Por isso há também milhares de fiéis da cristandade que são “formatados” para não acederem a Bíblia, sendo este um privilégio interpretativo dos Clérigos altamente doutrinados para tal, e vendido como “mistérios” para todos os demais.
Daí o poder deste livro e de quem souber descodifica-lo, ou colar-lhe a sua própria interpretação, que voltando ao vídeo e filme inicial, este post poderia ser também relacionado como que tratando de alguns dados adicionais para uma breve interpretação das entrelinhas na mensagem do argumentista Gary Whitta em “O Livro de Eli” realizado pelos irmãos Hudge.
La revue Télérama du 13 avril nous offre un article très intéressant.
Dans l’état du Piauí ( Brésil ) il existe un trésor archéologique d’une valeur inestimable.
En apparence les dessins préhistoriques semblent peu différer de ceux des grottes de Lascaux ou de ceux de Foz de Coa…
Cependant, si l’on fait attention, on peut voir que les dessins ruppestres découverts par Niède Guidon (1964) renvoient explicitement à des représentations sexuelles.
A ce sujet, après de longues années de lectures et d’échanges, je me suis interrogé sur le pourquoi de la naissance de l’interdit de l’inceste.
Sans cet interdit, la race humaine aurait-elle pu évoluer? Et pourquoi les chimpanzés, si proches de nous, lorsqu’ils sont elevés dans des réserves, donc en contact avec nous, ne le pratiquent pas? Et inversement pourquoi, lorqu’ils sont en liberté, le pratiquent-ils ?
Ce sont des questions qui me semblent pertinentes.
Document : Télérama, nº 3196, p.23
Nuno
A revista “Télérama” de 13 de Abril do ano em curso apresenta um artigo muito interessante.
No estado do Piauí existe um imenso tesouro arqueológico.
Os desenhos pré-históricos, em aparência, pouco ou nada diferem dos das grutas de Lascaux ou do sítio de Foz de Coa…
Todavia, prestando-se atenção, verifica-se que certos desenhos rupestres descobertos por Niède Guidon ( em 1964 ) remetem, explicitamente, para representações sexuais.
Por associação de ideias e após longos anos de leituras e de conversas animadas, questionei-me sobre o porquê do nascimento do interdito do incesto.
Sem este interdito poderia a raça humana ter evoluído? E porque é que os chimpanzés, tão próximos de nós, quando criados em reservas, ou seja, em contacto connosco não praticam o incesto? E, contrariamente, porque é que quando vivem em liberdade o praticam ?
Nuno Álvares Pereira et Jeanne d’ Arc ont été des figures charismatiques de leurs pays.
Tous les deux ont été des chefs de guerre et tous les deux ont été sanctifiés par l’ Eglise.
Un homme, une femme ?
Ce qui m’interroge est le suivant : La statue de Jeanne d’Arc differe-t-elle esthetiquement de celle de Nuno Álvares Pereira ?
Ce post m’est venu à l’idée suite à l’annonce de la conférence-débat organisée par la délégation Française à Paris de la Fondation Calouste Gulbenkian, le 9 décembre à 18h30 : “Nuno Álvares Pereira et Jeanne d’Arc ” : L’ Histoire et le mythe “
Cette conférence-débat a été presentée par Luís Adão da Fonseca, de l’ Université de Porto et par Évelyne Morin-Rotureau, historienne.
Qui a été Jeanne D’ Arc ou / et qui a été Nuno Ávares Pereira dans cette conférence ?
Nous ne pouvons que féliciter la Gulbenkian pour une telle réalisation.
Nuno Álvares Pereira e Jeanne D’Arc foram e são figuras emblemáticas dos seus países respectivos.
Ambos criaram alicerces, pelo pior ou/e pelo melhor, para que a noção de nação se desenhasse séculos mais tarde.
Ambos foram chefes de guerra.
Um é homem e uma é mulher. Ambos foram guerreiros e ambos foram santificados pela igreja.
O que me questiona é saber até que ponto a estátua de Nuno Álvares Pereira se pode diferenciar, esteticamente, da de Jeanne d’ Arc ?
Homem ou mulher ?
A delegação Francesa da Fundação Calouste Glubenkian organizou dia 9 de Dezembro uma conferência-debate às 18h30 : ” Nuno Álvares et Jeanne d’Arc : L’ Histoire et le mythe “.
Esta foi animada por Luís Adão da Fonseca da Universidade do Porto e pela historiadora Évelyne Morin-Rotureau.
Quem foi Nuno Álvares Pereira e quem foi Jeanne D’Arc nesta conferência-debate ?
Parabéns à delegação Francesa da Gulbenkian por tal iniciativa.
Le Portugal est la troisième République de l’histoire moderne.
C’est un fait méconnu !
Pourtant, dès 1911, la République Portugaise applique la loi française de 1905 sur la laicité.
Le fascisme ( salazarisme ) détruira dès 1928 tous les acquis républicains.
La monarchie portugaise ne savait pas lire le portugais !
Photo : Jornal do Fundão, 2 de Set de 2010
Nuno
Portugal é o terceiro país, na história recente, após a França e a Suissa, a conhecer uma República.
Num contexto Europeu dominado pela monarquia, a proclamação da República, em 1910, incomoda.
Portugal é um pequeno país. E incomoda que num pequeno país se saiba pensar.
O reconhecimento de filhos ilegítimos, o reconhecimento de filhos casais adúlteros, a lei do divórcio são aspectos que revolucionaram o pensamento Europeu.
Pertencem à primeira República Portuguesa tais ideias.
O Salazarismo varrerá todas estas questões pertinentes : A ordem Papal ou / e da Igreja será estabelecida de novo !
O papel da Primeira República será essencial na defesa da Língua Portuguesa e no combate contra o analfabetismo, graças a uma reforma da ortografia.
A Monarquia desprezava a língua e a culinária Portuguesa. Contra documentos nada a acrescentar !
É com os Repúblicanos que nasce a noção de nação Portuguesa. Algo complicado a discursar.
Segue aqui a foto da ementa da refeição privada de Dom Carlos, aquando a sua vinda à Covilhã.
Triste monarquia que desprezava a língua do Povo Português !