Das varandas da minha Vila Eu avisto e não resisto Àquelas cordelheiras em fila Onde reconheço o ar que respiro
Category: porto de mós
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À Varanda
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TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE (TDT) – 4
Perguntas Frequentes (2)
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Porquê deixo, às vezes, de apanhar TDT à noite?
A propagação de ondas e sinais rádioeletricos sofrem variações após o “cair da noite”, comparativamente às emissões diurnas.
Houve zonas, consideras mais criticas, como por exemplo em Alqueidão da Serra, onde após o desligamento dos retransmissores analógicos verificada a 13 de fevereiro, o problema se agravou, verificando-se mesmo conflitos entre os ecos gerados pelos vários emissores que chegam àquela localidade, e que emitindo todos na mesma frequência (C56 = 754000Mhz) , pode ser esta uma forte probabilidade para o “apagão completo” noturno verificado em vários pontos de algumas localidades. De salientar que o Processo de implementação de TDT em Portugal se encontra precisamente neste momento na chamada “fase piloto”, onde ajustes técnicos nas emissões e eventuais alterações poderão ocorrer.
Isto não significa, ou inviabiliza, que vários equipamentos de antenas que permaneçam desadequados para a TDT e que possam estar a trabalhar “satisfatoriamente” bem durante o dia, mas no limite dos valores necessários , caiam à noite para valores de quebra na receção de TDT. Para um bom esclarecimento, nada como a verificação do caso por um técnico especializado.
Pertenço a uma Zona Sombra e tenho de me ligar por parabólica via satélite. Vou ter de passar a pagar alguma mensalidade?
Não. Os únicos custos relacionados podem ser com a aquisição/adaptação da sua instalação e aparelhos para a TV digital. A partir daí não tem de pagar mais nada para continuar a receber televisão em sinal aberto dos 4 canais nacionais mais um 5º canal em HD.
Mas o que é isso do 5º Canal em HD?
Uma das premissas relacionadas com a introdução de TDT em Portugal tinha que ver com a disponibilidade de um 5º canal a emitir em HD (resolução de alta definição, até 1080 linhas).
Esse canal aparece, sempre apareceu, nos aparelhos de TV compatíveis com norma Mpeg4, mas acabou por ficar “vazio”, sem conteúdos, ocupando o seu respetivo multiplex de emissão, e que representa mais de metade da frequência destinada à TDT. O futuro do 5º canal em HD desconhece-se, havendo no entanto alguns movimentos civis pressionando junto da Assembleia da República para que, no mínimo, o espetro ocupado em vão pelo 5º canal HD possa ser substituído pela emissão livre em SD (Standard Digital, até 576 linhas) dos restantes canais pagos pelo erário público e que apenas emitem em plataformas de tv pagas (RTP Informação; RTP Memória; RTP África; RTP Internacional ; e ARTv, o canal do Parlamento). Aguardemos portanto…
O meu televisor ou box digitalizadora desliga-se sozinha ao fim de algumas horas. Será Avaria?
Não. Praticamente todos os aparelhos, a titulo de “poupança de energia”, vêm programados de fabrica para se desligarem automaticamente ao fim de algumas horas, para não correrem o risco de ficarem acessos por esquecimento. Tal função pode ser desativada no menu de características do aparelho.
A minha Televisão é demasiado antiga, nem sequer tem ficha Scart 21 pinos para ligar uma box. Há Solução para a TDT?
Há solução sim. Apesar de ficarem mais caras (entre os 50,00€ a 75,00€ em média) e serem escassas no mercado, existem boxes digitalizadoras que podem ser ligadas precisamente pela mesma ficha de 75 Ohm onde agora liga a antena de TV. Ou em alternativa, pode adquirir uma box digitalizadora convencional e um segundo acessório complementar: um modulador RF de sinal (cerca de 25,00€), que converte os sinais da ficha Scart da box, em frequências modeladas para ligar à tal ficha do cabo de antena.
Ou ainda: porque não usar as ligações de um Leitor VHS antigo, mesmo que já não reproduza cassetes, que fará perfeitamente a mesma função do referido modulador RF? Resultará.
Paulo Jerónimo
(Publicado na edição do jornal ‘O Portomosense’ 1.mar.2011)
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Perguntar Não Ofende ……………………………….. #9
Viverei o suficiente para ver a sociedade tolerar também a prática do infanticído

A primeira resposta em concreto, para a pergunta que me faço desde o dia em que foi aprovada a liberalização do aborto pela sociedade portuguesa (2007), surgiu-me ontem aqui.

também relacionado: a 1ª reportagem publicada pela ZonaTv
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Paulo Jerónimo
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Televisão Digital Terrestre (TDT) – 2
:: Parte 2 – O Sol Quando Nasce (Não) é Para Todos ::

Chamam-lhe as “zonas sombra”, onde o sinal de TDT é inexistente ou insuficiente, e é caso para dizer que o concelho de Porto de Mós, no que toca à TDT, está bem “assombrado”.
Quando no próximo dia 13 de fevereiro ocorrer definitivamente o apagão que se aguarda para os emissores analógicos que chegam a estas zonas (exceção para quem receba emissão do Montejunto até 26 de abril), será caso para perceber que o sol quando nasce nem sempre é para todos.
Como explicar, ou melhor, aceitar, que um morador que se prepare para fazer a migração de sinal para TDT, mesmo supondo que já possua equipamento (televisores/antenas) adequados para tal, para o fazer tenha um custo obrigatório acima dos 100,00€ (relacionados com a aquisição e instalação de equipamento satélite), quando poucos quilómetros ao lado um outro morador, fora das zonas sombra, pode não ter qualquer custo caso os equipamentos necessários para a migração de sinal que possui sejam adequados?
Ou ainda que os equipamentos não estejam adequados para a receção de TDT – que é a situação mais comum nesta fase – o certo é que a diferença entre a ligação normal terrestre, e a sua alternativa via satélite para as zonas sombra, sofrem disparidades nos custos e limitações impostas (apenas 3 receptores satélite por residência) que serão sempre bastante relevantes, não obstante serem anunciados alguns apoios e exceções para alguns casos.
Pior ainda é que isto seja imposto às populações sem receberem nada mais em troca para além dos mesmos 4 canais conforme já os conhecemos.
É certo que a qualidade de som e imagem agora disponibilizados estão inegavelmente melhorados, mas não era esta a grande revolução que a TDT prometia. Não era esta a imposição que se exigia. Foi antes e até agora uma oportunidade perdida.
A migração de emissão analógica para digital deveria significar um enorme aumento na oferta de canais e conteúdos gratuitos para toda a população. É isso que tem acontecido na maioria dos outros países, constatando-se que mais uma vez Portugal coloca-se na cauda da Europa como sendo o país com menor oferta de canais em TDT, segundo o Observatório Audiovisual Europeu.
Atualmente, o espetro disponível já permitia pelo menos mais 5 canais para além dos existentes e após o switch off final agendado para 26 de abril, disponibilizadas as frequências agora ocupadas pela emissão analógica, torna-se tecnicamente viável o aumento dos mesmos para bem mais do que isso, assim haja vontade.
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Paulo Jerónimo
(Publicado na edição do jornal ‘O Portomosense’ 2.fev.2011)
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Televisão Digital Terrestre (TDT)
:: Parte 1 – Do Palavrão ao Apagão ::

A preocupação e curiosidade hoje são comuns a quase todos os cidadãos, mas recuando no tempo, estaríamos algures pelo ano de 2003 quando, pelas revistas da especialidade, aos leitores aficionados da área de Produção Audiovisual se nos apresenta definitivamente a TDT como uma realidade que era para avançar, num processo que se queria célere segundo o nosso governo.
Deliberado pela União Europeia, a ordem é de um apagão, conhecido pelo “switch off”, das transmissões televisivas no modo analógico, em todos os países membro.
Portugal apresentou-se na altura como um pretenso candidato ao pódio, tendo em conta que, a cumprir as primeiras datas estimadas e avançadas, teríamos sido o primeiro país da Europa a migrar do sinal sexagenário analógico, que ocupa uma imensidão de frequências e da quota de espetro disponível para a transmissão de dados, acabando por inviabilizar de grosso modo o expandir que a galopante era tecnológica dos anos 2000 impunha, sendo nomeadamente a 4ª geração de telecomunicações móveis, o mais flagrante exemplo em disputa.
Mais do que o entusiasmo da ambição precipitada de calendarização pelo executivo governamental, era sobretudo com desconfiança, perante uma flagrante sofreguidão mal gerida e “desgovernada”que os mesmos profissionais encaravam o futuro. Infelizmente comprovou-se estarem certos…
Da atabalhoada intenção inicial, à final conclusiva que por estes dias os portugueses vivem “in loco”, confrontados com o desmando agora também do desliga/não desliga recalendarizado – no caso dos emissores que servem o conselho de Porto de Mós tendo sido o apagão adiado em mais um mês, para o próximo dia 13 de Fevereiro – todo este processo de implementação da TDT em Portugal sempre foi executado por linhas pouco retas.
Ao invés, é convicção de imensos críticos que tais linhas orientadoras foram sendo sobretudo meticulosamente traçadas a “regra e esquadro, por vezes com recurso ao compasso, de tão obliquas, ou perpendiculares, também paralelas, resumindo: enviezadas.
Não se podem deixar de perceber os lóbis e tremendos interesses que o processo de implementação de TDT em Portugal agitou, bem como tristemente, não se pode deixar de perceber como uma oportunidade que na maioria dos outros países resultou em mais valia e sucesso para os seus cidadãos, que em Portugal apenas resulte em “mais do mesmo” (4 canais), engordando os mesmos de sempre, sendo o processo de migração, em boa parte, custeada pelos próprios cidadãos.
Como consequência direta para o nosso conselho destes imbróglios, verifica-se que basicamente as nossas zonas serranas, a excepção de Serro Ventoso e Alqueidão da Serra não estão nem estarão cobertas pelo sinal de TDT, ou a existir, o mesmo é tecnicamente deficiente e inviável, sendo que a solução acaba por ser adquirir equipamentos satélite inflacionando altamente os custos já de si injustos quaisquer que eles fossem, para fazer a migração.
Continuaremos o tema e com dados mais concretos e várias curiosidades, na tentativa de mais alguns esclarecimentos, nas próximas edições do jornal “O Portomosense” .
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Paulo Jerónimo
(Publicado na edição de 19.jan.2011)
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Esse não é o caminho!
Quando na penúltima edição de “O Portomosense” me deparei com o destaque de primeira página: “A19 esquece Porto de Mós” , hesitei durante alguns segundos se alguém me teria lido os pensamentos.
Vários dias antes também havia chegado a casa, tremendamente indignado e triste, por me deparar com tal gritante realidade no dia de abertura desta nova auto-estrada, onde desde o seu início, em Leiria, até o desembocar da mesma no nosso conselho, em Chão da Feira, nem uma única alusão é feita a Porto de Mós, indo os destaques para a Batalha e Alcobaça.
Anima-me ao menos, dentro do possível, que o sentimento seja partilhado por outros, bem como a iniciativa do nosso Jornal em apontar o tremendo erro, com a devida relevância.
Mais de que um bom princípio, este deveria ser um sacudir de consciências, o início de inverter caminho.
Será que sim? Aparentemente, agora e depois do mal feito, a preocupação vai no sentido de tentar remediar e reparar aquilo que com algum eufemismo se poderia chamar de “gafe”, não fosse evidente, para os próprios portomosenses, o esquecimento persistente a que as nossas autoridades nos votaram desde há já várias décadas até aos dias de hoje com suas políticas nestes aspectos seguidas.
Há mais de uma década que entre desabafos, lamento por exemplo, no percorrer da principal via do país, a auto-estrada A1, que com a aproximação das várias saídas relacionadas com a denominada Zona Turística Leiria – Fátima, área a que (só!) geograficamente pelo visto pertencemos, saídas essas às quais acabaremos nós ou nossos visitantes ter de tomar para fazer acesso ao nosso concelho, e deparar tristemente quer seja no sentido Norte ou Sul da via com a falta por demais evidente do que seria uma lógica e esperada alusão ao Castelo de Porto de Mós entre tantas demais portentosas placas distintivas dos monumentos da região. São anunciados com a devida popa e circunstância desde os mosteiros de Alcobaça e Batalha, Santuário de Fátima, passando pelos castelos de Ourém ou Pombal…
E um portomosense pergunta-se se seria exigir muito que a alusão ao seu castelo fosse patente ali também no meio das demais? Mais, se não devia ser sequer inquestionável ele estar lá.
É que – e não me levem a mal os pombalenses pelo termo de comparação – mas caramba! Até o Castelo de Pombal conseguiu, e bem, claro está, ter lá uma placa tamanho xxl. Em que é que o castelo de Porto de Mós é menor? Ou será que é o arrojo dos portomosenses menor?
Como desperceber que o Professor José Hermano Saraiva reconheça para ele o Castelo de Porto de Mós como um, senão mesmo, o mais belo da Europa, e subestimar isto, para citar apenas um dos meros exemplos com a autoridade que se lhe reconhece, das potencialidades destas nossas terras?
Que tal individualidade tenha reconhecido isto num dos seus programas dos longínquos anos 90, e isto não tenha acordado ninguém, é pouco, ó minha gente…
Trazer cá programas televisivos de pontuais e efémeros efeitos, se não pensados como mero rastilho para algo mais eficaz e duradouro, é pouco, ó minha gente…
Conseguir para as nossas grutas a distinção e notoriedade de maravilha nacional e tal não nos catapultar para horizontes mais arrojados, é pouco, ó minha gente…
Esquecer a grande riqueza para além dos granitos que possuímos nas nossas serras e Parque Natural , é paupérrimo, ó minha gente…
Auto vetarem-nos os nossos governantes locais ao longo dos anos, sem percebermos o porquê, do direito de distinção, e auto dissociarem-nos da maior conquista portuguesa enquanto povo e nação que é a de Aljubarrota, chega a ser blasfémia, ó minha gente…
Que a forte bofetada recebida pelos portomosenses neste natal de tempos austeros: a confirmação da “exclusão” de Porto de Mós do Mapa de Portugal – pelo menos do mapa das Estradas de Portugal já assim se confirma (A19 para não relembrar a A1), sem aspas nem pejo, que tal ao menos agite o marasmo a que nos remetemos. Porque quem não aparece, esquece.
Que aos portomosenses, ao deslocarem-se para fora do seu distrito, baste um dia apenas dizer: sou de Porto de Mós, sem ter que complementar de imediato perante a cara de interrogação dos forasteiros: “Fica a junto à Batalha ou perto de Alcobaça”.
Convenha-mos: não foi “a auto-estrada que esqueceu Porto de Mós”, foi Porto de Mós que cometeu o desastre, há muito tempo, de entrar na valeta da estrada, desviando-se e capotando. É este o caminho que continuaremos a percorrer?
Audácia, ó minha gente!
Não tenha-mos vergonha de assumir que foi destas terras, deste castelo, por estes caminhos, que se afirmou de Portugal.
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Paulo Jerónimo
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A Portugalidade e o Seu Legado Para a Humanidade Un legs de la Portugalité à l’Humanité …………………
Kai Streier écrit et chante en anglais. Ce musicien allemand aux origines portugaises évoque sous des rythmes où l’on peut sentir le flamenco des vieux préjugés et des vieux tabous portugais. Il est accompagné par André de Matos qui joue de la guitare portugaise.
Les thèmes des chansons Kai Streier ont souvent leur source dans les conseils que sa grand-mère donnait à sa mère avant que celle-ci ne
rejoigne, comme tant d’autres, l’énorme exode dans les années 60 vers l’Allemagne, la France…La Portugalité avec ses 800 ans d’histoire est l’un des legs les plus anciens pour l’histoire de l’humanité. “Evil Spain” de Kai Streier par ses mélanges et ses syncrétismes le prouve très bien.
Les légendes de la vidéo peut être traduit en francais avec la fonction CC après avoir fait play.
Ce sujet peut être lu dans le prolongement de Le Fado et le Théâtre des Ombres ChinoisPaulo Jerónimo
Um alemão, Kai Streier (com ascendência portuguesa), escreve e canta em inglês, ao ritmo de um flamenco, acompanhado à guitarra portuguesa (por André Matos), num tema que aborda velhos preconceitos envoltos de tabus antigos típicos dos tempos da ditadura portuguesa, tema esse que acaba por ser inspirado nos conselhos, que ouvira contar, que a avô do artista teria recomendado à sua mãe, uma Jovem portuguesa de Alqueidão da Serra, para quando atravessa-se a fronteira. Preocupações de uma mãe que vê a filha alinhar no êxodo português que houve para França e Alemanha e outros países na década de 60.
A portugalidade e os seus mais de 800 anos de história são um dos mais antigos legados para a humanidade, e a mescla de tantas culturas patentes nesta versão de Kai Streier – “Evil Spain” , comprova precisamente isso.
Por isso e sobre o vídeo: muito bem esgalhado, ao bom estilo de deserascanço “portuga”, picardando os nossos vizinhos de fronteira. Um portento, portanto!
As legendas do vídeo podem ser traduzidas para português usando a função do player CC após fazer play.
Este tema pode ser lido na continuação de O Fado e o Teatro de Sombras Chinês
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Paulo Jerónimo
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A Meteo: Um OVNI? ……………………………………….. ………………………………………. La Méteo: Un OVNI?
Et voilà: Les élements naturels sont de plus en plus imprévisibles.
Rui Veloso, chanteur, musicien et compositeur de Porto avait sans aucun doute 30 ans d’avance lorsqu’il compose, Beirã, chanson qui dénonce déjà le royaume du Turbolibéralisme qui rime avec béton et exploitation.
Ce post doit être lu comme la suite de: “Les Signes du temps“
Photos: Libé, p.19, 7 de nov de 2011.
Nuno

Em poucas horas chuvas violentas e ventos que se assemelhavam a furacões mataram várias pessoas no sul da França nos dias 5 e 6 de Novembro.
Milhares de pessoas ficaram privadas de electricidade e de água potável.
Esta mesma violência dos elementos naturais também matou na Itália.
Algo nunca visto nos arquivos.
E continuam a nos quererem evangelizar: O Turbo liberalismo não é responsável pela ganância, pelo betão e etc. e tal…
Talvez, Rui Veloso, com a sua bela canção, Beirã, tivesse 30 anos de avanço…
Este post deve ser lido como a continuação de: “Sinais do tempo“
Fotos: Libé, p.19, 7 de Nov. de 2011.
Nuno
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Sinais do Tempo ……………………………………………. ………………………………………. Les Signes du temps
Marco Pereira a commenté hier, sur Facebook que “la méteo connaît des événements étranges. La semaine dernière nous étions en alerte rouge due aux risques d’incendie et maintenant nous sommes en alerte orange en prévision d’éventuelles inondations.”
Et hier aussi est apparue cette excellente vidéo (Lien) , qui figure parmi les huit qui ont été mises aux voix pour le Portail Portugal Vidéo.
Ô temps suspend ton vol…Ce post peut être lu comme la suite de Star Wars et Ecologie

Comentava o Marco Pereira ontem no Facebook que ““
E no mesmo dia aparecia este excelente vídeo (Link) , um dos 8 lançados à votação para uma mostra-concurso no Portal Portugal Vídeo.
Ó tempo, volta para trás…
Este post pode ser lido na continuação de Star Wars e Ecologia



