Category: cinema

  • A transmissão Simbólica: Folheto nº 5 ………………… La Transmission Symbolique: Feuillet nº 5 …………..

    Il ne me semble pas nécéssaire de présenter Dennis Lehane. 

    Shutter Island a été adapté à la Bd par Christian de Metter qui vient de recevoir le prix (2009) des libraires.

    Shutter Island est aussi le prochain film de Scorsese dont la sortie est prévue le 24 février 2010. (voir présentation)

     

    D. Lehane raconte: "Mon père est venu d’ Irlande. Il aimait le soccer et le cricket. Il n’a jamais compris les du base-ball ni du football américain. Pourtant, il m’a fait jouer à ces deux sports, ainsi qu’au hockey et au basket. Il voulait que son fils devienne un vrai Américain. " (So Foot, nº 60 , Nov. 2008)

     

    E Viva o Porto !

     


     

    Penso que não é necessário apresentar Dennis Lehane.

    Shutter Island foi adaptado à Bd por Christian de Metter que recebeu, este ano, o prémio dos livreiros.

    Shutter Island é, também, o proximo filme de Scorsese cuja estreia está anunciada para 24 de Fevereiro de 2010. (ver trailer)

     

    Conta D. Lehanne: "O meu pai veio da Irlanda. Gostava do soccer e o do criket. Nunca entendeu as regras do base-ball nem do futebol americano. Todavia, obrigou-me a jogar estes dois desportos, tal como o hockey e o basket. Queria que o seu filho fosse um verdadeiro americano. " ( So Foot , nº 60 , Nov. 2008 ) 

     

    E Viva o Porto !

  • Sin Nombre : Um Electrochoque ! ……………………… Sin Nombre : Un Electrochoc ! ………………………….

    Cette année le festival de Deauville a récompensé  un premier long métrage en langue espagnole. Déjà primé sur sa mise en scène à Sundance, "Sin Nombre" raconte simplement la précarité qui touche les populations d’Amérique Centrale : Deux options existent : la déliquance ou la fuite.

     

    Ce qui est hors pair dans la mise en scène c’est que la narration ne tombe ni dans la compassion ni dans les clichés.

    Je crois que le récit cherche a montrer que la fiction est plus vraie ou plus  authentique que le documentaire.

    Il me semble que c’est une tendence qui s’afirme de plus en plus dans le septième art.

     

    E Viva o Porto ! 

     

     

    Este ano o festival de Deauville recompensou uma longa metragem em língua Espanhola.

    "Sin Nombre"  já tinha sido premiado em Sundance pela sua encenação.

    Este filme , " Sin Nombre" , conta , simplesmente, a precariedade que se abate sobre a população da América Central. Duas opções : A delinquência ou a fuga.

     

    O que existe de extraordinário na encenação é que a narração não cai nem na compaixão nem nos "clichés" .

    Creio que o relato procura mostrar que a ficção é mais "autêntica" que o documentário.

    Penso que é uma tendência que, cada vez mais, se afirma na sétima arte.

     

    E Viva o Porto !

  • O regresso de Lucky Luke ………………………………… Le retour de Lucky Luke

    Je ne vais pas vous présenter Lucky Luke. Il ne manquait plus que ça !

    Pour beaucoup , c’est selon, Jean Dujardin n’est pas fait pour jouer Lucky Luke.

     

    Qui alors ? 

    Et Viva o Porto !

     


     

    Lucky Luke é uma criação Morris, pseudónimo de Maurice de Bevere. Faz a sua primeira aparição, em 1946, na revista "Spirou ". Começa a ganhar fama e, em 1955, Goscinny começa a trabalhar com Morris. A colaboração entre Morris e Goscinny durará até à morte deste último, em 1977.

     

    Este período ( 1955-1977 ) marca o apogeu da série. Lucky Luke será traduzido em vinte línguas e , no espaço da francofonia, impõe-se como uma Bd de referência tal como Tim-Tim, Astérix , Black & Mortimer , Spirou, …

     

    Em 2001, após a morte de Morris, a série foi retomada por Achdé (desenho ) e Laurent Gerra ( cenário ).

     

    Lucky Luke aparece no cinema pela primeira vez em 1991. Terence Hill incarna a personagem . Não se pode dizer que tenha sido um sucesso.

    Outras tentativas foram tentadas, mas sempre sem grande êxito. 

    No passado dia 21 , Lucky Luke estreou-se de novo na tela (em França). É desta vez incarnado por Jean Dujardin.

     

    Ainda não vi o filme, mas ao ler as críticas e descríticas de uns e de outros  parece que o filme não está a passar desapercebido.

    Sem querer fazer "explicação de texto ", penso que o debate entre o que tenho lido e ouvido bate sempre na mesma tecla : Para um amante de Bd, é inconcevível que a 9ª arte seja adaptada ao cinema.

    E Viva o Porto !

  • A blogosfera é um grande baile de máscaras…

    …Onde poucos têm coragem de dar a cara.

     

     

        para (re)ver: Eyes wide shut                                                      foto via Café Margoso

     

    Descongelar este tema:

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  • La Vida Loca: O filme que não se vê ou não se quer ver ………….. Le film que l’on ne voit pas ou le film que l’on ne veut pas voir

    Du 28 février 206 au 28 mai 2007, tous les jours, Christian Poveda a traversé la rue. Ça n’a l’air de rien. C’est un exploit. Car à San Salvador deux "gangs" s’affrontent d’un bout à l’autre de la rue qui traverse le quartier de la Campanera.

     

    La moyenne d’âge des combattants se situe entre 16 et 18 ans. C’est une bande d’adolescents, organisée comme les bandes d’enfants du Moyen Age Européen. C’était ce que Poveda expliquait.

     

    Poveda a filmé ce que l’on ne voit pas ou, alors, ce que l’on ne veut pas voir.

     

    Poveda a filmé le danger de la paix. C’est-à-dire : Poveda a réussi a instaurer un dialogue.

     

    Pour les Maras il s’agissait de montrer que la violence devait reprendre ses "droits naturels". La paix était une menace qui rompait avec la " loi sacrée de la violence". Il fallait tuer Poveda car il fallait tuer le trait d’union. Il fallait reprendre le controle de la situation.

     

    E Viva o Porto !


     

    Christian Poveda atravessou a rua todos os dias : Do dia 28 de Fevereiro de 2006 até ao dia 28 de Maio de 2007. Não parece grande coisa, mas foi uma proeza !  Em  San Salvador dois "gangs" batalham e guerrilham na rua que percorre o bairro  "La Campanera ".

     

    A média dos combatentes varia entre os 16 e 18 anos. É uma sociedade de adolescentes que está organizada como os grupos de crianças da Idade Média Europeia . Era o que explicava Christian Poveda.

    Poveda filmou o que não se vê ou o que não se quer ver. 

    Poveda filmou o perigo da paz. Isto é : Christian Poveda conseguiu instaurar diálogo.

     

    Para os Maras, era preciso mostrar que a violência podia retomar os seus "direitos naturais". Era preciso matar o símbolo do traço de união. A paz era uma ameaça para a "lei sacralizada da violência".  Era preciso matar Christian Poveda ! Para retomar o controle da situação !

     

    E Viva o Porto ! 

  • E esta, eim?

    Deve de haver coisas pouco mais traiçoeiras do que julgar um filme pelo trailer. O equivalente a julgar um livro pela capa. Mas o Trailer de "O 13º Dia" convence a não perder o seu enredo mais que conhecido, mas desta feita revestido de efeitos especiais, provavelmente mais convincentes ainda dos que ocorreram em 1917 na cova da Iria :-)…

    Trata-se de uma produção independente Britânica com estreia marcada para a próxima 3ª feria, 13 de Outubro, simultaneamente em Portugal e Estados Unidos.

     

    E atenção: "O lançamento do trabalho que se prolongou por cinco anos será no anfiteatro do Centro Pastoral Paulo VI, Fátima, às 21h com entrada gratuita."

    Vou alí e já venho. Tratar de reservar o meu lugar… (+ info)

     

    Trailer do filme(original em inglês):

     

  • R.I.P. Mister Swayze

    Apesar de ser com “Dirty Dancing”  em 87ou “Ghost – Espírito do amor” de 1990 que Patrick Swayze conhece a luz do estrelato, é a película "Point Break” (de 1991 realizado por Kathryn Bigelow) que me faz render à interpretação deste actor. Será por isso para breve que tratarei de digitalizar a velhinha cassete VHS para DVD. Rest in peace Mr.Swayze !

     

  • Fundação e Star Wars: …………………………………… …………………….A vitória do Saber sobre a Espada!

    crónicas congeladas

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    Correm textos que afirmam que a próxima grande produção cinematográfica mundial será a adaptação , à tela, da trilogia de Asimov: “Fundação“. Seria um projecto titanesco. Mas, boato ou não, Bob Shaye e Michael Lynne , pensadores desta ideia, desencadearam milhares de comentários na net.

    Para os amadores de ciência-ficção, “Star Wars” é uma cópia da obra de Asimov.

    Se Asimov sempre afirmou que se inspirou da história do Império Romano, para construir a sua obra, já Georges Lucas sempre negou ter-se inspirado dos textos de Asimov.

     

     

    Ora, há demasiadas evidências que assinalam a má fé, quanto a mim, do realizador de “Star Wars”. E não sou o único a assim pensar.

    Resumindo : O enredo de “Fundação” decorre no início do terceiro milénio. Hari Seldon, inventor da psico-história ( que permite “probabilizar” o futuro ), anuncia o fim do Império.  Preocupado, cria e organiza a Fundação : Instituição encarregada de recolher todos os conhecimentos humanos desde as origens.

    Mas eis que aparece um personagem , “The Mule”, um mutante , capaz de entrar e de manipular os espíritos. E quer conquistar o Império. Quer fazer sua a raça humana. Só que Seldon teria criado uma segunda instituição , escondida no cosmos,  capaz de formar os humanos a se protegerem da manipulação das mentes. E, logo, a combater ” o mutante.

     

    O combate entre a segunda instituição (fundação) e “The Mule” não terá tréguas. Talvez, no fundo, esta visão não seja mais que o combate entre homens livres e homens alienados (nazismo, estalinismo e outros salazarismos).

    O realizador de “Star Wars” pode negar que não se inspirou de “Fundação”. Pouco importa.

    Mas não deixa de ser curioso :

     

    Os robots R2D2 e C3PO de “Star Wars” lembram as três leis da robótica de Asimov.

    Yoda, o sábio de “Star Wars” , não deixa de reenviar para Seldon o sábio de “Fundação”.

    A ideia de  Império,  Confederação  cósmicos estão já presentes na obra de Asimov.

    E paro aqui porque não sou a Santa Inquisição (e que só era Santa de nome).

    Ambas as obras proclamam a vitória do Bem sobre o Mal.

    Todavia, se no filme, “Star Wars” , o Bem é vitorioso graças à espada ( ou o laser ), já no texto de Asimov o Bem é vitorioso graças ao Saber.

     

    Nuno

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  • Foundation and Star Wars: ……………………………… ……………. the victory of knowledge over the sword!

    chronicles frozen

    versão ‘pt’ | version ‘fr’ | версия ‘ru’ | auch in ‘de’

     

    Some rumors claim that the next world blockbuster will be the movie adaptation of Asimov’s trilogy: Foundation. This would be a titanic project. Yet, whether it is true or not, Bob Shaye and Michael Lynne, who originally thought about it, sparked off thousands of comments on the Internet.

    For the science-fiction lovers, Star Wars is a copy of Asimov’s work. If Asimov has always maintained he had been inspired by the Roman Empire, nevertheless, Georges Lucas has always denied having taken inspiration from Asimov’s work.

     

     

    Only too many hints show the Star Wars director’s bad faith. I’m not the only one to believe that.

    To sum up, the plot of Foundation takes place at the beginning of the third Millennium. Hari Seldon, who created the psychohistory (which enables to foretell the future), announces the end of the Empire. Worried, he thus creates and manages Foundation: an institution in charge of collecting all the human knowledge from the Origins.

    Yet here comes the Mule, a mutant capable of getting into the human mind to manipulate it. He wants to conquer the Empire. He wants to make the human race his. Except that Seldon is supposed to have created a second organization, a second foundation, hidden in the edges of the cosmos, capable of training the human beings to resist the Mule and the mental alienation.

     

    The fight between the second Foundation and the Mule will be merciless. Maybe the scenario is nothing more than the illustration of the fight between the free men and the alienated men (Nazism, Stalinism, Salazarism, etc.). Never mind if the director of Star Wars was indeed inspired by Foundation. Oddly enough, we can notice that:

     

    The robots R2D2 and C3PO remind of the three Laws of Robotics from Asimov. Yoda, the wise man in Star Wars reminds of Seldon the wise man in Foundation. The topic of the empire, the confederation and the cosmic universe is tangible in Asimov’s work.

    I’ll stop here for I’m not the Holy Inquisition (holy by the name only!)

    Both works declare the victory of the Good over the Evil; nevertheless, in Star Wars, if the Good triumphs thanks to the sword (or the light saber), on the contrary, in Asimov’s text, the Good triumphs thanks to knowledge.

    Nuno

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  • Fondation et Stars Wars : ……………………………….. ……………………….La Victoire du Savoir sur l’ Epée!

     

    versão ‘pt’ | also in ‘en’ | версия ‘ru’ | auch in ‘de’

     

    Certaines informations affirment que la prochaine grande production cinématographique mondiale sera l’adaptation à l’écran de la trilogie d’Asimov : Fondation. Ça serait un projet titanesque. Mais rumeur ou pas, Bob Shaye et Michael Lynne à l’origine de cette idée ont déclenché de milliers de commentaires sur le net.

    Pour les amoureux de science-fiction, Stars Wars est une copie de l’œuvre d’Asimov. Si Asimov a toujours affirmé qu’il s’était inspiré de l’histoire de l’empire romain, par contre Georges Lucas a toujours nié s’être inspiré des textes d’Asimov.

     

     

    Il y a trop d’évidences qui laissent croire en la mauvaise foi du réalisateur de Stars Wars. Et je ne suis pas le seul à le penser.

    En résumant, l’intrigue de Fondation se déroule au début du troisième Millénaire. Hari Seldon qui est le créateur de la psycho-histoire  ( qui permet de «  probabiliser «   l’avenir ) annonce la fin de l’empire. Inquiet il crée et organise Fondation : Institution chargée de recueillir toutes les connaissances humaines depuis les origines.

    Mais voici qu’apparaît Le Mulet, un mutant capable de rentrer dans les esprits humains pour mieux pouvoir les manipuler. Et il veut conquérir l’empire. Il veut faire sienne la race humaine. Sauf que Seldon aurait crée une, deuxième organisation, une deuxième Fondation cachée dans les confins du cosmos capable de former les humains pour pouvoir se défendre du Mulet et de l’aliénation des esprits.

     

    Le combat entre la Deuxième Fondation et Le Mulet sera sans merci. Peut être que ce scénario n’est autre chose que l’illustration du combat entre des hommes libres et des hommes aliénés ( nazisme, stalinisme et autres salazarismes ). Le réalisateur de Stars Wars pourra toujours s’être inspiré de  Fondation . Peu importe. Mais il est curieux de constater que :

     

    Les robots R2D2 et C3PO nous renvoient pour les trois de la robotique d’Asimov. Yoda, le sage de Star Wars fait bien penser à Seldon le sage de « Fondation ». L’idée de l’empire, de confédération et des univers cosmiques est déjà palpable dans l’œuvre d’Asimov.

    Et je m’arrête ici  car je ne suis pas la Sainte Inquisition (qui n’avait de Sainte que le nom).

    Les deux œuvres proclament la victoire du Bien sur le Mal. Toutefois si dans le film  Stars Wars  le bien est victorieux par l’épée ( ou  le laser ), par contre dans le texte d’Asimov le Bien est victorieux par le savoir.

    Nuno

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