Category: cenas do caraças

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#7

     

    Onde acaba a arte e começa a ordinarice depende de quem cria ou de quem vê {#emotions_dlg.unknown}

     



     

      Paulo Jerónimo

  • Víctor Baía, Sevilha e Streak …………………………… ………………………………Vítor Baía, Séville et Streak

     

     

    [Para ler o artigo clicar na imagem / Pour lire l’article cliquer  sur l’image]

     

    Marks Roberts deu uma grande entrevista ao último “Hors Série” da revista So Foot.

    Só por si, a entrevista indica que existem aspectos novos na evolução do futebol, quer como espectáculo quer como jogo. Mas voltaremos sobre este assunto com o artigo, para mim fora de série, que a So Foot realizou sobre o FC United.

    Quanto à entrevista de M. Roberts, talvez o mais engraçado seja que o seu streak preferido tenha sido contra o FC Porto em 2003, em Sevilha.

    E acho que, visto as suas palavras, não está disposto a esquecer Victor Baia: “…Infelizmente, o guarda-redes (Vitor Baia,ndlr) defendeu o meu chuto. Que cabrão! Eu que sempre tinha sonhado marcar numa final de taça da Europa… E tinha preparado muito bem o meu golpe…”   [ver vídeo]

     

    E ainda há quem diga que o FC Porto é um clube provinciano?

     

    Fonte/Source: So Foot, “Hors-série”, Dez/c 2011, p.10

    Nuno

  • A Portugalidade e o Seu Legado Para a Humanidade Un legs de la Portugalité à l’Humanité …………………

     

    Kai Streier écrit et chante en anglais. Ce musicien allemand aux origines portugaises évoque sous des rythmes où l’on peut sentir le flamenco des vieux préjugés et des vieux tabous portugais. Il est accompagné par André de Matos qui joue de la guitare portugaise.
    Les thèmes des chansons Kai Streier ont souvent leur source dans les conseils que sa grand-mère donnait à sa mère avant que celle-ci ne
    rejoigne, comme tant d’autres, l’énorme exode dans les années 60 vers l’Allemagne, la France…

    La Portugalité avec ses 800 ans d’histoire est l’un des legs les plus anciens pour l’histoire de l’humanité. “Evil Spain” de Kai Streier par ses mélanges et ses syncrétismes le prouve très bien.

    Les légendes de la vidéo peut être traduit en francais avec la fonction CC après avoir fait play.
    Ce sujet peut être lu dans le prolongement de Le Fado et le Théâtre des Ombres Chinois

    Paulo Jerónimo

     

     

    Um alemão, Kai Streier (com ascendência portuguesa), escreve e canta em inglês, ao ritmo de um flamenco, acompanhado à guitarra portuguesa (por André Matos), num tema que aborda velhos preconceitos envoltos de tabus antigos típicos dos tempos da ditadura portuguesa, tema esse que acaba por ser inspirado nos conselhos, que ouvira contar, que a avô do artista teria recomendado à sua mãe, uma Jovem portuguesa de Alqueidão da Serra, para quando atravessa-se a fronteira. Preocupações de uma mãe que vê a filha alinhar no êxodo português que houve para França e Alemanha e outros países na década de 60.

     

    A portugalidade e os seus mais de 800 anos de história são um dos mais antigos legados para a humanidade, e a mescla de tantas culturas patentes nesta versão de Kai Streier – “Evil Spain” , comprova precisamente isso.

    Por isso e sobre o vídeo: muito bem esgalhado, ao bom estilo de deserascanço “portuga”, picardando os nossos vizinhos de fronteira. Um portento, portanto!

     

    As legendas do vídeo podem ser traduzidas para português usando a função do player CC após fazer play.

    Este tema pode ser lido na continuação de O Fado e o Teatro de Sombras Chinês

    Paulo Jerónimo

  • Perguntar Não Ofende …………………………………#6

     

     É pá, Isto do blá-blá-blá no Natal não será tudo mas é uma grande fantochada{#emotions_dlg.unknown}

     


     

     

    {#emotions_dlg.painatal} Clap. Clap, Clap! Boas Festas.

    Paulo Jerónimo

  • Os fura-greves

     

     

    Diz que saiu hoje uma sondagem qualquer onde, caso as últimas eleições se repetissem, Pedro Passos Coelho recolhia ainda mais votos.

    Num país que começou a acordar para a realidade, “Greve” deixou de ser sinal de direito a folga.  Ou isso, ou os milhões de fura-greves que hoje trabalham são masoquistas ao indicar vontade de um rumo para o país.

    Paulo Jerónimo

  • Marinha Grande, Terra de Convulsões

     

     

    Os marinhenses Caruma mostram fazer jus as suas origens.

    A Caruma vai além de reforçar um estilo musical em crescente com ares atravessados de Fado Altivo, estilo acompanhado pelos Deolinda, Anaquim, Diabo na Cruz, entre muitos outros, cuja portugalidade está intrínseca e é por demais evidente.

    Neste tema por exemplo, “Com a pedra na mão”, sem eufemismos e sendo debitado na língua de Camões, é revelador. É a Marinha no seu melhor, que o diga Mário Soares…

    Paulo Jerónimo

  • Alá perdeu um A ? …………………………………………. …………………………………………Allah a perdu un A?

     

    Pas la peine de résumer ce qui est arrivé à Charlie Hebo.

    Vous le savez et vous en avez entendu parler.

     

    Ce post peut être lu comme la suite de: Ni Dieu, ni foot.

    Photo: Une deuxiéme édition est chez les libraires.

    Nuno




     

    O incêndio voluntário, esta semana, dos locais do semanário satírico Francês, Charlie Hebdo,  levanta interrogações. Link

    Por solidariedade, o diário, Libération, alojou os jornalistas e a redação de Charlie Hebdo.

    Quem quer destruir a liberdade de imprensa e, sobretudo, o riso?

    Os monoteísmos nunca aceitaram a liberdade de consciência.

    Integristas católicos atacam hospitais e clinícas que praticam a interrupção voluntária de gravidez…

    Integristas mulçumanos não respeitam a liberdade de imprensa…

    Charlie Hebdo é vendido em Portugal. Ajudar-te-á melhor que a leitura de A Bola

     

    Este post pode ser lido como a continuação de: Nem Deus, nem Futebol.

     

    Nuno

  • Portugal: Une Bd d’Exception ou un Monument Anthropologique ?

     

    La Bd, Portugal, de Cyril Pedrosa est grave et légère au même temps.

    La Bd nous montre la vie de Simon Muchat, auteur de Bd en quête d’inspiration.

    Pour combler ce manque, Simon Muchat part à la recherche de ses origines. Saisissant une invitation à un festival de Bd, il part au Portugal pays de ses ancêtres.

    Cette Bd questionne les rapports intimes que les adultes ont ou/et peuvent avoir avec leur enfance et leur passé.

    Cette Bd est l’ un des succés les plus importants da la rentrée pour le rayon Bd.

    Cette Bd a été publiée avec le concours du “Centre National du Livre”.

     

    Photo: Planche de la Bd.

    Nuno

     

     (clicar para aumentar / cliquez pour agrandir)

     

    A Bd Portugal não é uma obra de leitura fácil.

    Se o belo grafismo do autor, Cyril Pedrosa, é fácil e deslizante, já menos poderão ser os sentimentos complexos que o autor trata na sua obra.

    Não creio que esta Bd seja uma obra, meramente, autobiográfica.

    Existem, todavia, nela aspectos que reenviam para a memória: Simon Muchat, autor de Bd, deixou de ter inspiração criativa e parte em busca das suas origens, desaguando em Portugal. E desagua em Portugal porque é convidado para um festival de Bd.

     

    Portugal é o país do avô de Simon Muchat. E Simon Muchat descobre, pouco a pouco, uma parte das suas origens.

    A reflexão que nos livra Cyril Pedrosa é leve. Mas, ao mesmo tempo, grave porque questiona as relações que os adultos podem ter com o seu passado e com a sua infância.

    Esta Bd é, actualmente, um dos maiores sucessos da “Rentrée”, sendo destacada quer nas livrarias especializadas quer nas revistas especializadas.

    O Albúm foi editado graças ao apoio do “Centre National du Livre”.

    E, graças a este apoio, a Bd não foi publicada, passem-me a expressão, em fatias de salpicão, ou seja, em folhetins.

     

    Foto: Prancha da Bd.

    Nuno

  • A BD e o Elixir da Eterna Juventude

     

     

    Entrevistado pelo cinéfilo Mário Augusto acerca da estreia de se novo filme no papel de Johnny English, Rowan Atkinson assume que parou com o personagem de Mr. Bean porque via o mítico  e bem sucedido “Sr. Feijão” como um Personagem de Banda Desenhada, e em BD os Personagens não envelhecem.

     

    Logo, persistir o ator em interpretar Mr. Bean na tela seria envelhece-lo e , interpreto eu segundo seu argumento, deteriora-lo.

    Sim, faz sentido.

  • Ordens de Grandeza…

     

     

    Se em 1610 o Sport Lisboa e Benfica já existisse, certamente que o clube mais grande do mundo também estaria incluído no livro de Frei Nicolau de Oliveira, tamanha que é a grandeza da fanfarronice a que nos habituaram pelos vários meios de propaganda, como o agora presente delírio por conseguirem um empate (imagine-se!) contra, segundo J. Jesus, uma das 3 melhores equipas do mundo na atualidade: o “Manster Unaite” B.

     

    Porra, que é grande!

    E são as variáveis das ordens de grandeza.