“Viver só em Lisboa, com 11 anos, era muito complicado. A língua é quase diferente. Não é absolutamente nada o mesmo sotaque que na Madeira. Não compreendia nada.“
Cristiano Ronaldo
So Foot-Junior, mai 2014, p.37
Nuno
Pendant quarante huit ans le Portugal a vécu sous un régime fasciste.
C’était un pays qui vivait isolé et replié sur lui même.
Le taux de la mortalité infantile était l’un des plus élevés au monde malgré la richesse des colonies.
Sur le plan sportif le foot était roi. Mais seuls les clubs de la capitale étaient champions.
Comme dans l’Espagne Franquiste ou l’Italie de Mussolini.
La Révolution des Oeillets (25 avril 1974) a donné la liberté au peuple portugais.
Ce n’est qu’après la chute du fascisme que le FC Porto peut exprimer son génie.
Il devient l’un des meilleurs clubs du monde grâce à ses titres.
Il est aussi le premier à offrir une Coupe d’ Europe à un joueur africain (Madjer).
Le document ci-joint nous semble dévoiler cela.
Source: República, 18 Mar 1974
Nuno
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Em 25 de Abril de 1974 é derrubado um dos sistemas fascistas mais longos da história Europeia.
Quando é anunciada o início da Revolução dos Cravos, nenhum média Francês tinha um correspondente permanente em Lisboa.
Pior que isso: Nenhum média internacional estava em condições de retratar os acontecimentos Lusos.
Portugal fazia parte do que se chama “zonas cinzentas do planeta”. Não existia…
Para os jornalistas estrangeiros, a imprensa estava demasiada comprometida para ser fiável.
No que toca ao desporto, o futebol era a modalidade posta em relevo.
Durante cinquenta anos, os clubes de Lisboa são campeões.
O que é curioso!? Os dados falam só por si!
Tal como na Espanha Franquista os clubes da capital são campeões.
Só após a queda do fascismo foi possível ver o FC Porto, clube popular do Porto, ser campeão nacional.
Um clube que se tornou famoso graças aos seus títulos europeus e mundiais.
É também o primeiro a ter proporcionado a um jogador Africano (Madjer) ser campeão Europeu.
A peça aqui apresentada parece elucidar o que foi exposto.
Sporting e Porto estão separados por dois pontos no topo da tabela.
Um jogo que se realizou uma semana antes do 25 de Abril.
Fonte: República, 18 Mar 1974
Nuno
Le dernier numéro de So Foot nous présente le bilan de l’année 2010-11.
En ce qui concerne le foot portugais un seul club semble exister: Porto! Mais ça ne date pas d’hier…
Amusant toutefois de lire que Porto a gagné avec 130 points d’avance sur le deuxième.
Encore un effet secondaire de la vague de chaleur que nous avons connu lors du mois de juin?
Source: So Foot, jun 2011, p.35 / Photo: op. cit.
Nuno

O número de Junho de 2011 da revista So Foot apresenta um balanço futebolístico da época 2010-11.
No que diz respeito ao futebol Português, nada de novo é transcrito quanto ao futebol Português.
O FC Porto é o único clube Português que é citado.
Após Mourinho, Villa Boas vai continuar a poder pensar a modernidade longe dum passado Benfiquista sem memória e longe dum estádio museu que mergulha nas “trevas da memória”.
Todavia, não deixa ser curioso que o jornalista da So Foot indicasse que o FC Porto tivesse ganho a Liga Sagres com 130 pontos de avanço.
Efeito do calor que por aqui se faz sentir no mês de Junho ?
Fonte: So Foot, jun 2011, p. 35 / Foto: op.cit.
Nuno

O rapto de Eusébio ocupa o honroso segundo lugar das 53 estórias mais loucas da história do futebol, segundo a revista So Foot.
Se não se pode provar a “estória”, também não se pode provar que a “estória” esteja errada.
Save Energy: Stay in Bed !
Eis o que escreve a revista So Foot ( Fev de 2011, p.74 ) :
“Prometido ao Sporting Portugal, Eusébio teria sido raptado a 16 de Dezembro de 1960 no aeroporto de Lisboa por homens de mão do Benfica. Em seguida, teria sido sequestrado, num quarto dum hotel, até que assine. Os sócios do Benfica, esses, pretendem que só se tratava de proteger o avançado dum eventual rapto do Sporting. Escolhe o teu campo, primo!“
Nuno

O rapto de Eusébio ocupa o honroso segundo lugar das 53 estórias mais loucas da história do futebol, segundo a revista So Foot.
Se não se pode provar a “estória”, também não se pode provar que a “estória” esteja errada.
Save Energy: Stay in Bed !
Eis o que escreve a revista So Foot ( Fev de 2011, p.74 ) :
“Prometido ao Sporting Portugal, Eusébio teria sido raptado a 16 de Dezembro de 1960 no aeroporto de Lisboa por homens de mão do Benfica. Em seguida, teria sido sequestrado, num quarto dum hotel, até que assine. Os sócios do Benfica, esses, pretendem que só se tratava de proteger o avançado dum eventual rapto do Sporting. Escolhe o teu campo, primo!“
Nuno

Nota prévia: Antes que o PortoMaravilha comece a resmungar, eu sei, sim , que nunca pus uma foto tão feia aqui no Cosméticas, e que a da Elizabeth Taylor cada vez mais para baixo, é muito mais bela de apreciar. Mas – Deus me perdõe – A Elizabeth, não fui eu que a tratei de enterrar…
Vem o post a propósito de ser recorrente o FC Porto ser conotado com falta de democracia nos últimos 30 anos, por nunca haver quem se candidate contra Pinto da Costa, e por ser sempre este assim a ganhar.
Por muito que custe aos rivais ver Pinto da Costa no poder há mais de 30 anos – e de ser de entre todos no mundo, o presidente com a melhor carreira de futebol – a mim que também já me custa aturalo e sou portista desde pequenino, ou seja: nunca conheci outro Presidente no meu clube, convenha-mos, que não posso desatar por aí a choramingar porque ninguém se atreve a ser drásticamente humilhado numa concorrencia directa à Presidência do FCP contra Pinto da Costa.
Agora, que fique bem claro: Nas próximas eleições do FCP em que haja 2 candidatos ao cargo, cada sócio tem um (1!) voto.
O rico, o pobre, o recém associado ou o mais antigo Dragão de Ouro.
Querem coisa mais democrática?
Não é como nos clubes da Capital do Império, onde Bruno Carvalho até teve mais pessoas a votar nele, mas venceu o que conquistou os sócios mais poderosos, pois conforme a antiguidade, a disparidade e poder de votos entre os sócios do Sporting CP pode conseguir variar entre 1 a 25 votos. Coisa éticamente inadmissivel nos nossos dias, até para uma simples Assembleia de Condomínio.
E parece que para os lados do SL Benfica, a divisão de votos é coisa parecida… Segundo me explicaram sobre os dois casos, e posso correr o risco ter ter sido muito mal esclarecido.
Quem é democrático, quem é? Era o Salazar…
Não é só nos resultados e carreira futebolistica dos clubes nos últimos 30 anos, até nestes concretos se pode verificar quem são os clubes da era democrática ou os do regime.
—
A revista “Les Cahiers du Football” , infelizmente, morreu por razões financeiras.
Ficou o site que continua a existir e a publicar textos muito interessantes.
O texto que aqui segue, já foi publicado no blog “ Bibo Porto Carago ” , em 31 de Março e 1 de Abril de 2008.
É a tradução dum artigo que foi publicado no site da revista. E que me parece de muita actualidade.
Nuno
»Mentiras e limites da câmera de futebol !
A arbitragem vídeo é continuamente atirada para a arena dos grandes debates. A arbitragem vídeo é um recheado de primeira importância no futebol. Quase sempre apresentada como inelutável e empacotada em belos discursos de propaganda, a arbitragem vídeo apenas comporta uma minoria de medidas, realmente, aplicáveis.
É um erro enorme acreditar na infalibilidade das imagens vídeo e na capacidade destas em poder resolver todos os casos de figura. O famoso exemplo do Brasil-Noruega, no Campeonato do Mundo, em que todas as câmaras acusavam Flo de ser um simulador (só que, dois dias mais tarde, o ângulo duma outra câmara, colocada nas bancadas, o desculpava totalmente), chegaria para provar os perigos de uma tal credulidade. A solução milagrosa que nos é gabada, está muito longe de ser tão fiável e indiscutível como se quer pretender, quando deveria, isso sim, justamente, apresentar uma margem de erro mínima.
Se dois terços das acções podem ser avaliados sem qualquer dúvida, haverá sempre uma fracção em que a decisão dependerá de elementos extremamente ténues. São, efectivamente, estas acções que já levantam problema, e que a vídeo não saberá resolver melhor (faltas discutíveis, mãos (in) voluntárias, foras de jogo no limite…).
Quantas câmaras lentas não provocam interpretações totalmente opostas? Quantas outras não produzem verdadeiras ilusões de óptica (tal como as “lupas” que transformam os choques violentos em embates inofensivos) ou falseiam a perspectiva? (os comentadores que apreciam os foras de jogo à primeira vista, com um grande à vontade, deveriam ser premiados com aulas de óptica).
Certas faltas aparecem com rostos, totalmente, diferentes, segundo o que se quer mostrar nas imagens. Basta ouvir os comentadores, ou os adeptos que se auto-persuadem, perante as câmaras lentas, vendo só o que querem ver, dando erros de interpretação incríveis e próximos da alucinação.
Nos casos de fora de jogo, é, por vezes, impossível traçar uma linha indiscutível que possa desempatar atacantes e defesas. Por outro lado, qual seria a medida exacta do fora de jogo? O metro, o decímetro ou o centímetro?
Por fim, para obter uma fiabilidade satisfatória, seria necessário imaginar câmaras que se pudessem deslocar, constantemente, junto do eixo do primeiro atacante ou sistemas electrónicos que reconstituissem, virtualmente, as posições. Ou, veja-se, um sistema de constelação de bóias que daria conta, exactamente, da posição de cada um … enquanto tais soluções não virem o dia, podem arrumar as câmaras.
Um remédio pior que a doença.
Muitas (demasiadas) decisões dos árbitros provocam a ira dos adeptos. Mas o que seria das que seriam tomadas a sangue-frio a partir de imagens que cada um poderia julgar por si próprio? Se um erro no culminar da acção é compreensível, uma decisão contestada aprovada por um júri invisível provocará uma incompreensão ainda maior e reacções ainda mais violentas.
Exemplo: o pénalti apitado contra Rabesandratana em favor de Ravenelli tinha suscitado (e suscita ainda) versões irreconciliáveis. Se uma “comissão” vídeo tivesse tido que julgar, num sentido ou num outro, o escândalo e a animosidade teriam sido deculpados. Chegar-se-ia a um resultado totalmente contrário ao desejado: multiplicar-se-iam as acusações de corrupção, de parcialidade ou de incompetência.
Uma colossal asneira arbitral dramática depende da fatalidade tal como o mau ressalto. De que dependeria uma decisão contestável provinda duma comissão? O árbitro faz parte do jogo… é o caso das câmeras lentas?
Às promessas duvidosas da solução “tout-vídeo” preferimos, finalmente, o bom velho erro de arbitragem, mesmo se certos devem ficar na história e, dolorosamente, nas memórias (Schumacher, Vata, etc.). Estas injustiças terríveis (que uma justiça imanente consegue, muitas vezes, restaurar com o fio dos tempos) fazem a magia deste desporto, acentuando o seu carácter dramático ou trágico e alimentando a intensidade das emoções que ocasiona. É, realmente, possível imaginar uma final do Campeonato do Mundo, ou qualquer outro desafio, cujo destino é pautado por um grupo de peritos sentados em frente de ecrãs?
Um crime contra o jogo!«
Temos todas as razões de temer a transformação do futebol num desporto norte americano. Ora, sabemos que uma uma das primeiras qualidades do futebol assenta na continuidade do jogo. Uma continuidade que é preciso amelhorar. As medidas que dizem respeito à saída dos lesionados, o desconto objectivo das paragens de jogo (que dissuadiu um pouco os que querem ganhar segundos) ou a aparição de várias bolas à disposição dos apanha-bolas foram feitas nesse sentido. As interrupções incessantes para consultar as imagens constituirão um dano grave a este princípio, triturando o jogo e cortando o seu ritmo.
O futebol americano ou o rugby são duas modalidades que alternam as fases de jogo e as pausas e, por isso, a intervenção da vídeo não põe, gravemente, em causa a sua natureza. As coisas são, totalmente, diferentes para o nosso futebol em que já não serão só certas equipas Italianas a querem quebrar o ritmo para preservar um resultado, mas o próprio sistema de arbitragem. Evidentemente, a qualidade do jogo sofrerá como a do espectáculo com o suplício de interrupções constantes.
Onde se poderia aplicar o limite, o patamar de intervenção do sistema (vídeo)? Como decidir que uma acção merece mais que outra o recurso à imagem vídeo? Depressa seríamos arrastados a multiplicar as idas e voltas aos bastidores e, rapidamente, uma mínima falta poderia ser discutida. Há ,também, uma outra pergunta sem resposta e um outro vício do sistema (vídeo). É o próprio prazer de ver um desafio que ficaria transtornado. Conheceríamos o absurdo de ver um golo anulado um longo período após a acção, habituar-nos-iamos a deixar ir todas as jogadas até ao seu termo, para que, finalmente, uma sobre dois fosse anulada… A alegria do golo seria diferente, já que seria necessário esperar o veredicto dos juízes-vídeo. Enterradas as explusões de felicidade (ou as depressões passageiras) vendo a bola entrar nas redes. Seria necessário congelar as nossas emoções e esperar o momento crucial: Não o remate à meia volta, mas a sanção dos juízes-vídeo sobre uma posição de fora de jogo.
»Quem lucra com o crime?
A utilização da vídeo beneficia do trabalho do mais terrível dos lobby: a televisão. Desde há anos, e, de maneira crescente, os jornalistas da tv são os seus primeiros promotores pela simples razão que utilizaram sempre a vídeo para arbitrar os jogos.
São eles que têm um prazer doentio em dissecar, indefinidamente, as faltas e, sobretudo, os foras de jogo, passatempo estúpido que consiste em epilogar sobre acções acabadas e ajuízadas. Esta acusação sistemática da arbitragem, este processo, “com imagens a apoiarem”, do corpo arbitral , lapidado com “câmaras lentas” e frases assassinas, é o facto de estes profissionais cuja “competência” seria, definitivamente, consagrada pela introdução massiva da vídeo no coração do jogo.
A televisão impõe, progressivamente, as suas tecnologias, os seus cenários , as suas exigências e gostaria, em breve, arbitrar os jogos desde os seus bastidores, instalar-se no centro da acção e da história. A transformação du futebol num puro espectáculo televisivo conhecerá, então, uma nova etapa. É bem isso o que todos querem ? Os partidários da vídeo apelam, frequentemente, à chantagem da modernidade, denunciando o arcaísmo dos métodos de arbitragem na época das tecnologias de ponta. O Futebol é , contudo, um desporto arcaico, a sua longevidade e o seu poder de fascinação têm, certamente, qualquer coisa a ver com estes fundamentos.
Este requisitório não utilizou o argumento clássico da impossibilidade de estender esta medida (vídeo) a todos os níveis da prática da modalidade, sabendo-se que, até hoje, as leis do jogo são universais.
Uma verdadeira reflexão sobre a arbitragem é , efectivamente, mais do que nunca necessária. Antes de evocar pistas mais realistas parece indispensável começar o dossier sobre a arbitragem pondo de lado, desde o início, a pior das soluções (sistema vídeo) que, infelizmente, não é a menos defendida.
– fim –
obs: Tentei, nestas duas partes, elaborar uma tradução fiel. Apenas cortei uma ou outra referência que me pareceu sem importância quanto à significação global do texto. A sua tradução, referindo o campeonato Francês, levaria para um sistema de notas. O que provocaria uma leitura fastidiosa.
O debate está aberto !
E Viva o Porto !
E sem nem só de “bola”
vivesse um clube de futebol?«

O Desporto Rei é qual eucalipto: “seca tudo à sua volta”, e por muito que se quisesse, para mais falando de Portugal que dedica diariamente três jornais desportivos , aliás, três boletins informativos, sobre o tema futebol, e largas horas radio-televisivas semanais à volta das tricas e laricas da jornada… fácil será concluir que pouco sobrará para qualquer outra modalidade se afirmar!
Qualquer outra das secções de um clube sente isto na pele, seja o da terrinha ou da capital, o da cidade ou do concelho. Se há futebol, mes amis, as outras não vendem, e, errónea, consciente, ou inconscientemente, tal acontece por todo lado.
Independentemente deste pensar miudinho tão nosso característico, num pais, entre vários da Europa, cuja a modalidade Rei (futebol) atravessa uma decadência mortífera, sobretudo por um reaparecer e crescer de hooliganismo, problema para o qual as autoridades tardam em despertar e castrar, eis que clubes centenários de todo o mundo, criados principalmente com o intuito inicial de fomentarem o futebol, se unem agora, aliando a paixão de um emblema à emoção e adrenalina do roncar e assapar dos motores, naqueles “carrinhos de corrida” que deixam caidos de beiço qualquer bedelho de 5/6 anos – gostos que acabam deixando “sequelas” pela vida fora – e dignos aqui de classificação Cosmética (etiqueta): “Naves espaciais” !
Para delícia dos amantes de tais modalidades, alguns clubes portugueses também se têm aliado e feito representar, marcado presença desde a primeira, nesta que já é a 3ª época de uma modalidade, já demonstrada como uma bem sucedida mistura explosiva, mas de boas emoções. E por esse mundo fora que acompanha a Superleague Formula, os clubes tugas não têm envergonhado… pelo contrario! E ao contrario das “cenas da bola”.
2ª Jornada 4.Abr.2010 | Classificação Geral – 1º lugar, Tottenham Hotspur (92 pts); 2º lugar, FC Porto (70 pts)
PC Jerónimo da Silva
Esta é que é a verdadeira injustiça, que justificam youtubadas, e que no país onde "Portugal é o Benfica" não pode continuar:
"Lisboa, 21 Jan (Lusa) – O FC Porto é o melhor clube português no ranking mundial de clubes da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS), ocupando a 12.ª posição, numa tabela que é liderada pelos espanhóis do FC Barcelona.
No mesmo ranking, que é actualizado anualmente e engloba o desempenho das equipas em todas as competições (nacionais e internacionais) entre 1991 e 2009, o Benfica aparece na 34.ª posição, o Sporting é 80.º e o Boavista, que disputa actualmente a II Divisão, ocupa o 107.º lugar."
clube País pts
| 1. | FC Barcelona | España | 807 |
| 2. | Manchester United FC | England | 726 |
| 3. | Real Madrid CF | España | 633 |
| 4. | Juventus FC Torino | Italia | 633 |
| 5. | Milan AC | Italia | 620 |
| 6. | FC Internazionale Milano | Italia | 605 |
| 7. | FC Bayern München | Deuts. | 599 |
| 8. | Arsenal FC London | England | 594 |
| 9. | CA River Plate | Argentina | 503 |
| 10. | Chelsea FC London | England | 491 |
| 11. | Liverpool FC | England | 455 |
| 12. | FC do Porto | Portugal | 447 |
(…)
| 34. | Sport Lisboa e Benfica | Portugal | 245 |
(…)
80. Sporting Clube de Portugal Portugal 81