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Category: mrcosmos
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As promiscuidades entre política, futebol e etc (2/2) [version fr: diregentes e árbitros às apitadelas e os sócios às assobiadelas. Vai lá, vai!]
As questões levantadas pelos sócios da Associação Desportiva Portomosense têm razão de ser? [link]
Mas, então se formos por aí, e à luz dos estatutos, como se justifica a bênção religiosa do autocarro da colectividade?
E em que possição ficam os atletas ou pais que, existem no caso da ADP, e professam outras religiões, ao serem transportados no mesmo autocarro? Se um grupo de sócios quiserem realizar um ritual muçulmano dentro das instalações, será igualmente consensual?
Questões que merecem reflecção, e respeito! Sobretudo por parte de instituições com estatuto de utilidade pública. Num estado supostamente laico, faz sentido instituiçoes deste cariz andarem a assobiar para o lado?
E pensar que andava eu na dúvida se havia de publicitar o Cosméticas no blogue ADP ou não…
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🙁
O "modo operandis MrCosmos" de ontem no seu post, não foi de todo o mais correcto para com o Pedro Oliveira. Dormido que esta o assunto sobre o travesseiro, é a conclusão que o Paulo César pode retirar.
Porque um blogue é isto mesmo, humano, e por isso também erra, e porque as desculpas são para se evitar mas pedir quando devidas,
Desculpa Pedro.
Paulo César.
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As promiscuidades entre política e futebol (1/2) …… [version fr: Quem se mete com o PS/Vila Forte leva!]
Que o digam Rui Neves no episódio dos Pequenos Jornalistas, ou das pistolas ou os Pais da EB1 do Juncal que viram seus filhos terem um corte num vínculo tão sensível como são os professores nesta 1ª fase de aprendizagem, perante a demissão em bloco de todo o corpo docente daquela escola. Foi a forma que encontraram de dizerem: Obrigado André.
Tal como no extinto jornal da sexta de Manuela Moura Guedes, a questão por vezes em vez de se ficar pelo conteúdo da notícia tão pertinente e premente, é transportada para a forma e método utilizados, pelos próprios espectadores e leitores de blogues TVI o que é pena pois infelizmente e não raras vezes acabam (quem pôs a boca no trombone) por perderem a credibilidade e razão. Por isso a muito que deixei de dar para esse peditório, e breve despeço o Diácono, que insiste em ir lá fazer PUB 🙂 . Ele argumenta que as grandes marcas nem por isso deixam de anunciar na TVI… argumento forte e pessado para aqui rebater. Que aquilo tem audiências, tem. O correio da manhã também.
E nem por isso deixam de ser considerados por muito
bompúblico – sim, que isto cada qual trabalha para, e tem, o seu público alvo – dos melhores orgãos de informação nacional… o mesmo digo do VF. E quem conhece o Mister sabe como ele reaje quando a coisa tresanda a "virgens ofendidas".O Amigo Pedro Oliveira teve um final de dia triste no passado 4 de Junho, como tão bem aqui explicou. Conforme lhe disse, lamentei estragar-lhe o dia, mas tinha mesmo de ser… São nestas pequenas atitudes, onde se questiona, "mas qual é o mal da ADP ter (pela 2ª vez em quinze dias) mensagens assinadas pela própria direcção na primeira página do Vila Forte, que sim, é um blogue assumidamente politico?". São nestes pequenos sinais encapotados que se colocam grandes dúvidas, ainda para mais se os questionados
respondem em post´spassam para o papel de puritanos. Se este post fosse do Diácono do Espaço, ele chamar-te-ia à atenção para a parabola doJorgeverdadeiro Jesus, o cristo, cuja moral da história culmina em : "Quem é infiel no mínimo, é infiel no máximo". Mas o post, ao contrariodo que o Pedro e vários outros pensam, não é do Diácono, é do Mr.Bom, o Pedro ficou na dele, e eu na minha, mas o que é certo, é que os estatutos da ADP são soberanos e têm alguma coisa a dizer sobre o assunto, e é essa infedelidade mínima que começa a gerar um silencio gritante que já gera discussão entre os sócios, pois há uma facção deles que questiona a envolvência da ADP na política local. Mas a isso voltaremos na parte 2/2 do tema em epígrafe.
No post de hoje, aproveito mesmo é para responder publicamente ao Pedro, porque há assuntos que mais cedo ou mais tarde merecem resposta, e uma vez que pessoalmente foi feito no próprio dia, está "resposta pública" é para te lembrar, meu caro amigo, que está na altura e época prometida (Outono) para pagares o tal jantar. Na Tí Maria dos Queijinhos, SFF.
PS: Platypus, depois de teres conseguido o feito seres o único (1) a ver um comentário não publicado/eliminado no gERAÇÃO rASCA fazendo com que em vez de 917 fossem apenas 916 os bitaites dos visitantes naqueles dois anos, evitas me dar o prazer de teclar delete já tão cedo no cosméticas, iniciando da forma que nós sabemos a defesa da Dama. Afinal quem é seguidista? Assume-te, pá! Porque isso ou é tudo medo, ou tu lá sabes…
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—– Original Message —– From: "MrCosmos" <mrcosmos@sapo.pt>
To: <————-@sapo.pt>
Sent: Thursday, June 04, 2009 5:46 PM
Subject: Re: a cultura do medo (ou da carapuça?)
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Ok Pedro,Se quiseres, diga-mos que te dou "a mão à palmatória sem dar o braço a torcer". Compreendo a tua reacção a situação, parece-me é que não me compreendes-te, ou não me queres compreender, tu a mim. Tudo bem.
Vejo perfeitamente a moral da história, e do teu post, apesar de não encaixar as "indirectas", ou directas enviadas.
Sei perfeitamente que o vila forte tem os seus "detractores", imagino inclusive as pressões que isso te/vos coloca, mas adiantará pouco procurarares-me a mim entre esses tais detractores. Não estou lá. Portanto, a carapuça nem me serve.
-Se o Vila Forte é um bom blogue? É! Provavelmente dos melhores a nivel nacional, enquanto blogue regional.
-Se faz falta a Porto de Mós? Faz! Tanto faz, que conta já por varias vezes com o meu contributo em passos que deu e considero importantes.
-Se é livre? Tem dias, a liberdade é sempre relativa.
-Se gosto dele? Gosto, de resto, naquela mesa de esplanada virtual vai-se bebendo bom café, mesmo que o fundo da xicará traga alguma borra.
Sobre a cultura de medo, deixa que te diga que se fosse uma cultura que me afecta-se, então tinha estado quietinho e assim não te tinha estragado o serão de ontem, ou o do Luís, pessoas por quem nutro alguma amizade, e não incomodava ninguém, pois sabia que, tão certo como o sol voltaria a nascer no dia seguinte, que a questão por mim bem ou mal levantada, iria dar post, até porque de resto cada um serve-se dos meios e influências que tem. Todos sabemos faze-lo, duma maneira ou outra todos o fazem, e tu faze-lo bem.
Só que, e desculpa lá o mau jeito, tinha de colocar a questão que coloquei, a ti e ao Luis, para acabar a assistir a este filme que sabia que assistiria, esta "curta" metragem. Eu e os filmes…
Sem falsos cinismos, é uma questão de atitude e consciencia.
Portanto, nem cultura de medo, nem o da carapuça, nem um "yesman", ou um "alinhado". Não esperes isso do Paulo César.
Podes sempre esperar um amigo, mas as amizades constroem-se, e dão muito trabalho a manter.
Um abraço, amigo.
Paulo César.
PS(d) : E continuo a fazer conta com aquela tal patuscada na Ti Maria dos Queijinhos, por sinal um local muito bem remodelado e sem teias de aranha, como antigamente. 😉
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Aproveitamento político?
Chamem-lhe o que quiserem, mas o sol quando nasce é para todos.
Se bem que, por vezes os seus raios não chegam a todo lado, que o digam os fregueses municipes dos vales mais reconditos da serranias portomosenses. Desde que o cosmeticas.org tomou posição publica/apoio a um dos lados da batalha disputada – e que já em 1385 fora disputada num modelo de táctica ascentral conhecida pela «táctica do quadrado» (4 frentes de ataque, tás a ver?) levada a cabo nesse RICO pedaço de terreno que gera controversia, o Campo Militar de São Jorge – desde essa assunção aqui feita que as visitas quadruplicaram das meras dezenas habituais para praticamente as duas centenas, 200 unique visits.
Vale o que vale, assim de barato, lembra-me que valem um cine-teatro praticamente lotado.
Pelo que, e a fazer fé no que as estatisticas públicas do Vila Forte nós dizem, o cine-teatro virtual de Porto de Mós, ou se preferirem, a blogosfera portomosense, Já enchiam essa sala por eventualmente (ou não) a mesma plateia numa primeira sessão das 21:30h que antecede esta nossa com direito à bolinha vermelha das 00:01h. Mas ainda bem que há quem desvalorize as plateias virtuais e os filmes que por aí são projectados.
Os Blogues.
Foi Porto de Mós, nomeadamente um blogue cujo o editor principal ao fim de 4 anos é ainda hoje mistério mas posso adiantar, e com o à vontade de quem com ele já bebeu umas boas imperiais, que se confirma ser um ex-activo da Câmara-Municipal de Porto de Mós, sim, foi com o Cilício que descobri este mundo que me era até aí desconhecido e que é a blogosfera. Seu lema em 2005, assumido ou não, era pelo que entendo ser o de questionar de forma mordaz, com recurso a sátira politica e na plena posse dessa bela-arte que é o blogar e cujo patamar só está ao alcance de alguns poucos, editores bloguisticos. Gostaria de lá chegar.
A musa inspiradora do cilicio em 2005 passava pelo executivo no poder José-Ferreira / João Salgueiro, que culminou pelo meios que sabemos de costas voltadas e com post´s de honras apenas ao segundo, ou n.º2 da CM.
As primeiras linhas que escrevi na blogosfera, foi neste comentário que recupero mais abaixo, do post do Cilício reagindo a derrota inesperada (cenário que por estes dias ainda tem ligeira vantagem de se repetir novamente para o PS) sobre a ida do novo executivo eleito por MILAGRE no seu pagamento de promessa (elitoral, pois o Rui Neves que "até súa" no cumprimento de protocolo nas Missas Campais de São Pedro, não acreditamos que promete-se o que quer que fosse a santa).
Reza o dito comentário de 10 de Outubro de 2005:
At 9:32 PM, PortusDeMolis said…
Porto de Mós de facto, empobreceu.
Custa-me admitir isso, mas preferia, por exemplo, ver a minha Terra referenciada por motivos mais nobres do que aqueles que vi ontem em notícia televisiva.
como comunidade, escolhemos este novo representante,para gaudio de alguns, amargura de outros, mas sera que me posso rever neste meu novo representate, enquanto portomosense?
A mim incutiram-me valores.
como filho de um 25 de abril que não conheci, ensinaram-me a honrar valores que alguns teiman em banalizar.
Senhor Presidente, ESTA NAS SUAS MÃOS, repor certos valores que optou desbaratar,a torto e a direito, para conseguir me representar (embora sem o meu voto). mas para isso é preciso que os tenha,caso contrario, cultiveos! pois os Portomosenses não se deixarão empobrecer 2 vezes.
Respeito a sua legitima posição. Respeite tambem a nossa, poupando-nos a atitudes Pobres, e fazendo o que lhe compete.
Será pedir muito?
[fim de citação]
Foi o mote que espevitou um(a) gERAÇÃO rASCA portomosense, sim que eles andam aí… Pelo que não sei se dedique este post ao Clicio, ou se agradeça por este início de incursão cibernáutica ao simpático detentor do dom da palavra para povo ouvir – João Salgueiro – que não atendeu ao meu primeiro comentário na blogosfera, e que, se não me havia convencido no boletim de voto de Outubro 2005 com o slogam "Porto de Mós nas suas mãos" (curiosamente um slogan muito identico ao que uma produtora de vídeo local já usava e difundia à algum tempo na rádio e jornal local) , muito menos me convencerá dia 11 com o slogan Outubro 2009: "CUMPRI". O que? O Programa do PSD?
Até porque não deixa de ser curioso o ultimo post publicado pelo Cílicio. O homem sempre teve jeito para antever e estruturar o futuro de Porto de Mós. Já vai no ano 2025, vejam lá.
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Mas tu acreditas mesmo que problemas como este, foram mesmo resolvidos pelo actual executivo?
Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008"Os habitantes de Porto de Mós já Podem voltar a consumir água da rede Pública, o que não era possível durante cinco dias devido a descarga Poluente de uma Suinicultura."
Carlos Daniel (CD), in jornal da tarde -RTP1 15/01/08
Que bem que fala o CD, gosto muito do moço, é ele e o Orelhas. Não é nada esse! Qual presidente do maior clube do guinness, qual que! É o J.R. dos Santos, o outro jornalista, por enquanto da RTP também. Era conhecido pelo orelhas quando a geração rasca andava na primária, não era? e também havia o outro, o Miguel… ai! como era…? isso, Miguel Esteves Cardoso.
Tudo bons rapazes.
Fala Bem o CD, e leu bem no teleponto! Mas o Porto a que se refere, este meu apreciado (como os outros dois citados) jornalista CD, não é o "seu" Porto, Cidade Invicta, nãoè!
É que aqui no Porto, de Mós, Não se recitam telepontos (a não ser na zonaTv, quando há[via] síntese), e portanto, a água até pode ter voltado a estar própria para consumo, mas no que toca a bebela, o método aqui p´ro Mr. é o de sempre, a de compra, que esgotou por estes dias em alguns supermercados da vila. Por isso a boa noticia que me dá CD, é que para já, o stok de água engarrafada nas prateleiras das superfícies comerciais será normalizado.
Isto porque sabem os concelhios Portomosenses que se há coisa que tresanda por estes lados, são porcos. Suínos! E o que não faltam nas redondezas e fora de portas, paredes meias ou pertinho da Capital de Distrito,Cidade do Liz, são descargas desses porcos badalhocos, sendo a badalhoquice mais conhecida a porcalhice das descargas da Ribeira dos Milagres.
Quem não está para mais badalhoquices diz que é o governo. Até já criaram uma "pasta especial" para o assunto, o ENEAPAI , mas já lá vai quase um ano desse murro na mesa, e os artistas continuam a assobiar p´ro ar. Tanto assobiam que até cheira mal, e desconfio inclusive que o conterrâneo David Fonseca, se tenha a conta disto tudo inspirado para o seu último grande êxito a que chamou Superstars. Pensem nisso da próxima vez que o virem ou ouvirem. Aquilo só pode ser um protesto "ao assobiar p´ro ar que até cheira mal", junto de os efeitos adjacentes, por provável ingestão de água contaminada da rede pública.
Concluindo, de tão gasta que é o gênero, dIZ qUE é uMA eSPÉCIE dE rESPIRAR dE aLÍVIO, Torna-se uma piada tão foleira, deprimente, a roçar o ridículo, fraquinha mesmo, vá, só justificável por ter sido o termo "animador" utilizado (respirar de alívio) na boa noticia dada aos Portomosenses, por sinal, pela ex-fedorenta RTP.
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Etiquetas, cerimónias e Mariquices para operadores de câmara, esperadas num 5 de outubro qualquer
Divagações, ou talvez não.
Estava-mos num 5 de Outubro, mas de 2007 salvo erro, quando se discutia no melhor (até porque penso que seja o único) fórum na internet da comunidade de profissionais
relacionados com a indústria videográfica, o Portugal Vídeo , sitio onde publiquei uma mensagem para discussão da comunidade, e que entre outros temas relacionados, também tinha que ver com um assunto volta e meia discutido entre os users do fórum, relativo as boas ou más maneiras de vestir/apresentar consoante os eventos que são executados pelos profissionais (e muitos "pára-quedistas" que também os há) em particular os operadores de câmara, vulgo camaramens, que no desempenho de suas funções acabam por ter uma acrescida visibilidade entre o publico presente, devido aos seus movimentos e artefactos.
Ora sucede que há com cada uma (ou uns) que parecem duas!
Sobretudo entre os profissionais das reportagens BBC, ie. Bodas, Baptizados e Casamentos (uma das vertentes que tenho na prestação de serviços) principal sector onde abundam os tais "pára-quedistas", devido a falta de exigência do próprio público-alvo que aceita sem qualquer critério e pagando por um trabalho supostamente profissional, que não passa na sua maioria, de trabalhos de merda – e desculpe-se a expressão quando o tema do post é o que é.
É que nos bastidores de reportagem vê-se cada figurinha… desde calções à turista com camisa hawayana e chinelo de enfiar no dedo, ou a situação antípoda, de fato e gravata a rigor, passando pelos mais discretos e sensatos, há para todos os gostos. E depois, sempre se ouviu dizer que quando o árbitro do jogo tem mais protagonismo que os jogadores, alguma coisa está mal.
Voltando ao início, "estávamos num 5 de Outubro, mas de 2007, salvo erro," quando perdi à vontade uma hora a vasculhar o dito fórum na busca do tópico de uma mensagem que já tinha largas dezenas de post´s discutindo esse por maior da vestimenta, pois durante a manhã na transmissão televisiva pelo canal do estado RTP 1 havia-me despertado a atenção dos colegas op. câmara que trabalhavam na captação de imagens, e que acabavam por "entrar em câmara", aparecendo nalguns planos captados por uma das muitas câmaras e perspectivas diferentes da (boa) produção, e alí andavam discretamente com as suas sapatilhas e calça de ganga entre o cumprimento de protocolos pelos engravatados do costume num dos três principais dias comemorativos do ano em que o Presidente da Republica se dirige à nação, dia cuja implantação se comemora, e cujos meios eram operados por malta de sapatos e calça mais confortáveis (o denominado por "sportware", gangas t-shirts, sapatilha ou calçado com sola confortavel é o traje mais comum e interiorizado por estes profissionais).
Pá, hoje é 5 de Outubro, e ando aqui com um dilema quanto a indumentária necessária para pegar nos 7ou 8 kg de tijolo com lente, e ir à labuta depois de almoço, repetir este evento:
Pergunto-me se num dia cerimonial como este, com tantos puritanos a operar nesta profissão, se não será politicamente incorrecto levar o meu habitual boné do FCP, mais para mais que hoje o sol nem aperta muito… e ainda entendem por ser provocação aqui a 200 km da cidade invicta ?! E tou a ficar pior que as mulheres, indeciso com o que hei-de nestes dias vestir. Irra!
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O sétimo selo
“(…) A velhice é humilhante?
Não é a velhice em si, mas o facto de perdermos faculdades e ficarmos inteiramente à mercê dos outros…” (excerto do livro O Sétimo Selo de José Rodrigues dos Santos)
Amplamente distribuído em Portugal, com o enredo envolto em referências bíblicas, este livro aborda temas actuais como o poder e interesses da indústria do petróleo, o aquecimento global e suas consequências, e o futuro do abastecimento energético.
E reflecte também, de uma forma nua e crua, que nos faz parar e pensar, o factor de envelhecimento degradante que aflige a todos mais dia menos dia.
“Figuras curvadas e enrugadas, frágeis, as cabeças calvas ou cobertas por flocos brancos de cabelo, rodeavam a grande mesa, como resignadas ao inexorável expiar do tempo; a fogueira que anos antes as animara de vida encontrava-se quase extinta, mera lenha de onde já não saía chama ardente, apenas um vago fio de fumo; a sua vida tornara-se o calor ténue da lareira que se apagava, prestes a ser vencida pelo grande frio que se acercava, cruel e eterno” (pág. 79)
Livro que já li há algum tempo e vale a pena relê-lo, por isso também a recomendação neste Dia Internacional do Idoso.
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Se dúvidas houvessem
Começa-mos com o pé esquerdo. Perdemos!
E depois? Quantas vezes já nos erguemos?
Quantas já nos levantamos? Quantas mais ainda perderemos?
- Só quem nunca estremeceu ao ouvir o timbre daquele hino arrepiante;
- Só quem nunca chorou desalmado, com um golo de calcanhar, rejubilante!
- Só quem nunca ficou com o coração cem-a-hora;
- Só! Quem nunca soube o que é andar-se de cabeça à nora;
- Perder o dia desconcentrado enquanto a bola não ruma à proa;
- Só quem vive agarrado ao passado; não sonha; não cria; e nada sua alma povoa…
…não entende a magnitude de ver os seus, de suas nobres vestes reais trajadas.
Azuis e brancas,erguem a bandeira.
Em tempos monarquia, agora, sem eira nem beira.
A esperança polula entre homens dignos e por isso envergam escudo nacional ao peito, invocando. Seu lema: não envorgonhar suas gentes, lutando.
Com um atrevimento conquistador desmesurado dobram cabos das tormentas.
Temerosos. Mas lutam sem medo.Corajosos.
Que se lança pelo mar a dentro, por tubarões do velho continente dominado.
A cada ano, em busca de mais glórias, partem na descoberta, com ímpeto renovado.
Foi por isso que os próprios mouros antes pré-dominantes se renderam.
Vitória! Venceram.
Primeiro conquistaram o mundo, e vede que agora nasce um luso profundo, em qualquer lado . Existirá coisa igual?
E conjogou Homem de Mello: "Como não por no Porto uma esperança, se daqui houve nome Portugal?"
AMO-TE, Porto.
«Die Meister, die Besten, les meilleurs equipes, the champions!»
Dedicado à minha fiel mulher de armas, Esperança Vitória, de sua graça.
Porque há amores assim.
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Bom fim de semana (e são os últimos dias de verão)
Play me:
fotos| gangas: Rasta*** ; carros de linhas: Pedro Casquilho ; céu: Rita Teixeira ; guarda-rios: Ricardo Lourenço
