Category: (*) crónicas congeladas

  • Foundation und Stars Wars : der Sieg des Wissens über das Schwert! …………………………………………

     

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    Foundation und Stars Wars : der Sieg des Wissens über das Schwert !

    Laut einiger Medien sollte Asimovs Trilogie « Foundation » zur nächsten größten Weltfilmproduktion werden. Dies wäre eigentlich ein titanisches Projekt ! Aber ob Gerücht oder nicht haben Bob Shaye und Michael Lynne, die es in die Wege geleitet haben, tausende Kommentare im Internet ausgelöst.

      

     

    Für die Science-Fiction-Fans fungiert Stars Wars als Kopie von Asimovs Werk. Wenn Asimov immer behauptet hat, die Geschichte des Römischen Reichs habe ihn zu seinem Werk inspiriert, hat George Lucas dagegen immer geleugnet, er habe sich von Asimovs Texten inspirieren lassen. 

    Zu viele klare Tatsachen lassen an die Bösgläubigkeit des Regisseurs von Stars Wars denken. Und ich bin nicht der einzige, der diese Meinung vertritt.

    Kurz gefasst : Die Handlung findet zu Beginn des dritten Jahrtausends statt. Hari Seldon, Erfinder der Psychohistorik (die die Zukunft vorhersagen kann) kündigt das Ende des Imperiums an. Besorgt gründet und organisiert er Foundation, eine Institution, deren vordergründiger Zweck die Sammlung allen Wissens in einer Encyclopaedia Galactica ist.

    Da erscheint aber das Maultier, ein Mutant, der in der Lage ist, Menschen über ihre Gefühle für ihn zu absolut treuen Anhängern zu machen. Und der will das Imperium erobern. Seldon aber hätte eine zweite Organisation gegründet, eine zweite an der Grenze des Weltalls versteckte Foundation, die fähig wäre, die Menschen auszubilden, sich gegen das Maultier und die Entfremdung des Verstandes zu verteidigen.

     

    Der Kampf zwischen der Zweiten Foundation und dem Maultier ist erbarmungslos. Vielleicht ist dieses Szenario ja nur die Illustrierung eines Kampfes zwischen freien Menschen und Geistesgestörten (Nationalsozialismus, Stalinismus, oder Neofaschismus). Stars Wars’ Regisseur kann sich wohl von Foundation inspirieren lassen haben. Egal. Interessant ist aber, dass die Roboter R2D2 und C3PO auf Asimovs Robotik verweisen. Yoda, der Weise in Stars Wars, lässt auch an Seldon denken, den Weisen in Foundation. Die Idee des Imperiums, der Konföderation und der kosmischen Universen findet man schon in Asimovs Werk.

    Hier höre ich auf, denn ich bin ja nicht die Heilige Inquisition, die nicht so „heilig“ war.

    Beide Werke verkünden den Sieg des Guten über das Böse. Jedoch siegt in Stars Wars das Gute durch das Schwert (oder die Laserkanone), wobei das Gute in Asimovs Werk dank des Wissens siegt.

    Nuno

  • «Основание» и «Звездные войны»: ……………….. ……………………………… Победа знаний над мечом

     

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    Некоторые информационные источники подтверждают, что следующим мировым шедевром станет экранизация трилогии Азимова: «Основание». Это будет грандиозный проект. Слухи это или нет, но Боб Шэй и Майкл Линн сразу же вызвали тысячи комментариев в сети.

     

     

    Для любителей научной фантастики, «Звездные войны» являются копией произведения Азимова. Если Азимов всегда утверждал, что он был вдохновлен историей Римской империи, то Джордж Лукас, с другой стороны, отрицает влияние текстов Азимова на свое творчество.

    Слишком много доказательств, которые заставляют поверить в недобросовестность режиссера «Звездных войн». И я не единственный, кто так думает.

     

    В общем, сюжет «Основания» разворачивается в начале третьего тысячелетия. Гэри Селдон создал науку под названием «психоистория», описывающую поведение народных масс. Используя свои исследования, он предвидел крах существующей Первой империи, спланировал и воплотил в жизнь план создания Второй империи: агентство, отвечающее за сбор всех знаний с начала существования человечества.

    И тут появляется Муле, мутант, который способен входить в сознание людей, чтобы лучше управлять ими. Он хочет завоевать империю и всю человеческую расу! Однако Селдон решает создать еще одну организацию «Второе Основание», способную обучить людей защищаться от Муле и отчуждения умов.

     

    Борьба между Вторым Основанием и Муле будет неблагодарной. Может быть, этот сценарий — не более чем иллюстрация борьбы между свободными и обезумевшими людьми  (нацизм, сталинизм и другие salazarismes ( диктатура в Португалии)). Не важно, был ли режиссер «Звездных войн» вдохновлен «Основанием», но интересно заметить, что: роботы R2D2 и C3PO отсылают нас к робототехнике Азимова; Йода, мудрец из «Звездных войн» напоминает нам мудреца Селдона из «Основания»; идея империи, конфедерации и космической вселенной уже были использованы в работе Азимова.

     

    Пожалуй, я остановлюсь на этом, так как я все-таки не святая инквизиция (у которой из всего святого было лишь имя). Оба произведения провозглашают победу добра над злом. Однако, если в фильме Звездные войны Добро одержало победу с помощью меча (или лазера), то в тексте Азимов Добро победило с помощью знаний. 

  • Porque o 3D não funciona e nunca singrará. …………………………………. Caso encerrado.

     

     

    Após o sucesso de bilheteira que foi Avatar tomei conhecimento do artigo de Walter Murch, descrito como o “designer” e editor de som mais respeitado no cinema moderno.

    Walter Murch, vencedor da academia de Oscars, é responsavel pelo desenvolvimento e introdução do sistema de som em canal 5.1 que revolucionaria o cinema elevando-o para um novo patamar a titulo sonoro, e basicamente na sua carta enviada a o 3D nunca singrará. Segundo o texto de Roger Ebert:

     

    Recebi uma carta que encerra, em meu entender, a discussão sobre 3D. Ele não funciona com o nosso cérebro e nunca Singrará.
    A noção de que somos convidados a pagar um prêmio para testemunhar uma imagem inferior por inerência de nos confundir o cérebro é ultrajante. O caso está encerrado.

     

    Na sua carta Murch explica, numa argumentação técnica, as dificuldades e questões que eu proprio me colocava ao assistir ao 3D, sem resposta para elas. É que ao longo dos anos, até hoje, o 3D sempre me gerou o desabafo de: “Isto soa a falso”.

    Passamos a traduzir a carta de Walter Murch à Roger Ebert, onde as inserções introduzidas em parentesês rectos são de minha responsabilidade, complementando o que entendo ser a interpretação da argumentação original do autor.   


    Walter Murch

      Olá Roger,

     

      Eu li sua opinião sobre o “Green Hornet”,

      e embora não tenha visto o filme, concordo

      com  seus comentários sobre 3D.

      A imagem 3D é escura, como menciona,

      e pequena. De alguma forma os óculos

      “reúnem-se com” a imagem – mesmo em uma

      tela Imax enorme –  e ao olhar-se sem óculos,

      a imagem aparece a meia distância.


      Eu editei um filme 3D na década de 1980,

      “Captain Eo”, e apercebi-me que o movimento

      horizontal estroboscópico ocorre muito mais

      cedo em 3D do que em 2D. Isto era verdade

    na época,e ainda é verdade agora. Tem algo a ver com a quantidade de energia do cérebro dedicada a estudar as bordas das coisas. Quanto mais conscientes estamos das bordas, mais depresa um efeito estrábico [desalinhamento/desfoque] salta à vista.


    O maior problema com o 3D, porém, é a “convergência / foco” associada. Um par de outras questões , tal como a escuridão e a “pequenez”, são pelo menos teoricamente solucionáveis. Mas o problema mais profundo é que o público deve focar seus olhos no plano da tela – que dizem estar à 80 metros de distância. A distância é constante e nada mais importa.
    Mas o que os olhos vêm na tela [a realidade tridimensional que se tenta representar] deveria convergir em talvez 10 metros de distância, de 60 pés [18mt], 120 pés [36mt], e assim por diante, dependendo da ilusão pretendida. Assim, filmes em 3D nos obrigam a concentrar em uma distância [sempre fixa: a distância a que estamos colocados da tela/ecrã]  mas convergem para outra [a distância (profundidade) variável da realidade filmada]. E 600 milhões de anos de evolução nunca apresentaram esse problema antes [ao cérebro]. Todos os seres vivos colocam os olhos sempre, focados e convergentes, no mesmo ponto.



    Se olharmos para o saleiro na mesa, perto de nós, vamos concentrar-nos em seis pés [182cm] e os nossos olhos convergem (tilt in) [movimento descendente] em seis pés. Imagine a base de um triângulo entre os olhos e o vértice do triângulo repousa sobre a coisa que está olhando. Mas, então, ao olhar pela janela e concentrar-se em 60 pés os olhos convergem também para 60 pés. O triângulo imaginário que tem agora “abriu” para que suas linhas de visão sejam quase – quase – paralelos uns aos outros.
    Podemos fazer isso. Filmes em 3D não funcionariam se não pudéssemos fazê-lo. Mas é como que estar a bater na cabeça e esfregando seu estômago, ao mesmo tempo: difícil. Assim, o “CPU” do nosso cérebro perceptual tem trabalho duro extra, e é por isso que depois de mais ou menos 20 minutos muitas pessoas têm dores de cabeça. Elas estão fazendo algo para o qual em 600.000 mil anos de evolução não foram preparadas. Este é um problema profundo que nenhuma quantidade de ajustes técnicos pode corrigir. Nada vai corrigi-lo de repente na produção “holográfica” real de imagens.

    Conseqüentemente, a edição de filmes em 3D não pode ser tão rápida quanto para filmes em 2D, devido a esta mudança de convergência: é preciso um número de milissegundos para o cérebro/olho “pegar” o que o espaço de cada “disparo” [plano/imagem] é, e ajustar.


    E, por último, a questão da imersão. Filmes em 3D lembram ao público que eles estão em um relacionamento “perspectiva” certos para a imagem. É quase um truque brechtiano. Se a história do filme tem realmente agarrado uma audiência na ilusão de que eles estão “dentro” da imagem, em uma espécie de sonho no espaço “sem espaço”, uma boa história vai dar-lhe mais dimensionalidade do que a assistência consegue realmente enfrentar.

    Portanto: escuro, pequeno, estrábico, induzindo dor de cabeça, alienante. E caro. A pergunta é: quanto tempo vai levar as pessoas a perceberem e ficarem fartos?

     

    Texto original | este post pode ser lido na continução/contradição de “A Transmissão Simbólica: Folheto N.º 8

    PC Jerónimo da Silva

  • Fundação e Star Wars: Post Multilíngue

     

    crónicas congeladas

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    Com o devido reconhecimento a todos os envolvidos na tradução para outros idiomas desta antiga crónica congelada, Fundação e Star Wars: A vitória do Saber Sobre a Espada! , disponibiliza-se para além do original em portugês, a crónica também nos idiomas francês,  Inglêsrusso e alemão.

  • Digger : O Garimpeiro do Vinil… ……………………… Digger : Le Chercheur d’ Or du Vinyl… ………………

     

    Le continent africain est une mine d’or pour les digger.

    C’est en Afrique que l’on trouve des sons musicaux inédits de vinyles que le net a oublié ou n’a pas su partager.

    Il peut exister des similitudes entre un digger et un etnomusicologue.

    Mais il y a aussi des différences : Le premier cherche le profit à court terme et le second travaille pour la science.

    La renaissance de la musique des années 1970 induit à ce que le vinyl soit de plus en plus recherché.

    Une façon de mieux essayer de comprendre le présent ?

    On peut aimer ou pas aimer : Les digger nous dévoilent des morceaux musicaux inédits, montrant un patrimoine oublié.

     

    Source et photo : Libé, 15 sept 2010, pp. 30-31

    Nuno

     

     

     

    O continente Africano é uma mina para os digger.

    É no continente Africano que se encontram riquezas de sons que nunca foram ouvidos na net.

    Sons que existem no vinil, mas que a net esqueceu ou não soube globalizar nem partilhar.

    O que suscita curiosidade, ganância…

    Podem existir semelhanças entre um digger e um “etno-musicólogo”.

    Existem, porém, diferenças entre os dois : Se o “etno-musicólogo” trabalha para a ciência, o digger trabalha para o lucro.

    O renascimento da música dos anos 70 induz a que o vinil seja cada vez mais procurado.

    Uma maneira de melhor compreender o presente ?

    Quer se goste ou não, os digger contribuem para recuperar um património esquecido.

     

    Fonte e foto : Libé, 15 de set de 2010, pp. 30-31

    Nuno

  • Fundação e Star Wars: …………………………………… …………………….A vitória do Saber sobre a Espada!

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    Correm textos que afirmam que a próxima grande produção cinematográfica mundial será a adaptação , à tela, da trilogia de Asimov: “Fundação“. Seria um projecto titanesco. Mas, boato ou não, Bob Shaye e Michael Lynne , pensadores desta ideia, desencadearam milhares de comentários na net.

    Para os amadores de ciência-ficção, “Star Wars” é uma cópia da obra de Asimov.

    Se Asimov sempre afirmou que se inspirou da história do Império Romano, para construir a sua obra, já Georges Lucas sempre negou ter-se inspirado dos textos de Asimov.

     

     

    Ora, há demasiadas evidências que assinalam a má fé, quanto a mim, do realizador de “Star Wars”. E não sou o único a assim pensar.

    Resumindo : O enredo de “Fundação” decorre no início do terceiro milénio. Hari Seldon, inventor da psico-história ( que permite “probabilizar” o futuro ), anuncia o fim do Império.  Preocupado, cria e organiza a Fundação : Instituição encarregada de recolher todos os conhecimentos humanos desde as origens.

    Mas eis que aparece um personagem , “The Mule”, um mutante , capaz de entrar e de manipular os espíritos. E quer conquistar o Império. Quer fazer sua a raça humana. Só que Seldon teria criado uma segunda instituição , escondida no cosmos,  capaz de formar os humanos a se protegerem da manipulação das mentes. E, logo, a combater ” o mutante.

     

    O combate entre a segunda instituição (fundação) e “The Mule” não terá tréguas. Talvez, no fundo, esta visão não seja mais que o combate entre homens livres e homens alienados (nazismo, estalinismo e outros salazarismos).

    O realizador de “Star Wars” pode negar que não se inspirou de “Fundação”. Pouco importa.

    Mas não deixa de ser curioso :

     

    Os robots R2D2 e C3PO de “Star Wars” lembram as três leis da robótica de Asimov.

    Yoda, o sábio de “Star Wars” , não deixa de reenviar para Seldon o sábio de “Fundação”.

    A ideia de  Império,  Confederação  cósmicos estão já presentes na obra de Asimov.

    E paro aqui porque não sou a Santa Inquisição (e que só era Santa de nome).

    Ambas as obras proclamam a vitória do Bem sobre o Mal.

    Todavia, se no filme, “Star Wars” , o Bem é vitorioso graças à espada ( ou o laser ), já no texto de Asimov o Bem é vitorioso graças ao Saber.

     

    Nuno

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  • Foundation and Star Wars: ……………………………… ……………. the victory of knowledge over the sword!

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    Some rumors claim that the next world blockbuster will be the movie adaptation of Asimov’s trilogy: Foundation. This would be a titanic project. Yet, whether it is true or not, Bob Shaye and Michael Lynne, who originally thought about it, sparked off thousands of comments on the Internet.

    For the science-fiction lovers, Star Wars is a copy of Asimov’s work. If Asimov has always maintained he had been inspired by the Roman Empire, nevertheless, Georges Lucas has always denied having taken inspiration from Asimov’s work.

     

     

    Only too many hints show the Star Wars director’s bad faith. I’m not the only one to believe that.

    To sum up, the plot of Foundation takes place at the beginning of the third Millennium. Hari Seldon, who created the psychohistory (which enables to foretell the future), announces the end of the Empire. Worried, he thus creates and manages Foundation: an institution in charge of collecting all the human knowledge from the Origins.

    Yet here comes the Mule, a mutant capable of getting into the human mind to manipulate it. He wants to conquer the Empire. He wants to make the human race his. Except that Seldon is supposed to have created a second organization, a second foundation, hidden in the edges of the cosmos, capable of training the human beings to resist the Mule and the mental alienation.

     

    The fight between the second Foundation and the Mule will be merciless. Maybe the scenario is nothing more than the illustration of the fight between the free men and the alienated men (Nazism, Stalinism, Salazarism, etc.). Never mind if the director of Star Wars was indeed inspired by Foundation. Oddly enough, we can notice that:

     

    The robots R2D2 and C3PO remind of the three Laws of Robotics from Asimov. Yoda, the wise man in Star Wars reminds of Seldon the wise man in Foundation. The topic of the empire, the confederation and the cosmic universe is tangible in Asimov’s work.

    I’ll stop here for I’m not the Holy Inquisition (holy by the name only!)

    Both works declare the victory of the Good over the Evil; nevertheless, in Star Wars, if the Good triumphs thanks to the sword (or the light saber), on the contrary, in Asimov’s text, the Good triumphs thanks to knowledge.

    Nuno

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  • Fondation et Stars Wars : ……………………………….. ……………………….La Victoire du Savoir sur l’ Epée!

     

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    Certaines informations affirment que la prochaine grande production cinématographique mondiale sera l’adaptation à l’écran de la trilogie d’Asimov : Fondation. Ça serait un projet titanesque. Mais rumeur ou pas, Bob Shaye et Michael Lynne à l’origine de cette idée ont déclenché de milliers de commentaires sur le net.

    Pour les amoureux de science-fiction, Stars Wars est une copie de l’œuvre d’Asimov. Si Asimov a toujours affirmé qu’il s’était inspiré de l’histoire de l’empire romain, par contre Georges Lucas a toujours nié s’être inspiré des textes d’Asimov.

     

     

    Il y a trop d’évidences qui laissent croire en la mauvaise foi du réalisateur de Stars Wars. Et je ne suis pas le seul à le penser.

    En résumant, l’intrigue de Fondation se déroule au début du troisième Millénaire. Hari Seldon qui est le créateur de la psycho-histoire  ( qui permet de «  probabiliser «   l’avenir ) annonce la fin de l’empire. Inquiet il crée et organise Fondation : Institution chargée de recueillir toutes les connaissances humaines depuis les origines.

    Mais voici qu’apparaît Le Mulet, un mutant capable de rentrer dans les esprits humains pour mieux pouvoir les manipuler. Et il veut conquérir l’empire. Il veut faire sienne la race humaine. Sauf que Seldon aurait crée une, deuxième organisation, une deuxième Fondation cachée dans les confins du cosmos capable de former les humains pour pouvoir se défendre du Mulet et de l’aliénation des esprits.

     

    Le combat entre la Deuxième Fondation et Le Mulet sera sans merci. Peut être que ce scénario n’est autre chose que l’illustration du combat entre des hommes libres et des hommes aliénés ( nazisme, stalinisme et autres salazarismes ). Le réalisateur de Stars Wars pourra toujours s’être inspiré de  Fondation . Peu importe. Mais il est curieux de constater que :

     

    Les robots R2D2 et C3PO nous renvoient pour les trois de la robotique d’Asimov. Yoda, le sage de Star Wars fait bien penser à Seldon le sage de « Fondation ». L’idée de l’empire, de confédération et des univers cosmiques est déjà palpable dans l’œuvre d’Asimov.

    Et je m’arrête ici  car je ne suis pas la Sainte Inquisition (qui n’avait de Sainte que le nom).

    Les deux œuvres proclament la victoire du Bien sur le Mal. Toutefois si dans le film  Stars Wars  le bien est victorieux par l’épée ( ou  le laser ), par contre dans le texte d’Asimov le Bien est victorieux par le savoir.

    Nuno

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